Hora de comemorar. A Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) celebra a aprovação, pela Câmara dos Deputados, do Projeto de Lei 715/2023, que estabelece novas regras para a contratação de trabalhadores safristas e garante que esses profissionais possam atuar em contratos temporários durante os períodos de safra sem perder o acesso aos benefícios sociais.
A medida representa um avanço importante para a fruticultura brasileira, atividade reconhecida por sua alta intensidade de mão de obra e pela necessidade de contratações sazonais em diferentes etapas da produção, principalmente nos períodos de colheita e pós-colheita.
O setor enfrenta, há anos, desafios relacionados à disponibilidade de trabalhadores, informalidade e insegurança jurídica nas contratações temporárias, fatores que impactam diretamente o planejamento das operações e a competitividade da cadeia produtiva.
De autoria do deputado Zé Vitor (PL-MG), o texto permite que trabalhadores sejam contratados para atividades sazonais sem perda dos benefícios sociais, trazendo mais previsibilidade tanto para o produtor quanto para o trabalhador rural.
Para o diretor técnico da Abrafrutas, Edson Brok, a aprovação do projeto atende uma demanda histórica do setor e contribui para modernizar as relações de trabalho no campo.
“A fruticultura é uma atividade intensiva em mão de obra e possui características muito específicas, com forte necessidade de trabalhadores em determinados períodos do ciclo produtivo. Essa aprovação traz mais segurança jurídica, reduz a informalidade e cria condições para que o produtor consiga planejar melhor suas operações”, afirma.
Se ligue. A Câmara dos Deputados aprovou no dia 13 de maio o Projeto de Lei 3.996/2025, de autoria do deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), que estabelece restrições ao ingresso no Brasil de meios de transporte vinculados ao narcotráfico, terrorismo, tráfico internacional de armas e demais organizações criminosas transnacionais.
Afim de fortalecer os instrumentos de fiscalização, cooperação internacional e combate ao crime organizado nas áreas de fronteira do País, o texto aprovado prevê a proibição da entrada em território nacional de aeronaves, embarcações, veículos terrestres e outros meios de transporte associados a pessoas físicas, empresas ou organizações submetidas a sanções internacionais relacionadas à prática de crimes graves.
O projeto acompanha o aumento das discussões no Congresso Nacional sobre o avanço do crime organizado transnacional na América do Sul e os impactos das rotas internacionais de drogas e armas no território brasileiro. Reforça também diretrizes voltadas à segurança nacional e à proteção das fronteiras brasileiras, dentro de uma estratégia de integração entre órgãos de fiscalização, inteligência e controle aduaneiro.
A aprovação do PL 3.996/2025 ocorre paralelamente às discussões conduzidas na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional sobre ações permanentes de combate ao narcotráfico transfronteiriço, cooperação internacional e monitoramento de organizações criminosas com atuação regional.
Mandou recado. O líder do Partido Liberal (PL) na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, protocolou na segunda-feira, dia 14/4, requerimento de urgência para levar ao plenário o projeto de anistia aos envolvidos no 8 de janeiro de 2023.
O partido conseguiu reunir 262 assinaturas válidas a favor de levar o tema para o plenário da Câmara. No mínimo, eram necessários 257 nomes. Inicialmente, o projeto contava com 264 assinaturas, mas os nomes de Sóstenes e do deputado Coronel Zucco (PL-RS) foram desconsiderados por serem, respectivamente, líderes do partido na Câmara e da oposição.
Olha aí. O Senado Federal aprovou, na quarta-feira, dia 26/3, o projeto de lei que submete acusados de violência doméstica e familiar ao uso de tornozeleira eletrônica durante aplicação de medida protetiva.
Com a aprovação, a proposta agora segue para sanção do presidente Lula (PT).
A medida protetiva de urgência contra o agressor também poderá incluir o monitoramento eletrônico. O PL indica que a vítima deverá receber um dispositivo de segurança para ser alertada sobre uma possível aproximação do acusado.
Êta. A decisão de se afastar do cargo de deputado federal de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) entristeceu a cúpula nacional do PL. Ele anunciou que irá permanecer nos Estados Unidos.
“É com tristeza que recebemos a notícia de que Eduardo Bolsonaro vai se licenciar temporariamente do cargo para o qual foi legitimamente eleito”, publicou o perfil da sigla em rede social.
O partido afirmou ainda que o parlamentar tem o respeito da legenda. “O Partido Liberal segue a postos, acreditando na força política do nosso país e nas instituições dos Três Poderes para atravessar esse momento difícil que estamos vivenciando”, continuou o comunicado.
O ex-presidente Bolsonaro se emocionou ao falar sobre o assunto com jornalistas no Senado. “Para que o mal vença, basta que os bons se omitam. Hoje está sendo um dia marcante para mim. […] No momento, ele [Trump] continuará abraçando o meu filho”, disse.
Eduardo disse que tomou a decisão para poder se dedicar “integralmente” a buscar as “devidas sanções aos violadores de direitos humanos” e também a “resgatar liberdades perdidas” no Brasil. Ele corre o risco de ter o passaporte apreendido. À CNN, ele revelou que pretende pedir asilo político nos Estados Unidos.
O documento, encaminhado ao Ministro da Casa Civil, Rui Costa, questiona os critérios que levaram à escolha da OEI, uma entidade internacional com sede na Espanha, sem a realização de um processo licitatório. Segundo reportagens veiculadas na imprensa, o contrato firmado tem o valor de R$ 478,3 milhões.
Entre os pontos abordados no requerimento, destacam-se: o processo de seleção e os critérios que levaram à escolha da OEI; o detalhamento das cláusulas e obrigações estabelecidas no contrato; a previsão de repasses adicionais ou ajustes financeiros ao valor inicialmente acordado; a justificativa legal para a dispensa de licitação; e mecanismos de transparência e auditoria para garantir a correta aplicação dos recursos públicos.
A Deputada Júlia Zanatta (PL-SC) destaca a importância da transparência na aplicação de recursos públicos, especialmente diante do montante significativo envolvido. “A população brasileira tem o direito de saber como esse dinheiro será utilizado e quais garantias existem para evitar desperdícios ou irregularidades”, afirmou a parlamentar.
O requerimento visa garantir que o governo esclareça os procedimentos adotados na contratação da OEI, bem como assegure que os recursos sejam utilizados de maneira eficiente e transparente.
Fotografia/Fonte: Assessoria de Imprensa da Deputada
Presidente Jair Bolsonaro esteve em Jucurutu, Rio Grande do Norte, para participar de visita técnica à Barragem de Oiticica.
Câmera: Marcos Corrêa/PR
Tá forte. O PL, partido do ex-presidente da República Jair Bolsonaro, já tem lugares de destaque na gestão dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil- AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Na negociação por apoio aos então candidatos, o partido conseguiu levar duas vice-presidências e sai fortalecido tanto no Senado Federal, quanto na Câmara dos Deputados.
O deputado Altineu Cortes (PL-RJ), foi eleito vice-presidente da Câmara e também do Congresso Nacional. No Senado, Eduardo Gomes ocupa a cadeira de vice-presidente da Casa.
Se ligue. A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou no último dia 10 o Projeto de Lei 3199/24, que prevê a celebração de convênios e acordos de cooperação técnica entre prefeituras e secretarias estaduais de Segurança Pública para garantir o porte de arma de fogo aos guardas municipais. O relator da proposta, deputado Coronel Meira (PL-PE), recomendou a aprovação do texto.
O que a proposta prevê?
O texto aprovado altera o Estatuto Geral das Guardas Municipais, que atualmente apenas autoriza o porte de arma de fogo “respeitada a legislação”. A nova medida torna obrigatória a criação de convênios para viabilizar esse porte, além de implementar programas de capacitação e promover a troca de informações e tecnologias entre as instituições.
Segundo Coronel Meira (PL-PE), o porte de arma é essencial para a segurança pessoal dos guardas municipais durante o exercício de suas funções. Ele ressaltou que a mudança proporcionará aos agentes de segurança os recursos necessários para ampliar ações preventivas e repressivas em benefício da sociedade.
Objetivos e justificativas
De acordo com o autor da proposta, deputado Sargento Portugal (Pode-RJ), a iniciativa busca suprir uma lacuna na legislação atual, impondo aos prefeitos a responsabilidade de garantir o porte de arma aos guardas municipais. “Como agentes de segurança, os guardas municipais estão expostos a situações de perigo iminente. É imprescindível que eles estejam treinados, capacitados e armados para defesa própria e da sociedade”, afirmou Sargento Portugal. Coronel Meira complementou que a proposta também possibilita o desenvolvimento de programas de capacitação de alto nível, fornecendo conhecimentos e tecnologias avançadas para melhorar a atuação dos guardas municipais.
Se ligua agora. Os partidos do Centrão vão administrar em 2025, oito das onze Prefeituras que encerraram a disputa no primeiro turno, nas eleições de domingo, dia 6/10.
O PSD é o partido que mais conquistou comando de Capitais, elegendo três prefeitos: São Luís, Maranhão, em Florianópolis, Capital de Santa Ctarina e no Rio de Janeiro (RJ).
O MDB ganhou duas Capitais, Macapá, Amapá e Boa Vista, Capital de Roraima, mesmo número do União Brasil, que conquistou Salvador, com a reeleição de Bruno Reis e Teresina, no Piauí. O Republicanos levou o comando de Vitória, Capital do Espírito Santo.
O PT, partido do presidente da República, não conquistou nenhuma Capital, mas disputa o segundo turno em quatro: Cuiabá (MT), Fortaleza (CE), Natal (RN) e Porto Alegre (RS).
Do outro lado, o PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), vai governar duas Capitais: Rio Branco, no Acre e Maceió, Capital dos alagoanos. A sigla é a que mais vai disputar vagas no segundo turno, com nove candidatos.
Êta. O PL Bahia reforçou, nesta quarta-feira, dia 24/7, o veto a qualquer aliança da sigla com os partidos PT, PCdoB e PV, que formam a Federação Brasil da Esperança, e Psol, nas eleições municipais de outubro, sob ameaça de destituir os diretórios que não seguirem a orientação.
O comunicado é assinado pelo presidente estadual da legenda e ex-ministro da Cidadania, João Roma. “Venho por meio desse comunicado, reiterar a informação de que é proibida qualquer aliança, coalizão e/ou acordo e associação de marcas entre o PL Bahia e a coligação que engloba os partidos PV, PT, Psol e PCdoB”, diz trecho da nota.
“Ficando esta regra expressamente clara, afirmo ainda que, em caso de descumprimento da especificada norma, fica o Partido Liberal – Bahia habilitado a, automaticamente, destituir o diretório do município em caso de descumprimento”, completou.
Olha aí. “Mais mulheres na política” é o lema do PL Salvador para as eleições municipais deste ano. A legenda iniciou a preparação das pré-candidatas a vereadoras da capital baiana na manhã desta segunda-feira, dia 15/7. A meta é habilitar um número de mulheres superior ao mínimo de 14 do total de 44, exigido por lei, para a disputa da Câmara. “Hoje reunimos 19 pretendentes, mas a participação feminina ainda pode aumentar na chapa do PL Salvador”, disse o presidente do diretório municipal, João Lages. “A democracia não abre mão da mulher atuando na política brasileira”
Registro de candidatura, propaganda eleitoral e prestação de contas foram os principais temas abordados pelos advogados do partido, Ícaro Rocha e Alexandre Abreu, e o contador Raimundo Vieira. Rocha destacou a necessidade de as pré-candidatas expedirem pela internet as certidões da justiça e de quitação eleitoral para o registro das candidaturas. “É imprescindível que toda a documentação esteja em dia para o registro transcorrer sem problemas”.
A reunião com as pré-candidatas do PL ocorreu em momento oportuno. Está deflagrada a corrida contra o tempo. No sábado, dia 20/7, começa o prazo para a realização das convenções partidárias, que vão até 5 de agosto. O presidente do PL Salvador, João Lages, anunciou que a convenção da legenda será no dia 25 de julho, quando haverá a oficialização das candidaturas a vereador. Para prefeito, o partido decidiu apoiar a reeleição de Bruno Reis.
O advogado Ícaro Rocha informou que, depois da convenção, as candidatas com seus registros devidamente deferidos pela Justiça Eleitoral já poderão requerer o CNPJ e abrir as respectivas contas bancárias para a movimentação dos recursos da campanha. O contador Raimundo Vieira alertou que não é permitido a realização de pagamentos avulsos das despesas da campanha e se colocou à disposição das postulantes para tirar quaisquer dúvidas.
A importância da atenção às notificações e comunicados da Justiça Eleitoral foi ressaltada pelo advogado Alexandre Abreu. Ele orientou que cada uma das postulantes preenchesse o formulário de registro com e-mail e número de whatsapp devidos para o acompanhamento diário dos informes judiciais. “Os prazos da Justiça Eleitoral são céleres. No caso de propaganda irregular, a candidata deverá removê-la em até 24 horas sob pena de multa de alto valor pecuniário”. Um novo encontro com pré-candidatos a vereadores será realizado brevemente.
Olha aí. O deputado estadual Samuel Júnior (Republicanos) apresentou, na segunda-feira, dia 8/7, um projeto de lei (PL) à Assembleia Legislativa que proíba o uso de maconha em ambientes públicos e coletivos em toda a Bahia.
De acordo com o parlamentar, o PL é uma resposta à ação monocrática tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) recentemente, que descriminalizou a droga e estipulou o limite de 40 gramas para diferenciar entre usuários e traficantes.
“Os parlamentares precisam se posicionar, pois o que aconteceu foi um ‘atropelo’ feito pelo Supremo, que mais uma vez faz algo que é de competência dos legisladores. Em nosso estado, me sinto na obrigação de buscar alternativas para que este descontrole não ocorra”, afirma Samuel.
Ainda segundo o deputado, a medida possibilitará o banimento de usuários do entorpecente em locais abertos e de grande fluxo de pessoas. Em caso de desobediência, a polícia poderá deter e levá-lo à delegacia para aplicação de medidas cabíveis, mesmo que esteja com menos de 40g, como decidiu o STF.
“É uma ideia para que isso não caminhe para um descontrole desenfreado e com graves riscos que a droga causa no humano, como já sabemos e acompanhamos de perto. Precisamos proteger as gerações futuras”, disse o deputado.
O projeto de lei deve passar por discussões dentro da Assembleia, entre comissões temáticas, e após os pareceres levantados entre os parlamentares deve ser levado para votação no plenário.
Olha aí. O presidente do PL Bahia, João Roma, disse que o apoio dele à reeleição de Bruno Reis (União Brasil) a prefeito de Salvador não é entrave à sua candidatura a governador em 2026, mas um gesto que pode resultar na possibilidade de PL e União Brasil estarem juntos também em torno de seu nome daqui a dois anos no pleito estadual.
“Esse apoio demonstra uma sinalização para que tenhamos um palanque ampliado daqui a dois anos e assim, juntos, mostremos a ineficácia desse governo do PT que não tem melhorado a vida da população”, disse Roma, em entrevista ao programa Frequência Política, da Rádio Interativa FM, de Itabuna, no sábado, dia 18/5.
Roma explicou que a política se faz com gestos que ampliem os horizontes e fortaleçam os laços daqueles que desejam o bem-estar do povo. “A política tem que mostrar caminhos e construir pontes para que sejam criadas as condições de uma vida melhor para a nossa população, que é quem sofre as consequências quando vota em quem não tem compromisso com isso”.
Ainda ao falar sobre o apoio ao prefeito da capital baiana, Roma destacou: “conseguimos encontrar consenso com propostas muito efetivas”. O PL vem defendendo principalmente as bandeiras da liberdade econômica, da redução de impostos como forma de criar um ambiente mais saudável e convidativo para quem deseja empreender.
O dirigente partidário ainda acrescentou que o PL terá neste ano 23 candidaturas próprias a prefeito em importantes cidades baianas, a exemplo de Ilhéus, Itabuna, Teixeira de Freitas e Juazeiro. “Em muitos locais, estamos avaliando nomes, identificando projetos com viabilidade”, disse João Roma que, neste sábado (18), esteve em Itabuna para o lançamento da pré-candidatura a prefeito do engenheiro Chico França.
“França é um quadro de nosso partido que vai levantar nossas bandeiras em Itabuna: redução de impostos, mais empregos e liberdade”, afirmou Roma. Na entrevista, o ministro da Cidadania informou que agenda uma visita do presidente Jair Bolsonaro ao sul da Bahia. O problema, segundo ele, é a questão logística. “O nosso presidente Bolsonaro não está utilizando aviões particulares, então será avaliada a possibilidade de o ex-mandatário pegar um voo para Ilhéus e cumprir agenda também em Itabuna”.
Êta. O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, declarou que a escolha do vice na chapa de Zé Ronaldo (União Brasil) em Feira de Santana são tratados pelo ex-prefeito nas conversas com o PL. “Uma possível escolha para a vice de Zé Ronaldo naturalmente passa por uma interlocução com o PL. Não são exigências pontuais ou cartas colocadas na mesa, mas é natural que o PL, maior partido do Brasil, que tem maior tempo de rádio e TV, que tem uma fatia do eleitorado, que tem também bons serviços prestados, que tenha também bons quadros em uma estrutura organizacional, dentro das possibilidades de fazer parte também da chapa”, declarou Roma, em entrevista à Rádio Princesa FM, na terça-feira, dia 7/5.
O dirigente partidário citou três membros do partidos em Feira que podem assumir a missão: o atual presidente municipal da sigla, Raimundo Júnior, a ex-candidata a vice-governadora Leonídia Umbelino e Neto Bahia, representante da Unagro. João Roma destacou que o apoio a Zé Ronaldo se deu após muito diálogo, com a decisão de respaldar quem estava à frente nas pesquisas e com maiores chances de derrotar o candidato do PT, partido que já comanda o estado e a União. Mas ele ressaltou: “A forma nossa de fazer política no PL não tem sido diálogo político em que se ponha faca no pescoço. Não chegamos com exigências pontuais, mas é mais que natural que estejamos na vice”.
João Roma destacou o avanço da organização do partido na Bahia, que tinha somente 30 diretórios municipais instalados e atualmente possui mais de 240. O ex-ministro da Cidadania ressaltou a posição antagônica entre PL e PT e explicou a visão estratégia que tem conduzido as decisões da sigla. Em Feira de Santana, por exemplo, estava posta a pré-candidatura do deputado federal Capitão Alden, mas o PL entendeu que o mais importante era somar esforços para impedir que a maior cidade do interior baiano, assim como a capital, sejam controladas pelo petismo. “Quando não vislumbramos chapas consistentes, estamos buscando alianças estratégicas”, reiterou o presidente estadual do PL.
O ex-ministro também foi questionado a respeito de uma possível candidatura para disputar o governo estadual em 2026. “A nossa meta de fato é a organização e estruturação do partido por toda a Bahia, mas uma candidatura em 2026 seria natural, como um contraponto ao desmando e ineficácia dos governos do PT”, respondeu João Roma.
Oficializou. A Executiva Estadual do PL Bahia se reuniu nesta terça-feira, dia 30/4, e decidiu apoiar a pré-candidatura à reeleição do prefeito de Salvador, Bruno Reis(União Brasil). A decisão está de acordo com a diretriz do partido de se aliar a projetos de oposição comprometidos com a liberdade e a redução de impostos, e também evitar vitórias da base petista no Estado.
O presidente do PL Bahia, João Roma, destacou que, no ano passado, foi apresentado ao prefeito Bruno Reis um documento com sugestões de redução de impostos e desburocratização das atividades produtivas para dinamizar a economia da capital baiana.
“As nossas propostas foram bem acolhidas, sendo o primeiro passo para o apoio do maior partido do Brasil ao prefeito Bruno Reis que hoje se oficializa. Que se ressalte: o apoio do PL não se fundamenta em cargos, mas no compromisso com a liberdade e uma política de redução de impostos para a geração de emprego e renda em Salvador”, alinhavou Roma.
Demonstrando grande satisfação com o apoio oficializado, o prefeito Bruno Reis afirmou que o PL vai contribuir com sua gestão. “Temos muitos pensamentos que nos unem, principalmente a questão da pauta econômica, da melhora do ambiente de negócio, de simplificar a vida de quem quer empreender, de estímulos e incentivos fiscais para atrair mais investidores que dinamizem a economia de nossa Cidade”.
Olha aí. O presidente do PL na Bahia, João Roma, destacou que o partido não declarou apoio à reeleição do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), para preencher espaço, mas para ser decisivo na manutenção do caminho de desenvolvimento que se verifica na capital baiana. “O PL chega não para compor, o PL não chega para ser um adereço, o PL chega para decidir a parada, arregaçar as mangas e estar com você nas ruas”, declarou João Roma, nesta terça-feira, dia 30/4, durante o anúncio de apoio a Bruno Reis.
O dirigente estadual do PL e ex-ministro da Cidadania destacou que todos os integrantes da sigla na Bahia o fazem por afinidade aos valores defendidos pela sigla, o que torna o time do PL muito eclético, mas muito consistente ao reunir ex-prefeito, ex-vereadores e ex-deputados. “São pessoas que chegam muito aguerridas e para fazer a diferença”, destacou Roma. O dirigente partidário também ressaltou que desistiu de uma pré-candidatura que poderia trazer para ele bons frutos pessoais, mas que escolheu seguir um projeto coletivo em benefício da primeira capital do Brasil.
“Teve uma pesquisa que me colocava já com 13% das intenções de voto, talvez fruto do excelente evento que tivemos aqui com a primeira-dama Michelle Bolsonaro, organizado pela nossa deputada Roberto Roma e com a presença do nosso presidente Bolsonaro. Até me balançou”, brincou João Roma, para depois afirmar que o fundamental é entender o momento que o Brasil passa, entender o quanto é fundamental a estruturação do partido. “O melhor caminho é fazer com que Salvador, primeira capital do Brasil, siga no caminho certo”, pontuou.
O dirigente do PL, assim como o prefeito Bruno Reis, destacaram a longa experiência que possuem em trabalhar juntos, o que não foi afetado pelo fato de ambos terem trilhado caminhos distintos nas últimas eleições de 2022. O prefeito de Salvador agradeceu ao apoio do PL e destacou que propostas do partido já foram colocadas em prática em sua gestão. “Esse trabalho que eu fiz para conquistar o PL já veio há algum tempo”, disse Bruno Reis, ao mencionar a defesa comum da Constituição, da família, da vida desde a sua concepção, da liberdade de expressão, da propriedade privada, do legítimo direito à defesa e da diminuição da carga tributária.
Neste último ponto, o prefeito destacou uma contribuição do PL já adotada em seu governo. “Já lá em 2023, quando iniciamos as conversas com o PL, o nosso presidente Roma disse: ‘Bruno, eu contratei uma consultoria, nós estamos estudando uma série de medidas econômicas para melhorar o ambiente de negócios para facilitar a vida de quem quer empreender, para conseguir conceder benefícios e incentivos fiscais, para reduzir a carga tributária na cidade”, lembrou Bruno Reis. Esses princípios auxiliam no fortalecimento da liberdade econômica na cidade.
O prefeito disse que foi a partir dessas conversas que houve a regulamentação da lei de liberdade econômica. “Nós consideramos diversas atividades de baixo risco: 767 atividades que hoje não precisam de alvará para funcionamento, pode ser de imediato instalado”. Essa iniciativa foi adotada a partir de uma entrega de um estudo feito pelo PL e entregue ao prefeito em 2023. “Todas as medidas que foram sugeridas pelo partido nós incorporamos ao projeto de lei e os benefícios estão aí”, apontou Bruno que também destacou as contribuições do PL para a formulação do Renova Centro e do Programa de Estímulo à Atividade Imobiliária.
Oficializou. A Executiva Estadual do PL Bahia se reuniu nesta terça-feira, dia 30/4, e decidiu apoiar a pré-candidatura à reeleição do prefeito de Salvador, Bruno Reis(União Brasil). A decisão está de acordo com a diretriz do partido de se aliar a projetos de oposição comprometidos com a liberdade e a redução de impostos, e também evitar vitórias da base petista no Estado.
O presidente do PL Bahia, João Roma, destacou que, no ano passado, foi apresentado ao prefeito Bruno Reis um documento com sugestões de redução de impostos e desburocratização das atividades produtivas para dinamizar a economia da capital baiana.
“As nossas propostas foram bem acolhidas, sendo o primeiro passo para o apoio do maior partido do Brasil ao prefeito Bruno Reis que hoje se oficializa. Que se ressalte: o apoio do PL não se fundamenta em cargos, mas no compromisso com a liberdade e uma política de redução de impostos para a geração de emprego e renda em Salvador”, alinhavou Roma.
Demonstrando grande satisfação com o apoio oficializado, o prefeito Bruno Reis afirmou que o PL vai contribuir com sua gestão. “Temos muitos pensamentos que nos unem, principalmente a questão da pauta econômica, da melhora do ambiente de negócio, de simplificar a vida de quem quer empreender, de estímulos e incentivos fiscais para atrair mais investidores que dinamizem a economia de nossa Cidade”.
Olha aí. O PL oficializou o apoio à pré-candidatura de José Ronaldo (União Brasil) a prefeito de Feira de Santana, nesta quinta-feira, dia 18/4. O anúncio foi feito em evento no diretório municipal da legenda, quando o deputado federal Capitão Alden (PL) também comunicou a desistência dele à postulação do cargo.
Para o presidente do PL Bahia, João Roma, o recuo de Alden foi um gesto de grandeza. “Zé Ronaldo reúne as maiores condições políticas eleitorais para levar adiante o projeto de uma Feira de Santana que possa orgulhar seu cidadão e que possa trabalhar para melhorar a vida daqueles que mais precisam”.
O Capitão Alden explicou que, se a manutenção de sua pré-candidatura fosse representar um risco ao projeto maior de derrotar o PT em Feira, ele poderia recuar tranquilamente para apoiar a candidatura mais forte. “Por isso a desistência em apoio a Zé Ronaldo”.
Roma reiterou que um dos pontos determinantes do apoio do PL a José Ronaldo é evitar que o PT, que tanto atraso tem trazido ao Brasil e à Bahia, seja vitorioso nas maiores cidades do estado, conquistando uma hegemonia que o torne bastante difícil de ser batido em 2026.
João Roma assinalou ainda que a troca de uma pré-candidatura própria pelo apoio a José Ronaldo teve aprovação total do partido, tanto do presidente Valdemar da Costa Neto quanto do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Tivemos plena autonomia para tomar a decisão”.
Presente ao evento, José Ronaldo revelou que trabalhou pelo apoio do PL. “Agradeço muito ao ex-ministro João Roma, ao presidente municipal Raimundo e todos que fazem o PL na Bahia e em Feira. O PL é o maior partido do Brasil. Tem quase 20% do horário de televisão e rádio. A sua militância é muito importante e sem dúvida, o apoio é muito importante”.
Mudou. Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro, trocou o Republicanos pelo PL de forma discreta e sem evento oficial para anunciar a mudança. Agora, o parlamaentar municipal passa a compor o mesmo partido que o pai, ex-presidente Jair Bolsonaro, e os irmãos, o senador Flávio Bolsonaro (RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP).
Com essa mudança, Carlos Bolsonaro deve se tornar o presidente do partido no Rio de Janeiro. O PL deve ainda contar com o nome de Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência e atual deputado federal, na disputa pela Prefeitura do Município.
Olha aí. O presidente do PL na Bahia, João Roma, apontou a ausência do Governo do Estado como principal motivador para os conflitos entre produtores rurais, indígenas ou integrantes de movimentos de sem-terra que, no domingo, dia 21/1, na região de Itapetinga, causou a morte de uma indígena, deixou outro ferido e deixou ainda um produtor rural ferido. “O que ocorreu é resultado da falta de segurança jurídica e de providência do estado brasileiro”, destacou João Roma, em entrevista à Rádio Brado, na manhã de terça-feira, dia 23/1.
O ex-ministro da Cidadania disse que o cenário observado no domingo poderia ter sido evitado: “produtores alertaram e oficiaram autoridades sobre o clima de beligerância”. Roma lembrou que, em 2023, um movimento realizado por produtores rurais na Assembleia Legislativa da Bahia expôs a gravidade da situação e sobre a necessidade de ser garantido o direito à propriedade privada.
“Temos irmãos se digladiando por causa de uma ausência do estado. O que queremos? Segurança jurídica. Estamos quase roucos de repetir isso, mas precisamos ter uma consolidação da lei”, destacou Roma. Ele inclusive pontuou que a área invadida por indígenas não faz parte de área demarcada como reserva. “Além disso, um relatório da PM da Bahia diz que o primeiro disparo partiu dos invasores”, comentou o ex-ministro.
O presidente do PL destacou a necessidade de uma política fundiária que realmente realize a reforma agrária e traga a paz ao campo. “Todos nós defendemos a reforma agrária e foi o presidente Jair Bolsonaro quem mais entregou títulos de terras”, lembrou o ex-parlamentar.
O dirigente do PL na Bahia destacou que os produtores continuam a pedir uma providência do governo estadual. “A Unagro solicitou audiência com o governador Jerônimo. Os fatos foram levados em uma reunião ampla, inclusive com a presença de muitos partidos”, disse.
Roma também voltou a anunciar que o ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro estarão na Bahia na primeira semana de março. Na ocasião, Michele deve receber uma comenda na Assembleia Legislativa da Bahia.
“Após o Carnaval, teremos a presença do presidente Jair Bolsonaro e a presença da primeira-dama Michele Bolsonaro. A agenda começa por Salvador. Vou ainda tratar com ele para detalhar esse passo a passo para que possamos reunir uma grande quantidade de patriotas e fortalecer as principais candidaturas do PL no Estado da Bahia”, disse João Roma.