Os caminhoneiros e carreteiros que apoiam o presidente Bolsonaro seguem as manifestações nas estradas do país. Na manhã desta quinta-feira 9/9, cinco pontos de rodovias federais na Bahia registraram protestos. Desde quarta-feira 8/9, grupos da categoria têm se manifestado fechando vias – há atos similares em pelo menos 16 estados. O grupo faz pressão em apoio a pautas promovidas pelo presidente Jair Bolsonaro, como o voto impresso, tema que já foi derrotado no Legislativo, e contra o Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na altura do KM 417, na BR-116, em Feira de Santana, 100 manifestantes fecham um dos sentidos da via. Carros pequenos estão conseguindo passar. Uma equipe da PRF está no local.
Também na BR-116, na altura do 421, no bairro Cidade Nova, de Feira, há uma manifestação em que os caminhoneiros bloqueiam ambos os sentidos da estrada. Já no sul do estado, na BR-101, em Eunápolis, em frente ao posto Desejo no KM 713,7 há uma faixa bloqueada com pneus. Além de caminhoneiros, também participam do ato fazendeiros locais. Outro ponto bloqueado da BR-101, é o KM 920, em Nova Viçosa. Por lá, 60 pessoas bloqueiam a via de maneira pacífica, impedindo que transitem caminhões que não levam carga viva.
Por vim, na BR 349, em Correntina, ponto de concentração com populares aglomerados no Posto Xorroxó, sem influência na via. Os protestos não são feitos pelas entidades que representam caminhoneiros, e sim por motoristas que fazem parte de grupos de apoiadores do presidente Bolsonaro.
Muita atenção. O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou com vetos a Lei 14.195, de 2021, que facilita a abertura de empresas e estimula o comércio exterior. A norma é resultado da medida provisória (MP 1.040/2021), aprovada pelo Congresso Nacional no início do mês. A sanção foi publicada no Diário Oficial da União da sexta-feira, dia 27/8.
Uma das mudanças trazidas pela lei é a emissão automática (sem avaliação humana) de licenças e alvarás de funcionamento para atividades consideradas de risco médio. Enquanto estados, Distrito Federal e municípios não enviarem a classificação de risco para uma rede integrada, vale a classificação federal.
De acordo com a lei, o empresário pode usar o número do CNPJ como nome empresarial. A junta comercial não precisa arquivar o contrato e suas alterações após escaneamento dos documentos. O texto também acaba com a proteção ao nome comercial de uma empresa sem movimentação há dez anos e com a necessidade de anuência prévia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para patentes de produtos e processos farmacêuticos.
Segundo a nova legislação, o Poder Executivo não pode mais estabelecer limites para a participação estrangeira em capital de prestadora de serviços de telecomunicações. A lei também acaba com exigência de que o transporte de mercadorias importadas por órgãos da administração pública seja feito em navios de bandeira brasileira.
Vetos
Bolsonaro vetou diversos dispositivos do projeto de lei de conversão à medida provisória aprovado por senadores e deputados. O presidente da República barrou, por exemplo, um ponto que atribuía ao Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração a função de organizar e manter atualizado o cadastro nacional das empresas em funcionamento no país.
Outro dispositivo vetado dispensava a exigência de responsável técnico para responder por erros de projeto ou de execução na instalação elétrica das empresas. O Poder Executivo também vetou um conjunto de artigos que eliminavam o tipo societário denominado de “sociedade simples”. De acordo com o texto aprovado por senadores e deputados, todas as sociedades estariam submetidas ao regime das sociedades empresariais.
Para Bolsonaro, a medida “promoveria mudanças profundas no regime societário”. “Parcela significativa da população economicamente ativa seria exposta a indesejados reflexos tributários nas diversas legislações municipais e a custos de adaptação, sobretudo em momento de retomada das atividades após o recrudescimento da pandemia da covid-19”, justificou.
A MP 1.040/2021 foi editada em 30 de março e aprovado da Câmara em junho. O relator da matéria no Senado, senador Irajá (PSD-TO), sugeriu mudanças no texto. Mas as alterações foram rejeitadas pelos deputados no início de agosto.
Olha aí. O presidente Jair Bolsonaro sancionou na sexta-feira, dia 20/8, com vetos parciais, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional há pouco mais de um mês e o prazo para sanção terminava justamente nesta sexta. Ponto mais polêmico da proposta, o aumento do Fundo Eleitoral, de R$ R$ 2 bilhões para mais de R$ 5,7 bilhões, foi vetado pelo presidente. A LDO sancionada será publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU) na segunda-feira (23).
Pelo texto aprovado no Congresso, a verba do Fundo Especial de Campanha seria vinculada ao orçamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), prevendo 25% da soma dos orçamentos de 2021 e 2022. Por esses cálculos, o valor do Fundo praticamente triplicaria em relação ao orçamentos das eleições de 2018 e 2020. Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República informou que o novo valor do fundo será definido pelo TSE e incluído no Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) do ano que vem.
“Em relação ao Fundo Eleitoral, a Lei Orçamentária contará com o valor que será definido pelo Tribunal Superior Eleitoral para o ano de 2022, com base nos parâmetros previstos em lei, a ser divulgado com o envio do Ploa-2022”. A pasta também confirmou que houve veto das despesas previstas para o ressarcimento das emissoras de rádio e de televisão pela inserção de propaganda partidária.
Alegando questões fiscais, o presidente também vetou dois dispositivos das chamadas emendas de relator-geral do orçamento (RP-8 e RP-9). “Trata-se de dispositivos inseridos pelo Poder Legislativo e que já foram vetados em anos anteriores”, informou a Presidência da República.
Metas
Para 2022, a LDO fixou uma meta de déficit primário de R$ 170,47 bilhões para o Orçamento Fiscal e da Seguridade Social e de déficit de R$ 4,42 bilhões para as empresas estatais.
Quanto aos aspectos macroeconômicos, a LDO de 2022 foi elaborada considerando o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2,5% para o ano que vem. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), principal indicador da inflação, foi fixado em 3,5%. Já a taxa básica de juros, a Selic, foi projetada em 4,74%, e a taxa de câmbio média do dólar em R$ 5,15.
Em relação ao salário mínimo, o projeto prevê que, para o ano que vem, o valor passará para R$ 1.147, com correção monetária do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Para ser confirmado, o aumento do salário mínimo precisa ser aprovado Projeto de Lei Orçamentária de 2022.
O que é a LDO
A Lei de Diretrizes Orçamentárias indica as políticas públicas e respectivas prioridades para o exercício seguinte, no caso 2022. Ela define as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas para o exercício subsequente, orientando a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) do ano seguinte. O Poder Executivo envia ao Congresso Nacional, que deve discuti-la e votá-la.
Entre as definições estão a meta fiscal, os programas prioritários e o salário mínimo. Além disso, o texto pode autorizar o aumento das despesas com pessoal, regulamentar as transferências a entes públicos e privados, disciplinar o equilíbrio entre as receitas e as despesas e indicar prioridades para os financiamentos pelos bancos públicos, entre outras. É com base nessas diretrizes da LDO que o Poder Executivo apresenta o orçamento de 2022 para a União, que deve ser enviado até o próximo dia 31 de agosto.
água pro povo. O presidente Jair Bolsonaro fez nesta sexta-feira 24/6, uma visita à Barragem de Oiticica, localizada em Jucurutu, no Rio Grande do Norte, onde anunciou a liberação de R$ 38 milhões para a conclusão da obra que se encontra 90% pronta e tem previsão de ser finalizada até dezembro deste ano. A obra receberá as águas do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco.
Na sequência, Bolsonaro assinará a ordem de serviço para a construção do Ramal do Apodi, obra que, a um custo de R$ 938,5 milhões, levará água a 54 municípios e beneficiará cerca de 750 mil pessoas no Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará.
Vixe. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usou as redes sociais nesta quinta-feira 27/5, para questionar a crença do Presidente da República Jair Bolsonaro em Deus.
“Se o Bolsonaro acreditasse em Deus, ele não usaria o nome de Deus em vão como ele usa. O tempo todo”, escreveu o petista em sua conta do Twitter.
Lula afirmou que Bolsonaro mente ao falar de religião. “Olhe nos olhos dele quando ele fala de religião, você não vê verdade. É tudo mentira”, publicou.
Se o Bolsonaro acreditasse em Deus, ele não usaria o nome de Deus em vão como ele usa. O tempo todo. Olhe nos olhos dele quando ele fala de religião, você não vê verdade. É tudo mentira.
A pressão subiu. O deputado e ex-presidentre da Câmara Federal, Rodrigo Maia (eleito pelo DEM-RJ), usou a conta dele no Twitter para criticar o presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido), que participou de um passeio com milhares de motociclistas no Rio de Janeiro, domingo, dia 23/5.
Nos textos, Maia escreveu: “Bolsonaro é uma criança em busca de atenção”. “Alguma coisa na infância explica essa carência de atenção. Freud explica, talvez”.
Venezuela, 2019. Motoqueiros fazem manifestação pró Maduro. Qualquer semelhança é mera coincidência. Bolsonaro é uma criança em busca de atenção. Para entender a gênese de tudo isso seria preciso muita terapia. pic.twitter.com/h5YRCxf4RP
Mudança. O presidente Jair Bolsonaro anunciou na noite da sexta-feira, dia 19/2, a indicação de novo nome para a presidência da Petrobras. Em postagem nas redes sociais, Bolsonaro compartilhou uma nota oficial do Ministério das Minas e Energia (MME) que informa a indicação do general Joaquim Silva e Luna para substituir Roberto Castello Branco, que está no cargo desde o início do governo, em janeiro de 2019.
“O governo decidiu indicar o senhor Joaquim Silva e Luna para cumprir uma nova missão, como conselheiro de administração e presidente da Petrobras, após o encerramento do ciclo, superior a dois anos, do atual presidente, senhor Roberto Castello Branco”, diz a nota, assinada pela Assessoria de Comunicação Social do MME. Silva e Luna foi ministro da Defesa no governo Michel Temer e, desde janeiro de 2019, ocupa o cargo de diretor-geral da Itaipu Binacional, empresa pública dirigida pelos governos do Brasil e do Paraguai, responsável pela gestão da usina hidrelétrica.
A mudança na Petrobras ocorre em meio a recentes aumentos no preço dos combustíveis e um dia depois do governo anunciar que vai zerar os impostos federais que incidem sobre o gás liquefeito de petróleo (GLP) – o gás de cozinha – e o óleo diesel. No início da tarde, durante um compromisso oficial no interior de Pernambuco, Bolsonaro voltou a criticar os reajustes frequentes no preço dos combustíveis e prenunciou mudanças que faria na Petrobras, mas sem abrir mão da atual política de preços da companhia.
“Anuncio que teremos mudança sim na Petrobras. Jamais vamos interferir nesta grande empresa e na sua política de preços, mas o povo não pode ser surpreendido com certos reajustes”, afirmou.
Petrobras
Em nota a Petrobras informou na noite desta sexta-feira que recebeu um ofício do Ministério das Minas e Energia para convocar uma Assembleia Geral Extraordinária da estatal para “promover a substituição e eleição de membro do Conselho de Administração, e indicando Joaquim Silva e Luna, em substituição a Roberto da Cunha Castello Branco.” O ofício também solicita que Silva e Luna seja avaliado pelo Conselho de Administração da Petrobras para o cargo de presidente.
Segundo a nota, a União também propõe, em razão do fato da Assembleia Geral Ordinária mais recente ter adotado o voto múltiplo, ” que todos os membros do Conselho de Administração sejam, imediatamente, reconduzidos na própria Assembleia Geral Extraordinária, para cumprimento do restante dos respectivos mandatos.
A Petrobras também esclareceu que Roberto Castello Branco e os demais diretores executivos da empresa têm mandato até 20 de março de 2021.
Fonte: Agência Brasil
Fotografia: Marcelo Camargo/Divulgação/Agência Brasil
A pressão subiu. O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos do Rio de Janeiro), filho do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), usou uma rede social para detonar o atual presidente da Câmara e opositor do presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Segundo Flávio, Maia está trabalhando para fomentar o impeachment do presidente da República.
“Rodrigo Maia não pauta o impeachment de Bolsonaro porque não tem motivo, perderia no plenário e a população iria pra cima do Congresso! Então o “defensor da democracia” fica ligando para autoridades da cúpula de Brasília para articular a derrubada do presidente Bolsonaro! Que feio!”
O senador da República disse que Maia mente sobre o apoio alcançado na bancada do Rio de Janeiro.
Rodrigo Maia mente! Tanto na bancada do Rio como dentro do DEM, dá @ArthurLira_ Maia ferrou Davi Alcolumbre,está ferrando o DEM e tem gente da foto abaixo que ainda não entendeu que a relação que precisa ser construída é com o governo federal, e não com o ex-presidente da Câmara. pic.twitter.com/V85eK6N8Ig
Rodrigo Maia não pauta impeachment de Bolsonaro pq não tem motivo, perderia no plenário e a população iria pra cima do Congresso! Então o “defensor da democracia” fica ligando para autoridades da cúpula de Brasília para articular a derrubada do presidente Bolsonaro! Que feio!
Avançando. O presidente da República Jair Bolsonaro, assinou medida provisória que possibilita a aquisição de vacinas contra a Covid-19, ainda que não tenham sido aprovadas pela Anvisa, além de insumos, bens e serviços de logística, tecnologia da informação e comunicação, comunicação social e publicitári. A MP também trata do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19. A medida provisória consolida o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 como instrumento estratégico para imunização de toda a população brasileira.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo 27/12, por meio de redes sociais que existem quatro laboratórios desenvolvendo estudos clínicos de vacinas no Brasil. O post, no entanto, ressalta que nenhum deles apresentou o pedido de uso emergencial ou de registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
“Temos pressa em obter uma vacina, segura, eficaz e com qualidade, fabricada por laboratórios devidamente certificados. Mas a questão da responsabilidade por reações adversas de suas vacinas é um tema de grande impacto, e que precisa ser muito bem esclarecido”, afirma o presidente.
Bolsonaro afirmou ainda que, caso exercesse pressões pela vacina, seria acusado de interferência e irresponsabilidade.
“Tão logo um laboratório apresente seu pedido de uso emergencial, ou registro junto à Anvisa, e esta proceda a sua análise completa e o acolha, a vacina será ofertada a todos e de forma gratuita e não obrigatória”.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) alertou em uma cerimônia no Pará, na sexta-feira 9/10: “O auxílio emergencial não é para sempre. Tenham isso na cabeça. Até porque é caro demais para a União” .
O discurso aconteceu no município de Breves, no Pará, em apresentação do Programa Abrace o Marajó, iniciativa do Planalto que tem como objetivo melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano na região.
O ministro da Economia, Paulo Guedes já havia negado a possibilidade de prorrogação do auxílio emergencial para 2021, na quarta-feira, 7/10.
Olha aí. O presidente do Esporte Clube Vitória, Paulo Carneiro integrou a comitiva dos clubes da Série B, em reunião com o presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido), nesta quarta-feira, dia 30/9, em Brasília. O objetivo do encontro foi discutir a MP 984/20 – do Mandante. O texto está perto de caducar, e os cartolas tentam evitar que isso ocorra.
A pauta já está na mesa do presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ), mas não foi colocada em discussão no plenário. Para não caducar, a MP precisa ser votada até meados de outubro.
Assinada em junho pelo presidente Jair Bolsonaro, a MP 984 deu aos clubes de futebol que atuam dentro dos seus domínios o direito de transmitirem os seus jogos.
O presidente Jair Bolsonaro anunciou, nesta sexta-feira, dia 10/7, a indicação do professor Milton Ribeiro para ministro da Educação. Ribeiro é doutor em educação pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e graduado em direito e teologia. Desde maio do ano passado, integra a Comissão de Ética da Presidência da República. O decreto de nomeação foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União.
O cargo estava vago desde a semana passada, quando a nomeação de Carlos Alberto Decotelli foi revogada, sem que ele tivesse tomado posse, depois de uma série de inconsistências curriculares terem vindo à tona.
Deu positivo. Em entrevista exclusiva à TV Brasil e CNN Brasil o presidente da República Jair Bolsonaro informou nesta terça-feira, dia 7/7, que testou positivo para o novo coronavírus (covid-19). O presidente cancelou as agendas previstas para a Bahia e Minas Gerais nesta semana. O resultado saiu por volta das 11h desta terça-feira, dia 7/7. O presidente Bolsonaro disse que está bem.
“O resultado do teste de covid-19 feito pelo presidente Jair Bolsonaro na noite dessa segunda-feira, 6, e disponibilizado na manhã de hoje, 7, apresentou diagnóstico positivo. O presidente mantém bom estado de saúde e está, nesse momento, no Palácio da Alvorada”, diz nota da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) divulgada no início da tarde.
O presidente da República Jair Bolsonaro esteve na manhã deste domingo, dia 21/6, no funeral do soldado Pedro Lucas Ferreira Chaves, no Rio de Janeiro. Ele pegou voo de volta para Brasília por volta das 11h.
Segundo o Comando Militar do Leste do Exército, o soldado morreu na manhã de sábado, dia 20/6, após acidente durante o lançamento de paraquedistas na Base Aérea dos Afonsos, no Rio de Janeiro.
De acordo com a nota do comando militar, durante o salto, o soldado ficou preso à aeronave e, após os procedimentos de emergência, a abertura do paraquedas do militar não ocorreu adequadamente.
“O soldado Chaves sofreu ferimentos graves por ocasião de sua chegada ao solo, recebendo, de imediato, os primeiros socorros por parte da equipe médica local. Foi conduzido, na sequência, ao Hospital Geral do Rio de Janeiro (HGeRJ), na Vila Militar, onde foi atendido, mas infelizmente foi a óbito”, diz a nota.
Segundo o comando militar, foi instaurado um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar as circunstâncias em que ocorreu o acidente. Fonte: Agência Brasil
Fotografia: Marcello Casal Jr/Divulgação/Agência Brasil
A volta. O governo federal editou medida provisória (MP) recriando o Ministério das Comunicações. O órgão havia sido incorporado ao Ministério da Ciência e Tecnologia durante a gestão de Michel Temer, em 2016, na formação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O deputado Fábio Faria (PSD-RN) fica à frente da nova pasta.
O órgão manterá as funções de política pública que antes estavam na pasta comandada por Marcos Pontes e ganhou também as atividades de comunicação institucional, até então a cargo da Secretaria de Comunicação (Secom), dirigida por Fábio Wajngarten que, agora, será o secretário-executivo do novo órgão.
Entre as atribuições da Secom está a coordenação da comunicação de governo, das ações de publicidade e da atuação nas mídias digitais. Vinculada à Secom também está a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que controla a Agência Brasil, a TV Brasil e diversas rádios, como a Rádio Nacional, a Rádio Nacional da Amazônia e a Rádio MEC.
De acordo com a MP 980, ficam sob a responsabilidade do novo Ministério das Comunicações as políticas nacionais de radiodifusão, de telecomunicações, os serviços postais, a política nacional de comunicação e divulgação do governo federal, o relacionamento do Executivo com a imprensa, a pesquisa de opinião pública e o sistema brasileiro de televisão pública.
Quarta-feira, dia 10/6, à noite, o presidente Jair Bolsonaro falou na saída do Palácio do Alvorada a respeito da medida. “Não haverá aumento de despesas, nenhum cargo foi criado a não ser o ministro. Conversei com Marcos Pontes, não teve nenhum problema. Não é um profissional do setor, mas tem conhecimento, até por aquela vida que tem junto à família do Silvio Santos”, declarou.
Fábio Faria é genro de Silvio Santos, empresário que comanda a rede de televisão SBT. Além disso, é integrante do PSD, partido do centrão com quem o presidente está construindo aproximação para obter base no Congresso.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou ainda que, no caso da EBC, o intuito é tirar a emissora da empresa (TV Brasil) do “traço” (termo utilizado para apontar baixa audiência de uma estação de TV) e, em seguida, privatizar a a empresa. Fonte: Agência Brasil
Fotografia: Marcelo Camargo/Divulgação/Agência Brasil
Agradecimento. O presidente Jair Bolsonaro publicou em sua conta no Twitter na segunda-feira 1º/6 à noite que conversou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na tarde desta segunda-feira e agradeceu o envio de mil respiradores à América do Sul, sendo que 50 serão cedidos ao Paraguai e os demais ficaM no Brasil.
A informação do envio dos respiradores foi divulgada no domingo 31/5, pelo Itamaraty.
Bolsonaro disse que os dois presidentes também trataram sobre o “G7 [grupo que reúne os países mais industrializados do mundo, composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido] expandido, o qual o Brasil deverá integrar, bem como questões do aço brasileiro.”
Nesta segunda-feira, o Ministério das Relações Exteriores informou que o governo dos Estados Unidos entregou ao Brasil 2 milhões de doses de hidroxicloroquina, “como demonstração da solidariedade” entre os dois países na luta contra o coronavírus.
– Conversei, na tarde de hoje, com o Presidente @realDonaldTrump , a quem agradeci o envio de 1.000 respiradores, sendo que 50 serão cedidos ao Paraguai.
– Também conversamos sobre o G-7 expandido, o qual o Brasil deverá integrar, bem como questões do aço brasileiro.
Vixe. O presidente Jair Bolsonaro recebeu na noite desta quarta-feira 20/5, das mãos do deputado federal Marcelo Brum (PSL-RS) uma camisa do Vitória.
De acordo com Brum, o presente foi enviado pelo empresário baiano Paulo Gondim, que é diretor-geral da empresa UniAgro, patrocinadora do rubro-negro.
Bolsonaro, que é colecionador de camisas de futebol, já havia recebido a camisa do Leão do deputado José Rocha (PL-BA), mas ainda não foi visto usando.
Êta. O ator Mário Frias aceitou o convite para ser o novo secretário Especial da Cultura do governo de Jair Bolsonaro no lugar da atriz Regina Duarte, que deixou o cargo sorridente nesta quarta-feira 20/5, para comandar a Cinemateca, em São Paulo. Aos 48 anos, o também apresentador é defensor das ideias do presidente Jair Bolsonaro e usa as redes sociais para divulgar suas ideias.
A conversa do presidente com o ator e apresentador ocorreu nesta terça-feira (19) no Palácio do Planalto, durante um almoço. Nesta quarta, os dois conversaram novamente e Mario Frias aceitou o convite. A nomeação deve sair nos próximos dias.
No início do mês de maio, o ator participou de uma entrevista na CNN em que reafirmou seu apoio ao presidente. “Aqui é Jair Bolsonaro!”. O vídeo foi compartilhado por Bolsonaro no Instagram com o título: Mario Frias e a cultura.
Mudou o tom. O presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) se reuniu com governadores na manhã desta quinta-feira 21/5, através de uma videoconferência, e pediu que eles apoiem o veto que pretende fazer ao projeto de socorro a Estados e municípios para proibir que o funcionalismo tenha reajustes até o fim de 2021.
Bolsonaro estava acompanhado de ministros e dos presidentes da Câmara e do Senado. O encontro também teve como tema ações relacionadas ao enfrentamento da crise de saúde e econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus. Antes da videoconferência, o presidente voltou a criticar, de forma velada, a atuação de governadores dos Estados em conversa com apoiadores. Ele reclamou da postura de “autoridades estaduais” em fala na frente do Palácio da Alvorada.
Na conversa com populares na saída da residência oficial, Bolsonaro ouviu reclamações de um apoiador sobre um suposto recolhimento de bandeiras do Brasil de automóveis durante uma carreata pró-governo em Fortaleza. Em resposta ao apoiador o presidente disse: “imaginem uma pessoa do nível dessas autoridades estaduais na Presidência da República, o que teria acontecido com o Brasil já. Esse é o recado. Então vocês vão ter que sentir um pouco mais na pele quem são essas pessoas para, juntos, a gente mudar o Brasil. Mudar, à luz da Constituição, da lei, da ordem”.
Já na videoconferência, Bolsonaro mudou o tom. “Temos que trabalhar em conjunto a sanção de um socorro aos senhores governadores, de aproximadamente R$ 60 bilhões, também extensivo a prefeitos”, disse o presidente na abertura do encontro. “O que se pede apoio aos senhores é a manutenção de um veto muito importante”, declarou Jair Bolsonaro.