POLÍTICA
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sábado, 2 de fevereiro de 2019
Sangue novo. Com 42 votos, o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) foi eleito neste sábado, dia 2/2, em primeiro turno presidente do Senado para os próximos dois anos. O principal opositor de Alcolumbre, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), retirou a candidatura poucos minutos antes da votação.
Renan Calheiros teve 5 votos. Espiridião Amin (PP-SC) ficou com 13 votos, Ângelo Coronel (PSD-BA) teve 8 votos, Reguffe recebeu (sem partido-DF) 6 votos e Fernando Collor (Pros-AL) ficou com 3 votos
Senador de primeiro mandato, Alcolumbre teve uma atuação discreta nos primeiros quatro anos de mandato no Senado. Na disputa pelo comando da Casa, revelou-se um hábil articulador, congregando os adversários de Renan Calheiros e os aliados do governo federal. O novo presidente contou com o apoio do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, também filiado ao DEM.
Aos 41 anos, o senador estreou na política no início deste século. Foi vereador em Macapá, três vezes deputado federal e chegou ao Senado em 2015. Nas eleições de outubro passado, concorreu ao governo do Amapá e ficou em terceiro lugar.
É um dos mais jovens senadores a assumir a presidência da Casa.
Eleição
A eleição para a presidência do Senado foi marcada por um embate sobre se a votação seria aberta ou secreta. Sexta-feira, dia 1º/2, após cinco horas de sessão, a maioria dos parlamentares decidiu pelo voto aberto. Mas uma decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli determinou que a votação deveria ser secreta.
A eleição foi feita em cédulas e teve que ser realizada duas vezes, pois na primeira apuração foi encontrada uma cédula a mais na urna. Após ser suspensa ontem, a sessão começou neste sábado, dia 2/2 às 12h.
Transparência
Em seu discurso ainda como candidato, Alcolumbre prometeu, se eleito, ampliar a transparência dos atos legislativos e de todos os fatos envolvendo o Senado. “O Senado deve se balizar pelos pilares da independência, transparência, austeridade e protagonismo. Os desafios do atual momento brasileiro são imensos. Por um lado, a complexa crise fiscal exige reformas urgentes a fim de corrigirmos as distorções. Por outro, é preciso reverter a profunda crise política que minou a confiança nos políticos”, disse Alcolumbre, acrescentando que o povo clama por um novo modelo de fazer político. “Mais igualitário, mais democrático e com ampla participação cidadão”.
Em nota, a Presidência da República cumprimentou Alcolumbre e o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), reeleito sexta (1º) presidente da Câmara dos Deputados.
“A Presidência da República cumprimenta o Dep Rodrigo Maia e o Senador Davi Alcolumbre pelos resultados obtidos nas eleições das presidências da Câmara e do Senado, consolidando nossa tradição democrática e certos do compromisso das duas casas com os anseios do povo e com o melhor interesse do Brasil. Fonte: Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Divulgação/Agência Brasil
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
O presidente Jair Bolsonaro deve voltar às atividades nesta quarta-feira 30/1, de manhã, segundo previsão do porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros. Ele vai despachar no gabinete montado no próprio hospital. Por 48 horas, o vice-presidente Hamilton Mourão assumiu o exercício da Presidência da República.
De acordo com Rêgo Barros, ao lado do quarto onde o presidente estará em recuperação o Gabinete de Segurança Institucional organizou um espaço, com equipamentos e estrutura técnica, que permitirá a Bolsonaro orientar seus ministros e conceder audiências.
Há dois dias, Bolsonaro passou por sete horas de cirurgia para reconstrução do trânsito intestinal e retirada da bolsa de colostomia, que ele usava desde setembro quando foi atacado com uma facada durante ato político em Juiz de Fora, Minas Gerais.
Na terça-feira 29/1, segundo o porta-voz, o presidente teve evolução clínica positiva: sentou-se em uma poltrona e fez fisioterapia motora e respiratória. Ele se manteve estável durante o dia, sem sangramentos e qualquer complicação. O presidente permanece em jejum oral, recebendo analgésicos e hidratação endovenosa.
As visitas estão limitadas à família. Permanecem no hospital a primeira-dama Michele e o filho Carlos Bolsonaro. O general Augusto Heleno, que acompanhava o presidente, já foi embora.
Foto/Fonte: Agência Brasil




















