POLÍTICA
Saúde antecipa mais de R$ 100 milhões a cidades da Bahia afetadas pela chuva
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2022Cantor Netinho anuncia pré-candidatura a deputado: “Soldado de Bolsonaro”
quarta-feira, 19 de janeiro de 2022Governo Federal repassa mais dinheiro para Cidades da Bahia afetadas pelos temporais
quarta-feira, 19 de janeiro de 2022
Apoio à Bahia. O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), repassou na terça-feira 18/1, R$ 1 milhão e 600 mil a quatro Cidades da Bahia atingidas pela fortes chuva. As portarias com os repasses foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).
O maior recurso, de R$861 mil, foi destinado à Cidade de Cotegipe. O valor será usado para a compra de cestas básicas, kits de limpeza, galões de água, dormitórios e colchões. Para Ubatã, foram repassados R$347 mil para a aquisição de cestas básicas e kits de higiene pessoal e de limpeza.
Já para a Cidade de Floresta Azul, R$275 mil serão destinados à compra dos mesmos itens e, também, de dormitórios e colchões. E, com a mesma finalidade, o município de Ibirapitangarecebeu R$178 mil do Governo Federal.
Até o momento, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) já garantiu aproximadamente R$140 milhões para o Estado. Os recursos aprovados são para socorro e assistência humanitária, restabelecimento de serviços essenciais e recuperação de infraestrutura danificada. A Bahia está, atualmente, com 149 municípios com a situação de emergência reconhecida.
Confira neste link as ações da Defesa Civil Nacional para apoiar os municípios brasileiros afetados pelas fortes chuvas.
Fotografia: Reprodução
Presidente do Senado e o projeto sobre preço de combustíveis
terça-feira, 18 de janeiro de 2022
Pauta do combustível. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que pretende pautar para votação em plenário o projeto de Lei (PL) 1472/21, que pretende criar uma estabilidade e previsibilidade no preço dos combustíveis para, assim, frear o modelo atual de remarcação frequentes aumentos nos postos de gasolina.
Em nota da assessoria, ele disse que submeterá a decisão ao Colégio de Líderes, em fevereiro, para decidir sobre a apreciação ou não do projeto. Pacheco já tem um nome certo para a relatoria do projeto, o senador Jean Paul Prates (PT-RN).
O projeto prevê a formação dos preços dos combustíveis derivados do petróleo tendo como referência as cotações médias do mercado internacional, os custos internos de produção e os custos de importação. A ideia do projeto, de autoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE), é “proteger os interesses do consumidor, reduzir a vulnerabilidade externa e as mudanças constantes dos preços internos”.
Carvalho é um crítico da fórmula atual de cálculo dos preços dos combustíveis, com base na Paridade de Preços Internacionais (PPI). “Percebe-se que a adoção do PPI tem consequências para toda a economia, em detrimento dos mais vulneráveis. Neste sentido, reforça-se a necessidade de debater a política de preços da Petrobras, o modo como ela incentiva as importações e as alternativas a ela”, disse.
O Congresso Nacional retorna do recesso no dia 2 de fevereiro e esse é um tema que deve tomar conta da agenda dos parlamentares.
Existe ainda outro projeto sobre o tema tramitando na Casa, o PL 3.450/2021. Ele proíbe a vinculação dos preços dos combustíveis derivados de petróleo aos preços das cotações do dólar e do barril de petróleo no mercado internacional. Pelo texto, a Petrobras não poderia vincular os preços dos combustíveis derivados de petróleo como o óleo diesel, a gasolina e o gás natural.
O autor desse segundo projeto, Jader Barbalho (MDB-PA), lembrou que a política de preços da Petrobras adotada em 2016 vincula a cotação do dólar ao preço do combustível pago pelo consumidor. “Ou seja, quando o dólar está alto, o preço do barril de petróleo também sobe, impactando diretamente no preço do combustível brasileiro”.
Fonte: Agência Brasil
Fotografia: PedroGontijo/Divulgação/Senado Federal
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2022Presidente nega ter acusado diretor da Anvisa de corrupção
terça-feira, 11 de janeiro de 2022
Negou. O presidente Jair Bolsonaro negou nesta segunda-feira 10/1 ter acusado o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, de corrupção.
“Eu me surpreendi com a carta dele. Carta agressiva, não tinha motivo para aquilo. Eu falei o que estava por trás do que a Anvisa vem fazendo. Não acusei ninguém de corrupção. Por enquanto, não tenho nada que fazer no tocante a isso aí”, afirmou em entrevista à rádio Jovem Pan, retransmitida nas redes sociais do presidente.
Em seguida, Bolsonaro avaliou o trabalho da agência e comentou sobre a nomeação de Barra Torres para o cargo, no início do governo.
“Eu acho que a Anvisa, acredito que o trabalho poderia ser diferente. Eu o nomeei para lá. Depois da nomeação, ele ganhou luz própria. Eu espero que ele acerte na Anvisa. Mas nós não tivemos nenhum atrito a ponto tal de ele falar que eu tinha que indicar qualquer indício de corrupção”, acrescentou.
No sábado (8), Barra Torres divulgou nota em que nega a existência de interesses ocultos por trás da aprovação da vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra covid-19. No texto, ele pede retratação ao presidente Jair Bolsonaro sobre fala relacionada ao assunto.
A carta foi uma resposta à Jair Bolsonaro, que durante entrevista para uma rádio, na semana passada, questionou o interesse da Anvisa com a aprovação da vacina da Pfizer contra covid-19 para crianças nessa faixa etária. “Qual o interesse da Anvisa por trás disso aí?”, perguntou.
Na nota, Barra Torres disse que se o presidente tiver informações que indiquem corrupção deveria determinar investigação policial. “Agora, se o senhor não possui tais informações ou indícios, exerça a grandeza que o seu cargo demanda e, pelo Deus que o senhor tanto cita, se retrate. Estamos combatendo o mesmo inimigo e ainda há muita guerra pela frente. Rever uma fala ou um ato errado não diminuirá o senhor em nada. Muito pelo contrário”, escreveu o diretor-presidente da Anvisa.
Fotografia/Fonte: Agência Brasil
Prefeitura encaminha projeto de lei que institui políticas de saúde mental
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2022Governador volta atrás e anuncia que vai reduzir quantidade de pessoas em eventos na Bahia
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022
Desistiu. Rui Costa, governador da Bahia, confirmou que vai alterar o limite máximo de pessoas em festas e eventos no Estado. O líder do executivo deve diminuir o número estabelecido de até cinco mil pessoas, que está em vigor desde novembro de 2021. O novo decreto deve ser publicado nos próximos dias. “Independente do tipo e motivação, em locais públicos ou privados. Infelizmente estamos vivendo um novo surto”, disse em entrevista.
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Fotografia: Reprodução

















