POLÍTICA
Ao provocar concorrentes, Rui diz que “política é lugar de quem gosta de gente”
sexta-feira, 24 de agosto de 2018Paulo Maluf perde mandato sem direito a receber aposentadoria parlamentar
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
Após a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados declarar, na última quarta-feira (22), a perda do mandato de Paulo Maluf (PP-SP), eleito quatro vezes deputado federal, ele sai do cargo sem nenhum benefício a receber da Casa.
Na Câmara, o benefício é pago por adesão ao Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC), proporcional ao tempo de mandato. Para a concessão integral do benefício, são exigidos 35 anos de contribuição e 60 anos de idade, sem distinção entre homens e mulheres. Maluf está fora do benefício porque, segundo a assessoria de imprensa da Casa, ele optou por contribuir para o INSS.
Pelo menos 10 deputados cassados por envolvimento em escândalos de corrupção recebem aposentadoria da Câmara, sendo que algumas chegam a R$ 23.344,70 por mês. É o caso do delator do Mensalão, Roberto Jefferson (PTB-RJ), conforme contracheque de julho de 2018.
Cassado em 2006 por envolvimento no escândalo do Mensalão, Pedro Corrêa (PP-PE), preso na Operação Lava Jato, também recebe o benefício. Ele recebe R$ 22.380,05.
Geddel Vieira Lima (MDB-BA), que está preso, é réu em ação penal pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa no caso do bunker de R$ 51 milhões, encontrado em um apartamento em Salvador. Ele recebe mensalmente R$ 20.354,27.
Desde abril do ano passado, José Dirceu (PT-SP) passou a receber a aposentadoria parlamentar. Condenado a 30 anos e nove meses de prisão, por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em processo da Operação Lava Jato, o ex-deputado, preso, recebeu neste mês R$ 9.646,57. Os valores são bem maiores do que o teto pago pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) que é de R$ 5.645,81.
Contribuição
Segundo orientação no site da Câmara, a adesão ao plano só é vantajosa para parlamentares que fiquem ao menos cinco anos no exercício do mandato. Com um salário de R$ 33.763, as contribuições dos deputados funcionam de acordo com regras semelhantes às das entidades de previdência privada. Os participantes pagam uma cota e a entidade patrocinadora contribui com cota equivalente. No caso, o valor atual da contribuição do deputado Paulo Maluf ao PSSC era de R$ 3.713,93 (11% da remuneração atual) e a Câmara entrava com uma cota de igual valor, retirada do orçamento público.
Até 1997, deputados e senadores tinham um plano exclusivo de previdência com regras mais flexíveis que as atuais. Pelas normas do extinto Instituto de Previdência dos Congressistas (IPC), podiam solicitar o benefício os deputados com oito anos de mandato e idade mínima de 50 anos.
O valor da aposentadoria era proporcional ao tempo de mandato. Os que tinham no mínimo oito anos tinham direito a 26% da remuneração mensal de parlamentar.
Entre os beneficiados pelo IPC estão, por exemplo, alguns anões do orçamento, como ficaram conhecidos políticos que manipulavam emendas parlamentes com o objetivo de desviar o dinheiro através de entidades sociais fantasmas ou com a ajuda de empreiteiras. Genebaldo Correa, por exemplo, que em 1994 renunciou ao mandado de deputado federal para não ser cassado, recebe atualmente R$ 12.070,27. Agência Brasil
Foto: Reprodução
Irecê: Ex-prefeito Luizinho Sobral é inocentado no episódio “camisas azuis”
quinta-feira, 23 de agosto de 2018Pesquisa Ibope: João Henrique lidera rejeição entre candidatos ao governo
quarta-feira, 22 de agosto de 2018Câmara cassa mandato de Paulo Maluf
quarta-feira, 22 de agosto de 2018Debate: Rui fica de fora e deseja “boa sorte” aos concorrentes
quarta-feira, 22 de agosto de 2018João Santana se irrita com pergunta sobre a família Vieira Lima: “eles que respondam à Justiça”
quarta-feira, 22 de agosto de 2018ACM Neto acredita que DEM elege até 45 deputados federais
terça-feira, 21 de agosto de 2018Militares devem requerer transferência temporária de seção até quinta (23)
terça-feira, 21 de agosto de 2018Alckmin se atrapalha e troca o nome da candidata a vice
terça-feira, 21 de agosto de 2018Pesquisa Ibope: Lula lidera com 37%; sem petista Bolsonaro tem 20%
terça-feira, 21 de agosto de 2018Para Fernando Henrique, Haddad é “marionete de Lula”
segunda-feira, 20 de agosto de 2018Exclusivo: Vereador Kiki Bispo cobra ação do governo para morte de assessor
segunda-feira, 20 de agosto de 2018Rui detona governo Temer no primeiro fim de semana de campanha política
domingo, 19 de agosto de 2018Arroz do “rango” de Rui cai no buzu e governador cata do chão
domingo, 19 de agosto de 2018
Gente da gente. O governador da Bahia, Rui Costa (PT), compartilhou um momento povão nas redes sociais.
Em um almoço com Angelo Coronel (PSD) e Jaques Wagner (PT), candidatos ao Senado Federal, e o vice-governador João Leão (PP), Rui deixou cair arroz no chão do “buzu” em que estava, e não desperdiçou nada.
“A correria aqui é tão grande que a gente almoça no buzu mesmo! E aí acontecem essas coisas”, compartilhou.
A correria aqui é tão grande que a gente almoça no buzu mesmo! E aí acontecem essas coisas… ♂️ pic.twitter.com/WFE2FhHbZW
— Rui Costa (@costa_rui) August 18, 2018
Foto: Reprodução / Twitter


















