POLÍTICA
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terça-feira, 1 de outubro de 2019Rui Costa e ACM Neto devem se encontrar na canonização de Irmã Dulce
segunda-feira, 30 de setembro de 2019Plenário do Senado deve votar PEC da reforma da Previdência terça-feira (1º)
domingo, 29 de setembro de 2019
O Plenário do Senado deve votar na próxima terça-feira (1°) a PEC da reforma da Previdência (PEC 6/2019). A votação, que estava marcada para a última terça-feira (24), foi adiada em razão de uma sessão do Congresso Nacional. Antes da análise em Plenário, a proposta terá que passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde será votado o relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), com a análise das 77 emendas apresentadas.
No relatório, Tasso acatou apenas uma emenda supressiva, para não prejudicar o acesso à aposentadoria integral de quem recebe vantagens variáveis vinculadas a desempenho no serviço público, e corrigiu a redação do trecho que inclui os informais entre os trabalhadores de baixa renda que terão acesso ao sistema especial de inclusão previdenciária, com alíquotas favoráveis.
Foram rejeitadas as emendas de senadores com temas ligados a servidores públicos, mudanças em pensões, idade mínima, regras de transição, aposentadorias especiais, cálculo da aposentadoria, abono salarial e regras especiais para grupos específicos. Segundo o relator, nas emendas “não se identificaram novos temas em relação ao deliberado anteriormente na CCJ, e em relação às conclusões de seu parecer anterior”.
Ainda assim, senadores como Paulo Paim (PT-RS) e Eliziane Gama (Cidadania-MA) já declararam que vão tentar aprovar destaques ao texto durante a discussão no Plenário. Entre os pontos que podem sofrer destaques estão as restrições ao abono salarial, benefício pago a quem ganha menos de dois salários mínimos (R$ 1.996) e tem pelo menos 5 anos de cadastro no PIS/Pasep. O texto da reforma assegura o direito apenas a quem tiver renda mensal igual ou menor que R$ 1.364,43.
Calendário
Após o adiamento da votação em Plenário, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que não gostaria de ter alterado a data, mas lembrou que era necessário apreciar os vetos presidenciais e também votar projetos incluídos na pauta do Congresso. Ele garantiu que, com a votação nesta terça-feira (1°), o calendário previsto para a aprovação da proposta será mantido.
— O adiamento da votação (…) não interferirá no calendário apresentado por todos os líderes partidários. Ao contrário, nós faremos a nossa obrigação e cumpriremos o nosso dever — disse.
A presidente da CCJ, senadora Simone Tebet (MDB-MS), considerou um erro o adiamento, mas também afirmou que, apesar da pausa, o calendário de votação da PEC no Senado segue mantido. Deve haver quebra de interstício (prazo constitucional) em Plenário, após a votação em primeiro turno, para garantir a aprovação da proposta em segundo turno até o dia 10 de outubro.
Fonte: Agência Senado
Foto: Roque de Sá/Agência Senado
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sexta-feira, 27 de setembro de 2019Rui participa da inauguração da UTI Cirúrgica do Hospital Aristides Maltez
quinta-feira, 26 de setembro de 2019Presidente Bolsonaro assina nomeação de Augusto Aras na PGR
quarta-feira, 25 de setembro de 2019
O presidente Jair Bolsonaro nomeou Augusto Aras como novo procurador-geral da República. O decreto com a nomeação foi publicado edição extra do Diário Oficial da União nesta quarta-feira (25).
Mais cedo, o plenário do Senado aprovou a indicação de Aras 68 votos a favor, 10 contrários e uma abstenção. Era a última etapa que faltava para que o subprocurador-geral estivesse apto a assumir o cargo, para um mandato de dois anos.
No início da tarde, Augusto Aras também havia sido aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, após sabatina que durou pouco mais de cinco horas. Aos membros da CCJ, ele respondeu perguntas sobre Operação Lava Jato, meio ambiente, separação dos poderes, dentre outros temas.
Depois de ter seu nome aprovado pelos senadores, Aras foi até o Palácio do Alvorada para se reunir com o presidente Jair Bolsonaro.
Perfil
Augusto Aras ingressou no Ministério Público Federal (MPF) em 1987. Ele é doutor em direito constitucional pela PUC de São Paulo. Foi procurador regional eleitoral na Bahia de 1991 a 1993, representante do Ministério Público Federal (MPF) no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), entre 2008 e 2010, e corregedor auxiliar do MPF.
O subprocurador também é professor da Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU) desde 2002 e da Universidade de Brasília (UnB), onde leciona direito comercial e eleitoral. Como membro do MPF, Aras também teve atuação em processos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e integrou o Conselho Superior do MPF, além de ter sido titular da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão em matéria de direito econômico e do consumidor do MPF. Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Divulgação/Agência Brasil
Rui Costa sanciona lei que reestrutura salários de 18 mil servidores
quarta-feira, 25 de setembro de 2019Prefeito provoca João Leão: “Ele precisa ter mais respeito com a capital da Bahia”
quarta-feira, 25 de setembro de 2019Socialismo e religião são destaques no discurso do presidente Bolsonaro na ONU
terça-feira, 24 de setembro de 2019João Leão e Cavalcanti apresentam ponte Salvador-Itaparica na Câmara Municipal
terça-feira, 24 de setembro de 2019

O vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, e Marcus Cavalcanti, secretário de Infraestrutura, apresentaram dados atualizados do Projeto Rodoviário Ponte Salvador-Ilha de Itaparica, nesta terça-feira (24), na Câmara Municipal de Salvador. Os representantes do Governo do Estado falaram do impacto positivo na economia de Salvador e do termo de cooperação técnica com a prefeitura da capital.
“Somente na fase de construção da ponte, temos a perspectiva de gerar 7 mil empregos, beneficiando a população de Salvador e da Ilha. Além do incremento da arrecadação do ISS e da criação de um importante ativo cultural e turístico, haverá acesso mais fácil dos soteropolitanos ao Litoral Sul e ao sudoeste do estado. Teremos uma Bahia antes e depois da ponte”, disse Leão.
O edital da licitação da Ponte Salvador-Itaparica, explicou o secretário Marcus Cavalcanti, está disponível, e as empresas podem baixar no portal da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra). “A abertura dos envelopes com as propostas está marcada para 21 de novembro, na Bolsa de Valores, em São Paulo. As empresas habilitadas participarão do leilão no dia 25. A vencedora do edital será a que apresentar a melhor proposta para execução do serviço”, destacou Cavalcanti.
Na apresentação, o vice-governador lembrou que o prefeito da capital baiana, ACM Neto, é signatário de um Acordo de Cooperação Técnica firmado entre Estado e os municípios de Salvador, Itaparica e Jaguaribe, assinado em 2013, e que ocorreram ao menos 10 reuniões entre técnicos do Governo do Estado e das gestões municipais.
A construção do equipamento, com 12,4 quilômetros de extensão, beneficiará 4,4 milhões de habitantes nas regiões Metropolitana de Salvador, Baixo Sul e Litoral Sul baiano. Além da construção da ponte, o projeto inclui a implantação dos acessos à ponte em Salvador, por túneis e viadutos, e em Vera Cruz, com a ligação à BA-001, junto com uma nova rodovia expressa e a interligação desta com a Ponte do Funil, também na BA-001. Fonte: Secom/GOVBA
Fotos: Mateus Pereira/GOVBA
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segunda-feira, 23 de setembro de 2019Presidente Bolsonaro e a lei eleitoral
domingo, 22 de setembro de 2019Rui inaugura Policlínica Regional de Saúde em Itabuna
sábado, 21 de setembro de 2019Sheila Varela pode lançar pré-candidatura à Prefeitura de Itaparica
sexta-feira, 20 de setembro de 2019
Por conhecer de perto a realidade da população da ilha de Itaparica, Sheila Varela pode anunciar a pré-candidatura nas eleições municipais de 2020. Ao lado do marido, o apresentador Raimundo Varela e a filha, Mariana, de 17 anos, a empresária mantém forte relação com o município, que é o principal destino da família há mais de 22 anos e onde eles mantêm residência fixa.
Juntos, Raimundo Varela e Sheila vêm analisando os problemas locais e costumam ser abordados por moradores que entendem o importante papel desenvolvido por Varela na Record TV Itapoan, onde ele é ouvidor da população, denuncia irregularidades e cobra melhorias das gestões públicas.
Em entrevista ao VN, Sheila se mostrou preocupada com o bem-estar do povo, uma vez que, em mais de 22 anos, vem acompanhando o sofrimento diário da população de Itaparica, que convive com diversos problemas, mesmo aqueles mais simples de serem resolvidos.
“Tenho Itaparica como minha terra natal. Vejo o sofrimento de cada morador como se fosse o meu. Se for necessário, aceitarei o desafio. Tenho o sonho de mudar a realidade do povo que sofre por necessidades básicas. Quem tem olhar humano, vai lutar para resgatar a autoestima da população e faremos esforço máximo para trazer benefícios para o município”, afirma.
Relação com a cidade
Sheila é turismóloga, empresária do ramo da comunicação e realiza diversos trabalhos sociais. No ano de 2015, ela recebeu honraria por serviços sociais prestados à comunidade, pela Ordem da Sociedade Intercontinental de Ciências Humanas Jurídicas e Sociais.
A família Varela foi responsável pela implantação das primeiras amendoeiras que ficam à beira mar na praia de Ponta de Areia. Além de conhecer de perto os anseios da população, Varela e Sheila têm bons relacionamentos na política e são vistos como uma oportunidade para levar melhorias à cidade. Conforme Varela Notícias
Foto: Divulgação
Vídeo: O secretário “cantor” de ACM Neto
sexta-feira, 20 de setembro de 2019
Cantores ? O secretário de Ordem Pública da Prefeitura de Salvador, Felipe Lucas, resolveu atacar de cantor nesta sexta-feira, dia 20/9, durante inauguração do camelódromo da Calçada em Salvador.
Ao lado do prefeito ACM Neto que também resolveu cantar, Felipe Lucas puxou um refrão da música “Camelô”, interpretada por Edson Gomes. Algumas pessoas entenderam como uma provocação aos administradores do passado.
Em suas redes sociais, ACM Neto postou uma mensagem sobre a inauguração: #Sextou na primeira capital do Brasil com mais uma entrega e muita música. Acabei de inaugurar o camelódromo da Calçada, dando mais conforto e comodidade para esses profissionais do comércio popular. Daqui a pouquinho estamos entregando também a nova Rua Miguel Calmon! #segueopasso
Foto: Reprodução/Instagram
Assista: Lídice quer voltar
sexta-feira, 20 de setembro de 2019Presidente do Senado se irrita com operação da PF em gabinete de líder do governo
sexta-feira, 20 de setembro de 2019
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que questionará junto ao Supremo Tribunal Federal a ação da Polícia Federal (PF) ocorrida na manhã de quinta-feira, dia 19/9, na Casa. A PF cumpriu mandados de busca e apreensão no gabinete do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). Os policiais também estiveram no gabinete do filho dele, o deputado federal Fernando Bezerra Coelho Filho (DEM-PE). A ação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Roberto Barroso.
“O corpo jurídico do Senado tem várias observações do ponto de vista da legalidade dessa situação. Porque a PGR fez um parecer contrário a essa cautelar e o ministro do Supremo se baseou em um pedido de um delegado da Polícia Federal”, disse Alcolumbre após participar de um evento em Brasília, na tarde desta quinta-feira. Ele acrescentou que Barroso “deve ter seus argumentos”, mas disse que o Senado fará o questionamento, enquanto instituição.
“É a minha decisão, da Mesa e dos senadores. É questionar enquanto instituição. Porque, se nós avaliarmos o papel do Senado Federal nos últimos meses em relação à independência e harmonia entre os Poderes, o Senado demonstrou que quer isso”, acrescentou.
Alcolumbre também ouviu dos advogados do Senado que existe brecha para questionamento porque os fatos investigados ocorreram em um período em que Bezerra sequer era ministro. “Em outro entendimento do STF, ações realizadas em outras instâncias deveriam ficar em outras instâncias. A investigação referente é de 2012 a 2014. Foram no gabinete de uma pessoa que nem senador era, muito menos líder do governo.”
Segundo informações da PF, Bezerra e seu filho teriam recebido ao todo R$ 5,538 milhões em vantagens indevidas repassadas por quatro empreiteiras. Os repasses teriam sido solicitados e realizados entre 2012 e 2014, período em que Bezerra chegou a ocupar o cargo de ministro da Integração Nacional, no governo Dilma Rousseff.
Em nota, o ministro Luís Roberto Barroso, relator do processo, disse que a decisão foi “puramente técnica e republicana”. O ministro afirmou que os fatos imputados ao senador e seu filho estão relacionados com o mandato e o caso deve ser julgado pela Corte. “Só faço o que é certo, justo e legítimo”, afirmou Barroso.
Defesa
O advogado Arthur Callegari, que representa o senador, comentou a ação. “Causa estranheza à defesa que medidas cautelares sejam decretadas em razão de fatos pretéritos que não guardam qualquer razão de contemporaneidade com o objeto da investigação. A única justificativa do pedido seria em razão da atuação política e combativa do senador contra determinados interesses dos órgãos de persecução penal”, diz a nota da defesa.
Callegari ressaltou ainda que as medidas de busca e apreensão contra o senador e seu filho tiveram parecer contrário da Procuradoria-Geral da República (PGR), que as considerou desnecessárias, causando “estranheza” que Barroso tenha autorizado as diligências pedidas pela PF, escreveu o advogado.
PGR
Em parecer, a PGR considerou que a autorização da busca e apreensão nos gabinetes e em endereços ligados aos parlamentares seria uma “medida invasiva” e de “pouca utilidade prática”, pois os investigados não teriam o costume de registrar os atos praticados.
Barroso, no entanto, discordou. “Na criminalidade organizada econômica, porém, o natural é que todos os envolvidos tentem ocultar provas e não deixar registros de seus atos. A medida cautelar serve justamente para tentar encontrar documentos mantidos sigilosamente, longe dos olhos do público e das autoridades de investigação”, escreveu o ministro.
MDB
A bancada do MDB no Senado manifestou sua solidariedade a Fernando Bezerra. A nota, assinada pelo líder do partido, Eduardo Braga, afirma que as denúncias devem ser investigadas, mas “é fundamental respeitar os limites de competência legal na condução das investigações”.
Assim como Alcolumbre, a bancada emedebista lembrou da negativa da PGR à ação e o fato das investigações remeterem a uma época anterior ao mandato de Bezerra no Senado. A nota encerra acreditando na inocência do colega.
“No mais, queremos crer que as denúncias contra o líder do governo Fernando Bezerra se mostrem infundadas. O partido acompanha com absoluta atenção os desdobramentos da ação de hoje e reitera o apoio para que seja dado ao senador condições para sua mais ampla defesa, como é imperioso numa democracia”.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Divulgação/Agência Brasil
















