POLÍTICA
Cantor Netinho anuncia pré-candidatura a deputado: “Soldado de Bolsonaro”
quarta-feira, 19 de janeiro de 2022Governo Federal repassa mais dinheiro para Cidades da Bahia afetadas pelos temporais
quarta-feira, 19 de janeiro de 2022
Apoio à Bahia. O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), repassou na terça-feira 18/1, R$ 1 milhão e 600 mil a quatro Cidades da Bahia atingidas pela fortes chuva. As portarias com os repasses foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).
O maior recurso, de R$861 mil, foi destinado à Cidade de Cotegipe. O valor será usado para a compra de cestas básicas, kits de limpeza, galões de água, dormitórios e colchões. Para Ubatã, foram repassados R$347 mil para a aquisição de cestas básicas e kits de higiene pessoal e de limpeza.
Já para a Cidade de Floresta Azul, R$275 mil serão destinados à compra dos mesmos itens e, também, de dormitórios e colchões. E, com a mesma finalidade, o município de Ibirapitangarecebeu R$178 mil do Governo Federal.
Até o momento, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) já garantiu aproximadamente R$140 milhões para o Estado. Os recursos aprovados são para socorro e assistência humanitária, restabelecimento de serviços essenciais e recuperação de infraestrutura danificada. A Bahia está, atualmente, com 149 municípios com a situação de emergência reconhecida.
Confira neste link as ações da Defesa Civil Nacional para apoiar os municípios brasileiros afetados pelas fortes chuvas.
Fotografia: Reprodução
Presidente do Senado e o projeto sobre preço de combustíveis
terça-feira, 18 de janeiro de 2022
Pauta do combustível. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que pretende pautar para votação em plenário o projeto de Lei (PL) 1472/21, que pretende criar uma estabilidade e previsibilidade no preço dos combustíveis para, assim, frear o modelo atual de remarcação frequentes aumentos nos postos de gasolina.
Em nota da assessoria, ele disse que submeterá a decisão ao Colégio de Líderes, em fevereiro, para decidir sobre a apreciação ou não do projeto. Pacheco já tem um nome certo para a relatoria do projeto, o senador Jean Paul Prates (PT-RN).
O projeto prevê a formação dos preços dos combustíveis derivados do petróleo tendo como referência as cotações médias do mercado internacional, os custos internos de produção e os custos de importação. A ideia do projeto, de autoria do senador Rogério Carvalho (PT-SE), é “proteger os interesses do consumidor, reduzir a vulnerabilidade externa e as mudanças constantes dos preços internos”.
Carvalho é um crítico da fórmula atual de cálculo dos preços dos combustíveis, com base na Paridade de Preços Internacionais (PPI). “Percebe-se que a adoção do PPI tem consequências para toda a economia, em detrimento dos mais vulneráveis. Neste sentido, reforça-se a necessidade de debater a política de preços da Petrobras, o modo como ela incentiva as importações e as alternativas a ela”, disse.
O Congresso Nacional retorna do recesso no dia 2 de fevereiro e esse é um tema que deve tomar conta da agenda dos parlamentares.
Existe ainda outro projeto sobre o tema tramitando na Casa, o PL 3.450/2021. Ele proíbe a vinculação dos preços dos combustíveis derivados de petróleo aos preços das cotações do dólar e do barril de petróleo no mercado internacional. Pelo texto, a Petrobras não poderia vincular os preços dos combustíveis derivados de petróleo como o óleo diesel, a gasolina e o gás natural.
O autor desse segundo projeto, Jader Barbalho (MDB-PA), lembrou que a política de preços da Petrobras adotada em 2016 vincula a cotação do dólar ao preço do combustível pago pelo consumidor. “Ou seja, quando o dólar está alto, o preço do barril de petróleo também sobe, impactando diretamente no preço do combustível brasileiro”.
Fonte: Agência Brasil
Fotografia: PedroGontijo/Divulgação/Senado Federal
ACM Neto detona: “A Embasa está aparelhada politicamente pelo PT e quem paga o preço é o povo”
terça-feira, 18 de janeiro de 2022Câmara retoma trabalho remoto após aumento de casos de covid-19
terça-feira, 18 de janeiro de 2022De Roma para Rui Costa: “É inadmissível que a pessoa possa ter tamanha ingratidão com o presidente”
segunda-feira, 17 de janeiro de 2022Roma detona Rui Costa: “O senhor é correria só no nome”
domingo, 16 de janeiro de 2022Gilson Machado, ministro do Turismo testa positivo para covid-19
sábado, 15 de janeiro de 2022Sergio Moro é diagnosticado com covid-19
sexta-feira, 14 de janeiro de 2022Prefeito Bruno Reis avalia abrir mão de autorização para vacina em crianças
sexta-feira, 14 de janeiro de 2022Depois de fazer exames em São Paulo, Leão diz que está com “saúde acima da média”
sexta-feira, 14 de janeiro de 2022Ministra Damares Alves testa positivo para a covid-19
quinta-feira, 13 de janeiro de 2022ACM Neto testa positivo para Covid-19
quarta-feira, 12 de janeiro de 2022Plano de saúde do Senado bate recorde de despesas; valores milionários
quarta-feira, 12 de janeiro de 2022Presidente nega ter acusado diretor da Anvisa de corrupção
terça-feira, 11 de janeiro de 2022
Negou. O presidente Jair Bolsonaro negou nesta segunda-feira 10/1 ter acusado o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, de corrupção.
“Eu me surpreendi com a carta dele. Carta agressiva, não tinha motivo para aquilo. Eu falei o que estava por trás do que a Anvisa vem fazendo. Não acusei ninguém de corrupção. Por enquanto, não tenho nada que fazer no tocante a isso aí”, afirmou em entrevista à rádio Jovem Pan, retransmitida nas redes sociais do presidente.
Em seguida, Bolsonaro avaliou o trabalho da agência e comentou sobre a nomeação de Barra Torres para o cargo, no início do governo.
“Eu acho que a Anvisa, acredito que o trabalho poderia ser diferente. Eu o nomeei para lá. Depois da nomeação, ele ganhou luz própria. Eu espero que ele acerte na Anvisa. Mas nós não tivemos nenhum atrito a ponto tal de ele falar que eu tinha que indicar qualquer indício de corrupção”, acrescentou.
No sábado (8), Barra Torres divulgou nota em que nega a existência de interesses ocultos por trás da aprovação da vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra covid-19. No texto, ele pede retratação ao presidente Jair Bolsonaro sobre fala relacionada ao assunto.
A carta foi uma resposta à Jair Bolsonaro, que durante entrevista para uma rádio, na semana passada, questionou o interesse da Anvisa com a aprovação da vacina da Pfizer contra covid-19 para crianças nessa faixa etária. “Qual o interesse da Anvisa por trás disso aí?”, perguntou.
Na nota, Barra Torres disse que se o presidente tiver informações que indiquem corrupção deveria determinar investigação policial. “Agora, se o senhor não possui tais informações ou indícios, exerça a grandeza que o seu cargo demanda e, pelo Deus que o senhor tanto cita, se retrate. Estamos combatendo o mesmo inimigo e ainda há muita guerra pela frente. Rever uma fala ou um ato errado não diminuirá o senhor em nada. Muito pelo contrário”, escreveu o diretor-presidente da Anvisa.
Fotografia/Fonte: Agência Brasil
Prefeitura encaminha projeto de lei que institui políticas de saúde mental
terça-feira, 11 de janeiro de 2022Governador reduz público em eventos na Bahia
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022Governador volta atrás e anuncia que vai reduzir quantidade de pessoas em eventos na Bahia
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022
Desistiu. Rui Costa, governador da Bahia, confirmou que vai alterar o limite máximo de pessoas em festas e eventos no Estado. O líder do executivo deve diminuir o número estabelecido de até cinco mil pessoas, que está em vigor desde novembro de 2021. O novo decreto deve ser publicado nos próximos dias. “Independente do tipo e motivação, em locais públicos ou privados. Infelizmente estamos vivendo um novo surto”, disse em entrevista.
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Fotografia: Reprodução
“É mais fácil eu sair nu nas ruas de Salvador do que ser candidato”, detona Lúcio
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022Eleições 2022: As novidades na propaganda eleitoral
domingo, 9 de janeiro de 2022
Se ligue. Já está publicada no Diário da Justiça Eletrônico a Resolução 23.610, que disciplinaa propaganda eleitoral, a utilização e geração do horário gratuito e as condutas ilícitas em campanha eleitoral.
A norma incorporou sugestões e atualizou as regras para as Eleições 2022, entre elas, a possibilidade de realizar shows e eventos com o objetivo específico de arrecadar recursos para a campanha, o impulsionamento de conteúdo e a punição para quem espalha desinformação.
Confira alguns destaques:
Impulsionamento de conteúdo
De acordo com a resolução, o impulsionamento de conteúdo na internet é permitido a partir da pré-campanha, desde que não haja o disparo em massa – ou seja, envio, compartilhamento ou encaminhamento de um mesmo conteúdo, ou de variações deste – para um grande volume de usuárias e usuários por meio de aplicativos de mensagem instantânea. Além disso, não pode haver pedido explícito de votos, e o limite de gastos deve ser respeitado.
É importante destacar que apenas as empresas cadastradas na Justiça Eleitoral poderão realizar o impulsionamento de propaganda eleitoral, uma vez que é necessário identificar quem contratou os serviços.
Desinformação
Além de proibir a veiculação de propaganda com o objetivo de degradar ou ridicularizar candidatas e candidatos, a resolução agora também proíbe a divulgação ou compartilhamento de fatos sabidamente inverídicos ou gravemente descontextualizados que atinja a integridade do processo eleitoral.
Isso quer dizer que eventuais mentiras espalhadas intencionalmente para prejudicar os processos de votação, de apuração e totalização de votos poderão ser punidos com base em responsabilidade penal, abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação.
Dados pessoais
Para se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o uso de dados pessoais por qualquer controlador ou operador para fins de propaganda eleitoral deverá respeitar a finalidade para a qual o dado foi coletado. Além disso, a resolução prevê que partidos, federações ou coligações deverão disponibilizar ao titular dos dados informações sobre o uso desses dados, bem como deixar um canal de comunicação aberto que permita ao candidato pedir a eliminação de divulgação de determinada informação.
Coligação e Federação
Na propaganda para eleição majoritária, a federação e a coligação serão obrigadas a informar as legendas de todos os partidos políticos que as integram. No caso de coligação integrada por federação partidária, deve ser informado o nome da federação e de todos os partidos políticos, inclusive daqueles reunidos em federação.
Showmício
É proibida a realização de showmício, presencial ou transmitido pela internet, para promoção de candidatas e candidatos e a apresentação, remunerada ou não, de artistas com a finalidade de animar comício e reunião eleitoral. A única exceção é a realização de shows e eventos com o objetivo específico de arrecadar recursos para a campanha, sem que haja pedido de voto.
A proibição de realizar shows também não se estende a candidatas e candidatos que sejam profissionais da classe artística – como cantoras, cantores, atrizes, atores, apresentadoras e apresentadores –, que poderão exercer as atividades normais de sua profissão durante o período eleitoral, desde que não apareçam em programas de rádio e de televisão nem utilizem tais eventos para promover a candidatura.
Materiais de campanha
No dia da eleição, o eleitor poderá revelar a sua preferência por determinado candidato desde que seja por meio de manifestação silenciosa a partir do uso de bandeiras, broches, dísticos, adesivos, camisetas e outros adornos semelhantes. No entanto, é proibida a aglomeração de pessoas com vestuário padronizado que caracterize uma manifestação coletiva.
Uso de outdoor
A propaganda eleitoral por meio de outdoors é proibida, uma vez que extrapola o tamanho permitido por lei (50 centímetros por 40 centímetros de dimensão – Lei das Eleições – artigo 38, parágrafo 3º). Os partidos políticos, as federações, as coligações, as candidatas e os candidatos e até mesmo a empresa responsável por instalar outdoor poderão pagar multa no valor de R$ 5 a R$ 15 mil reais.
Fonte: TSE
Fotografia: Divulgação
















