BRASIL
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domingo, 29 de novembro de 2020Oi fecha acordo e vai pagar R$ 7 bilhões para União
sábado, 28 de novembro de 2020
Em recuperação judicial desde 2016, o grupo de telecomunicações Oi fechou um acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU) para obter um desconto de 50% na dívida de R$ 14,3 bilhões com a União. Os débitos vinham de 198 multas aplicadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) à operadora.
Segundo o acordo anunciado pela AGU, os 50% restantes da dívida serão parcelados da seguinte forma. Um total de R$ 1,8 bilhão depositados pela Oi na Justiça serão convertidos em renda para a Anatel, como pagamento das primeiras parcelas. O valor remanescente será dividido em prestações para o Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel), cujos recursos são uma das fontes de financiamento da Anatel.
Em nota, a AGU informou que esse é o maior acordo da história fechado pelo órgão e pela Anatel. Com o procedimento, foram extintas 1.117 ações de execução fiscal, 199 ações anulatórias, 82 ações cautelares e 300 embargos à execução.
Segundo a AGU, o acordo foi firmado com base na Lei 13.988/2020, que permite que grandes empresas em recuperação judicial possam quitar as dívidas com a União com descontos de até 50% e parcelamento em até 84 meses.
Quinta-feira, dia 27/11, a Oi tinha levantado R$ 1,4 bilhão com o leilão de torres de telefonia e centrais de processamento de dados. O novo plano de recuperação judicial da operadora, aprovado em setembro, prevê a venda de ativos para pagar credores e concentrar-se em investimentos de fibra ótica, que serão a prioridade da companhia de agora em diante. Fonted: Agência Brasil
Fotografia: Divulgação
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terça-feira, 24 de novembro de 2020Internada com coronavírus, jornalista Leda Nagle fala da doença
terça-feira, 24 de novembro de 2020
Se recuperando. A jornalista Leda Nagle, que está internada em um hospital de São Paulo com coronavírus, usou o perfil no Instagram na segunda-feira, dia 23/11, para tranquilizar os seguidores o estado de saúde. Em um vídeo, Leda Nale diz que está bem, evoluindo e agradece as orações.
“Estou indo muito bem, os exames estão muito bem sem febre e dor de cabeça há muitos dias. Toda medicada e orientada. Passei para agradecer mesmo. Acho que vou fazer um milhão de seguidores no meu canal no Youtube aqui no hospital”, disse.
https://www.instagram.com/p/CH8lXclFZZ_/
Fotografia: Reprodução/Instagran
Sodoma e Gomorra: Cidade refém do terror com assalto a bancos, tiroteio e incêndio
terça-feira, 24 de novembro de 2020Atenção: Cancelamento do Auxílio emergencial pode ser contestado
domingo, 22 de novembro de 2020
Começou neste sábado 21/11, o prazo de contestação para beneficiários do Bolsa Família que receberam o auxílio emergencial e o auxílio emergencial extensão, mas tiveram o pagamento cancelado.
Para quem obteve apenas o auxílio emergencial extensão, que é de R$ 300, a data final de contestação do cancelamento vai até amanhã (22). Para quem recebeu as parcelas regulares do auxílio emergencial, que foram de R$ 600, o prazo vai até 30 de novembro para registro de reclamações.
O governo não informou os prazos de análise dos processos que serão recebidos. Caso a análise do cadastro do beneficiário seja positiva, a conta voltará a receber as parcelas do benefício no mês subsequente.
Conforme o governo, as informações cadastrais dos beneficiados são cruzadas com diversas bases de dados, o que pode resultar em situações incompatíveis com as exigências de cadastro para o benefício.
Pessoas com renda acima da regra, ocupantes de cargos eletivos, militares, servidores públicos e portadores de CPFs (Cadastro de Pessoa Física) em situação irregular na Receita Federal não podem receber as parcelas do auxílio emergencial.
Para registrar a ocorrência
Para registrar uma queixa sobre a suspensão do auxílio, basta acessar o portal Dataprev de consulta do auxílio emergencial e preencher as informações básicas do beneficiado, com nome completo, CPF, data de nascimento e nome da mãe.
Após o login, o beneficiado poderá ver a razão da suspensão do auxílio e contestá-la. Uma nova análise cadastral será feita para checar irregularidades.



















