POLÍTICA
Motorista de Bruno Reis testa positivo para coronavírus
terça-feira, 19 de maio de 2020Outra vez: Carlos Bolsonaro provoca ACM Neto de novo
segunda-feira, 18 de maio de 2020Suspensão de aulas e eventos continua por mais 15 dias na Bahia
segunda-feira, 18 de maio de 2020Prefeitura de Salvador muda de ideia e suspende medidas restritivas na Boca do Rio e Nazaré
segunda-feira, 18 de maio de 2020Teste do vice-presidente para covid-19 dá negativo
segunda-feira, 18 de maio de 2020Presidente Bolsonaro vai a manifestação em frente ao Palácio do Planalto
domingo, 17 de maio de 2020
Domingo, 17/5, dia ensolarado em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro saiu do Palácio da Alvorada, residência oficial, para ver a manifestação de apoio ao seu governo em frente ao Palácio do Planalto. A presença do presidente da República foi transmitida ao vivo nas redes sociais a partir das 12h20.
Na rampa do Palácio do Planalto, Bolsonaro classificou a manifestação de “espontânea” e “pacífica”. “Sem nenhuma faixa agressiva a quem quer que seja”, disse. De acordo com o presidente, participou do ato “um pessoal que tem a democracia, a liberdade, o patriotismo acima de tudo”.
“É muito gratificante, honroso da minha parte, do meu ministério, receber uma manifestação de apoio nesse sentido. Isso fortalece a todos nós aqui em Brasília numa busca de conseguir meios não só para combater esse vírus que tem ceifado vidas num momento que preocupa a todos nós, bem como proporcionar dias melhores para a nossa população através das boas políticas implementadas em especial pelo Poder Legislativo e pelo Poder Executivo”, ressaltou o presidente.
O presidente disse que “não existe preço para nós políticos ter uma manifestação espontânea dessa maneira, vinda do coração, da alma do povo brasileiro que, repito, quer acima de tudo liberdade, quer democracia, quer o respeito”.
O presidente assegurou que o país vai se recuperar da crise provocada pela covid-19. “Nós vamos conseguir mudar o destino do Brasil, apesar dessa crise que tem afetado o mundo todo.”
Além do presidente, estiveram no evento os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Onyx Lorenzoni (Cidadania), Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações), André Mendonça (Justiça e Segurança Pública). Fonte: Agência Brasil
Fotografia: José Cruz/Divulgação/Agência Brasil
Perfis oficiais do Governo recebem denúncias de fake news
sábado, 16 de maio de 2020
Combate. O enfrentamento ao flagelo das fake news ganhou um reforço na Bahia. O Governo do Estado colocou à disposição da população todos os seus canais de comunicação, a fim de que as pessoas possam tirar dúvidas sobre informações ou mesmo denunciar notícias falsas disseminadas nas redes sociais e até na imprensa. As fake news também podem ser denunciadas através do Whatsapp (71) 9 9646-4095 ou pelo site www.bahiacontraofake.com.br.
A medida é parte do esforço do Governo de garantir à população o acesso à informação, com qualidade e segurança. De acordo com o secretário estadual de Comunicação, André Curvello, a medida foi adotada após reunião com os demais secretários de Comunicação do Nordeste, uma vez que a região tem sido alvo constante de falseadores da verdade.
Diversas iniciativas semelhantes estão sendo adotadas, inclusive com edição de leis e normas para punição dos propagadores de materiais do tipo. Na Bahia, outra ação foi o encaminhamento à Assembleia Legislativa de um projeto de lei visando tipificar a conduta criminosa, a fim de coibir esse fenômeno. O projeto foi elaborado pela Secretaria de Comunicação do Estado (Secom).
As denúncias vão refletir em um relatório, que será encaminhado à CPI das Fake News e ao Supremo Tribunal Federal, que já instaurou inquérito sobre o tema. André Curvello lembra que até ministros do STF já foram vítimas de notícias falsas com objetivo de atingir a honra dos membros da mais alta Corte da Justiça.
O secretário citou um estudo que aponta que entre 30% e 40% do tempo dos órgãos oficiais de comunicação são destinados a desmentir notícias falsas. Outros dados revelam um valor estimado em R$ 5 milhões mensais que são injetados para abastecer a milícia digital que produz e dissemina fake news no país.
Transparência
Curvello alerta ainda para o terreno fértil que as fake news encontra na sociedade, que não desenvolveu o hábito de apenas compartilhar informação que saiba ser verdadeira. “Peço que as pessoas pensem antes de compartilhar qualquer informação no Whatsapp, porque há vidas em jogo, reputações e instituições que são prejudicadas apenas pela disseminação de informações falsas”.
Ele destacou que a Secretaria de Comunicação tem feito um grande esforço para manter todos os veículos de comunicação abastecidos com o máximo de informações seguras, mas tudo baseado na transparência. “Nossa equipe está em campo, no dia a dia, garantindo que a informação chegue a todos os locais, com qualidade. Trabalhamos no sentido de levar a melhor informação, com responsabilidade e transparência, a todos os baianos, sob orientação do governador Rui Costa”, disse Curvello.
Fotografia/fonte: Secom/GOVBA
Carlos Bolsonaro provoca ACM Neto com vídeo falando de carnaval
sábado, 16 de maio de 2020Presidente Bolsonaro reconduz Aleluia e Marun ao conselho de Itaipu
sábado, 16 de maio de 2020Nelson Teich deixa o Ministério da Saúde
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quinta-feira, 14 de maio de 2020Leo Prates tem filhos, irmãs e cunhados com coronavírus
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quarta-feira, 13 de maio de 2020Presidente Bolsonaro quer cloroquina para pacientes com sintomas leves de covid-19
quarta-feira, 13 de maio de 2020
Nova decisão. O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira, dia 13/5, que vai conversar com o ministro da Saúde, Nelson Teich, para incluir o uso da cloroquina, e seu derivado hidroxicloroquina, no protocolo de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) de pacientes com sintomas leves de covid-19.
“O meu entendimento, ouvindo médicos, é que ela deve ser usada desde o início por parte daqueles que integram o grupo de risco. [Para] pessoas com comorbidades ou de idade, já deve ser usada a hidroxicloroquina”, disse Bolsonaro ao deixar o Palácio da Alvorada.
Para o presidente, “pode dar certo, pode não dar certo [a cura do paciente]”, mas enquanto não houver medicamento eficaz contra a covid-19, a cloroquina deveria ser utilizada. “Apesar de saberem que não tem confirmação científica da sua eficácia, mas como estamos em uma emergência, a cloroquina, que sempre foi usada desde 1955, e agora com a azitromicina, pode ser um alento para essa quantidade enorme de óbitos que estamos tendo no Brasil”, disse.
Originalmente a droga é indicada para doenças como malária, lúpus e artrite, mas tem sido usada e estudada, em associação com outros medicamentos, para o tratamento da covid-19.
No Brasil, o Ministério da Saúde incluiu em seus protocolos a sugestão de uso da cloroquina em pacientes hospitalizados com gravidade média e alta, mas mantendo a norma corrente na medicina de que cabe ao médico a decisão sobre prescrever ou não a substância ao paciente.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) não recomenda o uso da droga, mas autorizou a prescrição em situações específicas, inclusive em casos leves, a critério do médico e em decisão compartilhada com o paciente.
“Está sendo usado largamente no Brasil, mas não na rede SUS. Na rede SUS o médico tem uma cartilha, que é o protocolo, se ele usa algo diferente daquilo ele vai ser responsabilizado. E lá está escrito que é apenas para caso grave”, argumentou o presidente.
Fonte: Agência Brasil
Fotografia: Marcello Casal Jr/Divulgação/Agência Brasil
















