POLÍTICA
Morre o vereador Daniel Rios
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021Neto X Roma: Novos capítulos, novas exonerações
domingo, 14 de fevereiro de 2021Rui alerta para colapso no sistema de saúde: “Momento é muito grave”
domingo, 14 de fevereiro de 2021Mãe do presidente Jair Bolsonaro recebe vacina contra o coronavírus
sábado, 13 de fevereiro de 2021De ACM Neto para João Roma: “Desconsidera amizade pessoal”
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021João Roma é o novo ministro da Cidadania
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021Coronel provoca PT após lançar Wagner ao governo: “Ninguém deve se achar eternamente dono do povo”
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021Governador se reúne com prefeitos para decidir volta às aulas
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021Rui comemora medida provisória que estabelece prazos para liberação de vacinas
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021Urgente: Notícia sobre o novo auxílio emergencial
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, dia 11/2, que o novo auxílio emergencial para os trabalhadores informais pode começar a ser pago em março e deve durar entre três e quatro meses. Segundo ele, o valor não está definido e o início dos repasses está em negociação com o Congresso Nacional, que precisa aprovar um projeto de lei instituindo novamente a medida.
“Tá quase certo, né? Não sabemos o valor. Com toda a certeza, pode não ser, né?, a partir de março, [por] três, quatro meses, [é o] que está sendo acertado com o Executivo e com o Parlamento também”, afirmou em uma rápida entrevista à imprensa concedida após um evento em Alcântara (MA), para entrega de títulos de terra.
O novo auxílio emergencial substituirá o auxílio pago ao longo ano passado, como forma de conter os efeitos da pandemia de covid-19 sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais. Inicialmente, o auxílio emergencial contou com parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil (no caso das mães chefes de família), por mês, a cada beneficiário. Projetado para durar três meses, o auxílio foi estendido para o total de cinco parcelas e, em setembro de 2020, foi liberado o Auxílio Emergencial Extensão de R$ 300 (R$ 600 para as mães chefes de família), com o máximo de quatro parcelas mensais. O último pagamento do benefício ocorreu no final de janeiro. Cerca de 67 milhões de pessoas foram contempladas com o programa.
Ainda na entrevista, Bolsonaro falou que é preciso ter responsabilidade fiscal e defendeu a normalização do comércio. “Agora, não basta apenas conceder mais um período de auxílio emergencial. O comércio tem que voltar a funcionar, tem que acabar com essa história de fecha tudo. Devemos cuidar dos mais idosos e de quem tem comorbidades. O resto tem que trabalhar. Caso contrário, se nós nos endividarmos muito, o Brasil pode perder crédito, né?, e daí a inflação vem, a dívida já está em R$ 5 trilhões, e daí vem o caos. E ninguém quer isso aí”.
Fotografia: Alan Santos/Divulgação/PR
Depois de 14 anos, Luizinho Sobral deixa o Podemos
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021Presidente Bolsonaro escolhe João Roma para o ministério da Cidadania
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021Demissão de mais de 500 comissionados não afeta funcionamento da Câmara
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021Rui Costa decreta luto oficial pela morte de Roberto Santos
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021Morre o ex-governador Roberto Santos
terça-feira, 9 de fevereiro de 2021Senador José Maranhão morre aos 87 anos de covid-19
terça-feira, 9 de fevereiro de 2021
Política de luto. O senador José Maranhão (MDB-PB), de 87 anos, morreu na segunda-feira, dia 8/2, em São Paulo em por conta de complicações da covid-19. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), decretou luto oficial de 24 horas pela morte do senador paraibano.
Após votar no segundo turno das eleições municipais, o senador passou mal e foi levado ao hospital para fazer exames. No dia 3 de dezembro, ele foi transferido para o Hospital Nova Star, em São Paulo, com insuficiência respiratória provocada pela covid-19, quadro que evoluiu para uma pneumonia viral.
O corpo de José Maranhão será levado para Araruna (PB), sua cidade natal, onde ele será enterrado. José Maranhão era o senador mais velho da atual legislatura. Sua suplente, Nilda Gondim (MDB-PB), vai assumir a vaga de Maranhão no Senado. Desde janeiro, Nilda Gondim estava exercendo o cargo.
Maranhão foi empresário e advogado formado pela Universidade Federal da Paraíba. Ele exerceu o mandato de deputado estadual por quatro vezes (1955-1969), foi deputado federal em três legislaturas (1983-1995), inclusive durante a Assembleia Nacional Constituinte. Atualmente, era presidente estadual do MDB.
Em 1994, Maranhão foi vice-governador da Paraíba durante a gestão de Antonio Mariz e assumiu o cargo quando Mariz morreu em 1995. Foi reeleito em 1998. Em 2000, José Maranhão se elegeu para seu primeiro mandato como senador. Em 2006 voltou a concorrer ao governo estadual, mas perdeu para Cássio Cunha Lima. Com a cassação de Cunha Lima, em 2009, Maranhão voltou a ocupar o cargo de governador da Paraíba. Em 2014 foi eleito senador pela segunda vez.
José Maranhão foi o segundo senador a morrer de covid-19. Em outubro de 2020, Arolde de Oliveira morreu após cerca de um mês internado.
Fonte: Agência Brasil
Fotografia: Divulgação/Agência Senado


















