BRASIL
Polícia Federal deflagra operação contra corrupção em compra de respiradores
quarta-feira, 10 de junho de 2020Rodrigo Maia sugere corte de salários para prorrogar auxílio de R$ 600
terça-feira, 9 de junho de 2020Ministro da Economia confirma mais 2 meses de auxílio emergencial
terça-feira, 9 de junho de 2020
O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou nesta terça-feira 9/6, que o auxílio emergencial será prorrogado por mais dois meses, conforme já havia sido anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro e que, durante esse tempo, o setor produtivo pode se preparar para retomar as atividades, com a adoção de protocolos de segurança. “E depois [a economia] entra em fase de decolar novamente, atravessando as duas ondas [da pandemia e do desemprego]”, disse Guedes, durante a 34ª Reunião do Conselho de Governo.
O auxílio é um benefício financeiro concedido pelo governo federal a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados, e visa fornecer proteção no período de enfrentamento à crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, causador da covid-19. Inicialmente, a previsão era o pagamento de três parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras).
O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, já tinha informado que a eventual prorrogação do auxílio emergencial por mais dois meses deve elevar o custo do programa para um valor entre R$ 202 bilhões e R$ 203 bilhões.
Fotografia/Fonte: Agência Brasil
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domingo, 7 de junho de 2020Coronavírus: Brasil registra mais de 35 mil mortes
sábado, 6 de junho de 2020
Deus é mais. O balanço divulgado nesta sexta-feira 5/6, pelo Ministério da Saúde mostra que nas últimas 24 horas foram registrados mais 1.005 óbitos por covid-19 no Brasil. Nesse período foram confirmados mais 30.830 casos da doença e 11.977 recuperados.
Até quinta-feira 4/6, o total de casos confirmados de covid-19 no país era de 645.771; 34.021 mortes e 254.963 recuperados. Com o acréscimo, vai a 35.026 o total de óbitos.
Os estados que mais registraram casos confirmados do novo coronavírus nas últimas 24 horas foram São Paulo (5.365), Bahia (2.965), Pará (2.911), Maranhão (2.684) e Rio de Janeiro.
São Paulo também registrou o maior número de mortes nesse período, 282; seguido por Rio de Janeiro (146), Pará (122), Ceará (77) e Pernambuco (71).
Os estados com o menor registro de novos casos foram Mato Grosso do Sul (72), Rio Grande do Norte (158), Acre (263), Mato Grosso (287) e Tocantins (301).
Mato Grosso do Sul relatou uma morte nas últimas 24 horas.

Fotografia/Fonte: Agência Brasil
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sábado, 6 de junho de 2020Auxílio emergencial: Caixa libera pagamento para novos aprovados
sexta-feira, 5 de junho de 2020
Olha a novidade. Cerca de 200 mil brasileiros que estavam com o auxílio emergencial em análise ou reanálise tiveram o benefício liberado, informou nesta sexta-feira 5/6, a Caixa Econômica Federal. O banco recebeu da Dataprev, estatal de tecnologia responsável pelo processamento dos cadastros, o resultado da análise de 700 mil pedidos, dos quais 500 mil foram negados e 200 mil aprovados.
O calendário de pagamento para os novos beneficiários ainda será divulgado. Nos últimos dias, a Caixa esclareceu que quem tiver o auxílio liberado receberá as parcelas com intervalo de 30 dias entre elas.
Com a nova lista de processamento, o número de pessoas com o pedido de auxílio emergencial processado subiu de 101,2 milhões para 101,9 milhões. Desse total, 59,2 milhões foram considerados elegíveis, tendo o benefício liberado, e 42,7 milhões tiveram o benefício negado. Até quinta-feira 4/6, o total de benefícios liberados estava em 59 milhões, e os negados somavam 42,2 milhões.
O número de pedidos em análise caiu para 10,2 milhões nesta sexta-feira 5/6. Desse total, 5,2 milhões de cadastros estão em primeira análise e 5 milhões em segunda ou terceira análise, quando o cadastro foi considerado inconsistente, e a Caixa permitiu a contestação da resposta ou a correção de informações. O cadastro no programa pode ser feito no aplicativo Caixa Auxílio Emergencial ou no site auxilio.caixa.gov.br.
Fotografia/Fonte: Agência Brasil
Se ligue: Caixa libera 2ª parcela para mais de 2 milhões de beneficiários de auxílio
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sexta-feira, 5 de junho de 2020Auxílio emergencial: Presidente da Câmara defende prorrogação do benefício
quinta-feira, 4 de junho de 2020
E aí ? O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse nesta quinta-feira 4/6, esperar uma proposta oficial do governo sobre a prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 por mais 60 dias, para então dar início ao debate sobre o tema no Parlamento.
O projeto aprovado no Congresso e sancionado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, no início de abril, prevê o pagamento da renda mínima por três meses para trabalhadores informais, integrantes do Bolsa Família e pessoas de baixa renda.
“A gente sabe das dificuldades, entende a preocupação do governo e gostaria de ter uma posição oficial do governo. Que ele encaminhe a matéria ao Parlamento para que a gente possa fazer o debate transparente”, disse Maia.
O governo já sinalizou a possibilidade de estender mais duas parcelas do benefício, mas com valor reduzido. Durante coletiva, Maia disse que há um sentimento favorável por parte dos parlamentares para a prorrogação do auxílio, mas que precisa de uma proposta oficial do governo para iniciar os debates em torno dos recursos para a prorrogação do auxílio. Segundo Maia, é preciso debater o impacto fiscal da prorrogação junto com a equipe econômica.
“Se dependesse dos parlamentares teria ao menos mais duas ou três parcelas no mesmo valor de R$ 600. Mas tem o impacto, ninguém está negando o impacto, nem o governo a necessidade de prorrogação do benefício”, disse. “Sabemos que existe um custo e a construção da manutenção do valor por algum período precisa estar baseada também em construir as condições de forma coletiva com a equipe econômica e com o parlamento”, acrescentou.
Fotografia/Fonte: Agência Brasil
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quarta-feira, 3 de junho de 2020
O balanço diário divulgado na segunda-feira 2/6, pelo Ministério da Saúde trouxe 28.936 novas pessoas infectadas com o novo coronavírus, totalizando 555.383. O resultado marcou um acréscimo de 5,4% em relação a ontem (1º), quando o número de pessoas infectadas estava em 526.447.
A atualização do Ministério da Saúde revelou 1.262 novas mortes, chegando a 31.199, o maior número de óbitos em 24 horas desde o início da pandemia. O resultado representou um aumento de 4,2% em relação a ontem, quando foram contabilizados 29.937 falecimentos por covid-19.
Em geral, aos domingos e segundas os números são menores em razão das limitações de alimentação do banco de dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana e são maiores às terças-feiras pelo acúmulo de registros dos dias anteriores.
Do total de casos confirmados, 300.546 estão em acompanhamento e 223.638 foram recuperados. Há ainda 4.312 óbitos sendo analisados.
São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (7.994). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (5.686), Ceará (3.421), Pará (3.040) e Pernambuco (2.933).
Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (2.102), Maranhão (997), Bahia (736), Espírito Santo (664), Alagoas (482), Paraíba (379), Rio Grande do Norte (341), Minas Gerais (289), Rio Grande do Sul (245), Amapá (237), Paraná (199), Distrito Federal (177), Piauí (180), Rondônia (172), Sergipe (172), Santa Catarina (148), Acre (165), Goiás (151), Roraima (120), Tocantins (79), Mato Grosso (70) e Mato Grosso do Sul (20).
Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (118.7556), Rio de Janeiro (47.953), Ceará (53.073), Amazonas (43.195) e Pará (41.207). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Maranhão (36.625), Pernambuco (35.508), Bahia (21.430), Espírito Santo (15.151) e Paraíba (14.859).
De acordo com o mapa global da universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, o Brasil é o 2º colocado em número de casos, atrás apenas dos Estados Unidos (1,82 milhão). O país é o 4º no ranking de mortes em decorrência da covid-19, atrás de Itália (33.530), Reino Unido (39.451) e Estados Unidos (106.046). A posição do país desce quando os números são comparados à população.
Fotografia/Fonte: Agência Brasil


















