POLÍTICA
Flávio Bolsonaro reúne multidão durante ato político no Farol da Barra, em Salvador
sábado, 17 de outubro de 2026
Muita gente. O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) participa, neste sábado (17/10), de um ato político no Farol da Barra, em Salvador. A mobilização reúne uma multidão na orla da capital baiana e conta com a presença de aliados e lideranças políticas.
Entre os participantes estão o ex-prefeito ACM Neto (União Brasil), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o presidente do PL na Bahia, João Roma, além do prefeito Bruno Reis (União Brasil) e do deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP).
A concentração começou no Morro do Cristo, de onde os apoiadores seguem em caminhada até o Farol da Barra, local do comício. Antes dos discursos, a programação inclui o chamado “Bloquinho do 22”, com elementos do Carnaval Verde e Amarelo.
O ato integra a agenda de campanha de Flávio Bolsonaro na Bahia durante o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.
Homenagem liberada
O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ) autorizou a Câmara de Salvador a realizar neste sábado a entrega do Título de Cidadão da Cidade do Salvador a Flávio Bolsonaro, no Farol da Barra. A decisão também derrubou a multa de R$ 500 mil, mas o processo ainda será analisado no mérito.
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Fotografia: Max Haack/Divulgação
Flávio Bolsonaro tem 52% e Lula, 48% dos votos válidos no 2º turno, diz pesquisa
sábado, 17 de outubro de 2026
Olha aí. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 52% das intenções de votos válidos, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. Os números são da pesquisa Gerp e foram divulgados na sexta-feira (16/10).
Com o resultado, que desconsidera os votos brancos e nulos, Flávio aparece numericamente à frente do petista. A diferença entre os candidatos, no entanto, está dentro da margem de erro do levantamento, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A Gerp ouviu 2.400 eleitores por telefone, entre os dias 14 e 16 de outubro. O levantamento tem nível de confiança de 95,55% e foi realizado com recursos próprios do instituto. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05187/2026.
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Fotografias: Vittor Sales/Campanha de Flávio Bolsonaro e Ricardo Stuckert/Campanha de Lula
ACM Neto reforça apoio a Flávio Bolsonaro e dispara: “Colocando minha história em jogo”
sábado, 17 de outubro de 2026
Olha aí. O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil) voltou a reforçar apoio a Flávio Bolsonaro na corrida para a Presidência da República. Em declaração realizada nesta sexta-feira (16/10), em Campo Formoso, na Bahia, ele afirmou que está colocando a história política em jogo por acreditar no potencial do representante da direita para o estado baiano.
“Eu estou colocando a minha história, eu estou colocando o prestígio político que reuni ao longo da minha vida pública, na minha terra e com o meu povo, nesse momento em jogo. Porque eu acredito, eu aposto e eu tenho certeza que Flávio será o melhor presidente que a Bahia já teve”, declarou ACM Neto.
O ato contou com a presença de Alfredo Gaspar, candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, além do deputado federal Elmar Nascimento, do deputado estadual Júnior Nascimento, do prefeito de Campo Formoso, Elmo Nascimento, e do prefeito de Senhor do Bonfim, Laércio Júnior.
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Fotografia: Divulgação
Congresso promulga emenda do fim da 6×1; escala 5×2 começa em 60 dias
sexta-feira, 16 de outubro de 2026
Olha aí. O Congresso Nacional promulgou, nesta sexta-feira (16/10), a Emenda Constitucional nº 141 de 2026, que põe fim à escala de seis dias de trabalho e apenas um de descanso (6×1) e prevê a escala 5×2, com duas folgas por semana, para todos os trabalhadores do Brasil dentro de dois meses.

A nova Emenda foi promulgada em sessão solene com participação dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP); da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB); e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Ministros de estado, senadores e deputados da base aliada lotaram o plenário do Senado. Lideranças da oposição não compareceram à sessão.
O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, destacou que os impactos da medida “são incalculáveis”.
“Quanto vale mais tempo para cuidar de si e de quem se ama? Para milhões de pessoas que precisam trabalhar seis, às vezes sete dias por semana, a resposta é simples, essas coisas não tem preço, tem valor.”
Alcolumbre acrescentou que foi preciso “muita coragem” para enfrentar um assunto que “tanta gente preferia deixar para depois”.
“Um assunto que divide opiniões, que afeta as relações de trabalho e mexe com a vida de milhões de famílias. Quando o tema é complexo, o mais cômodo é deixar para lá e não enfrentar. Mas o Legislativo brasileiro escolheu o caminho certo, não o caminho fácil”, completou o presidente do Senado.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que o fim da 6×1 alcança milhões de brasileiros que “acordam antes do amanhecer, atravessam cidades inteiras e dedicam grande parte de seus dias ao trabalho”.
Motta acrescentou que os impactos da mudança para os micro e pequenos negócios serão mitigados pela aprovação do aumento do limite anual de faturamento dos MEIs dos atuais R$ 80 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.
“O texto também permite a contratação de até dois funcionários por microempreendedor, garantindo assim que o MEI possa ter um funcionário a mais do que aquele que é permitido atualmente. Afinal, fortalecer o MEI é fortalecer milhões de famílias brasileiras”, completou Motta.
Após a promulgação, o presidente Lula comemorou a medida e criticou os grupos que atacaram a PEC alegando que ela iria quebrar o Brasil.
“Eu lembro da campanha do 13º salário, no começo dos anos 1960, foi a mesma coisa: vai quebrar as empresas! Vai afundar as empresas! No mundo inteiro não tem isso. Não quebrou as empresas. O dado concreto é que toda vez que os trabalhadores conseguem um benefício, ele vive um pouco mais, ele tem um pouco mais de prazer na vida”, destacou.
Entenda a nova emenda
A emenda aprovada na quarta-feira prevê também uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses.
Nascida a partir de pressão das ruas e atendendo a uma demanda histórica dos trabalhadores e sindicatos, a proposta teve a tramitação concluída na última quarta-feira (14) no Senado, com 75 votos favoráveis contra 1, do ex-vice-presidente e senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).
Apoiada pelo governo, a votação contou com apoio também da oposição, que era contra a PEC e tentava impedir a votação nesta semana. Após a sessão ter sido marcada, no entanto, a oposição liberou a bancada, que votou majoritariamente pelo fim da 6×1.
A nova regra institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. Tudo isso sem redução salarial.O Congresso Nacional promulgou, nesta sexta-feira (16), a Emenda Constitucional nº 141 de 2026, que põe fim à escala de seis dias de trabalho e apenas um de descanso (6×1) e prevê a escala 5×2, com duas folgas por semana, para todos os trabalhadores do Brasil dentro de dois meses.

A nova Emenda foi promulgada em sessão solene com participação dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP); da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB); e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Ministros de estado, senadores e deputados da base aliada lotaram o plenário do Senado. Lideranças da oposição não compareceram à sessão.
O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, destacou que os impactos da medida “são incalculáveis”.
“Quanto vale mais tempo para cuidar de si e de quem se ama? Para milhões de pessoas que precisam trabalhar seis, às vezes sete dias por semana, a resposta é simples, essas coisas não tem preço, tem valor.”
Alcolumbre acrescentou que foi preciso “muita coragem” para enfrentar um assunto que “tanta gente preferia deixar para depois”.
“Um assunto que divide opiniões, que afeta as relações de trabalho e mexe com a vida de milhões de famílias. Quando o tema é complexo, o mais cômodo é deixar para lá e não enfrentar. Mas o Legislativo brasileiro escolheu o caminho certo, não o caminho fácil”, completou o presidente do Senado.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que o fim da 6×1 alcança milhões de brasileiros que “acordam antes do amanhecer, atravessam cidades inteiras e dedicam grande parte de seus dias ao trabalho”.
Motta acrescentou que os impactos da mudança para os micro e pequenos negócios serão mitigados pela aprovação do aumento do limite anual de faturamento dos MEIs dos atuais R$ 80 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.
“O texto também permite a contratação de até dois funcionários por microempreendedor, garantindo assim que o MEI possa ter um funcionário a mais do que aquele que é permitido atualmente. Afinal, fortalecer o MEI é fortalecer milhões de famílias brasileiras”, completou Motta.
Após a promulgação, o presidente Lula comemorou a medida e criticou os grupos que atacaram a PEC alegando que ela iria quebrar o Brasil.
“Eu lembro da campanha do 13º salário, no começo dos anos 1960, foi a mesma coisa: vai quebrar as empresas! Vai afundar as empresas! No mundo inteiro não tem isso. Não quebrou as empresas. O dado concreto é que toda vez que os trabalhadores conseguem um benefício, ele vive um pouco mais, ele tem um pouco mais de prazer na vida”, destacou.
Entenda a nova emenda
A emenda aprovada na quarta-feira prevê também uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses.
Nascida a partir de pressão das ruas e atendendo a uma demanda histórica dos trabalhadores e sindicatos, a proposta teve a tramitação concluída na última quarta-feira (14) no Senado, com 75 votos favoráveis contra 1, do ex-vice-presidente e senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).
Apoiada pelo governo, a votação contou com apoio também da oposição, que era contra a PEC e tentava impedir a votação nesta semana. Após a sessão ter sido marcada, no entanto, a oposição liberou a bancada, que votou majoritariamente pelo fim da 6×1.
A nova regra institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. Tudo isso sem redução salarial.
O texto permite, por outro lado, compensar o sábado ou domingo trabalhados no caso de categorias com jornadas especiais. O número de folgas remuneradas, no entanto, deve ser mantido em duas por semana, em média, gozadas obrigatoriamente no mesmo mês.
A PEC ainda permite jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebem, atualmente, igual ou acima de R$ 21.188,87, desde que mantida a escala 5×2. Nesses casos, a negociação direta entre patrão e trabalhador deve definir a duração do trabalho.
A proposta prevê que lei complementar posterior poderá estabelecer medidas transitórias de mitigação dos impactos da redução da jornada para os microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte.
Transição
A implementação da redução da jornada de 44 para 40 horas terá uma transição de até 14 meses. A exceção são os trabalhadores terceirizados da administração pública, que terão uma regra de transição diferenciada.
Para todos os demais trabalhadores, as empresas terão que garantir a escala 5×2 em até 60 dias, contados a partir de hoje, assim como a redução da jornada para 42 horas semanais.
Doze meses após essa primeira redução, a jornada cai para 40 horas.
No intervalo entre o segundo e o 14º mês após a promulgação, o empregador deverá distribuir, ao longo da semana, as duas horas acima das oito normais de serviço.
Se repartidas igualmente, o empregado terá que trabalhar 8 horas e 24 minutos nos cinco dias na semana.
Finalizada a fase de transição, todos os empregados devem trabalhar, no máximo, oito horas diárias e 40 horas semanais em cinco dias na semana. Para trabalhar mais horas, é necessário pagamento de hora-extra.
Veja as regras de transição da PEC que acaba com a escala 6×1:
- escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias);
- redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias)
- jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5×2 (em 14 meses).
Acordos coletivos
A Emenda Constitucional permite ainda, excepcionalmente, e mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, que seja estabelecido regime compensatório que permita escala diferente da 5×2.
Nesses casos, os trabalhadores precisam ser compensados no mesmo “mês-calendário”, garantindo “o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”.
Ou seja, um trabalhador pode fazer ainda a escala 6×1, desde que prevista em acordo coletivo. Nesse caso, o dia trabalhado a mais terá que ser compensado com uma folga dentro do mesmo mês. Ao final desse mês, ele terá que ter gozado, na média, o equivalente a duas folgas remuneradas por semana.
Em outro parágrafo, a Emenda permite que uma lei posterior pode prever regimes diferentes para duração do trabalho e dias de repouso, desde que respeitados os limites de 40 horas semanais e dois dias de repouso remunerado por semana.
Terceirizados do Estado
As empresas que prestam serviços para o Estado terão prazo de 12 meses após promulgação da emenda, e não 60 dias como as demais, para acabar com a escala 6×1 dos empregados.
A nova jornada passará a valer no momento da formalização do aditamento do contrato das empresas com o Poder Público. Porém, os contratos aditados após 60 dias da promulgação da emenda já terão que observar a nova jornada de trabalho instituída pela PEC.
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Fotografia / Fonte: Agência Brasil
Deputada Roberta Roma volta a ser internada em Salvador após sentir dores no peito
sexta-feira, 16 de outubro de 2026
No hospital. A deputada federal Roberta Roma (PL) voltou a ser internada, em Salvador, nesta quinta-feira (15/10), após sentir dores no peito pela segunda vez em pouco mais de 15 dias.
De acordo com a assessoria da parlamentar, após ser submetida a exames complementares, incluindo um novo cateterismo cardíaco, a baiana teve descartada a ocorrência de um novo infarto.
Em nota, a equipe da deputada federal pontuou que o equipamento implantado anteriormente está em pleno funcionamento, mas que a avaliação médica apontou um quadro de vasoespasmo coronariano, que é uma contração temporária das artérias do coração.
“O cateterismo realizado alcançou o resultado esperado, e a deputada está bem, sem sintomas e clinicamente estável”, destacou o posicionamento.
Apesar do risco afastado, a parlamentar permanecerá sob observação e tratamento clínico. A previsão de alta é para as próximas 48 horas, quando deverá dar continuidade ao acompanhamento ambulatorial.
Conforme a assessoria da deputada, Roberta Roma está acompanhada do marido, João Roma, e recebe o apoio de familiares e amigos próximos.
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Fotografia: Reprodução
Senado aprova pacote de benefícios para MEIs
sexta-feira, 16 de outubro de 2026
Olha aí. O Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (15/10) o projeto que aumenta o teto da receita bruta anual do microempreendedor individual (MEI) e o perdão de dívidas inscritas na dívida ativa da União até 13 de outubro de 2026. De forma unânime, a proposta foi aprovada por 78 votos favoráveis e nenhum contrário.

Com a aprovação, o limite vai subir progressivamente dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. Esta é a primeira vez desde 2018 que o teto é reajustado. A matéria já havia passado pela Câmara dos Deputados e agora seguirá para sanção presidencial.
O projeto de Lei Complementar (PLP) 186/26, de autoria do Poder Executivo, estabelece ainda que um MEI possa contratar até dois empregados que recebam exclusivamente um salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional. A legislação atualmente permite a contratação de apenas um empregado.
O texto foi apresentado sob o regime de urgência constitucional. O governo argumentou que a mudança atende a uma demanda recorrente dos microempreendedores, impulsionada pelas discussões sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1, aprovados no Congresso Nacional.
Segundo o relator do projeto no Senado, Carlos Fávaro (PSD-MT), a proposta corrige uma distorção histórica com os microempreendedores brasileiros e com as pessoas que sonham em tocar o próprio negócio.
“O microempreendedor individual representa uma das mais relevantes de políticas públicas de inclusão produtiva implementadas no país. A exposição de motivos informa a existência de aproximadamente 17 milhões de MEIs que serão beneficiados pelo projeto”, destacou na tribuna.
A ampliação do teto de receita bruta, segundo o governo, não representa expansão real do regime, mas recomposição monetária do mesmo patamar fixado em 2018. Desde então, a inflação acumulada supera os 54%, fator que justificaria o reajuste. O impacto orçamentário da expansão será de R$ 1,57 bilhão em 2027, R$ 3,15 bilhões em 2028 e R$ 3,38 bilhões em 2029.
Perdão de dívidas
O projeto também concede anistia integral de dívidas de MEIs, inscritos na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026. Cerca de 3,6 milhões de microempreendedores podem ser beneficiados por este perdão e o volume estimado de débitos chega a R$ 12,6 bilhões.
Para ter direito ao benefício, o MEI deverá ficar adimplente no recolhimento dos tributos nos seis meses subsequentes à data de entrada em vigor da lei complementar, sob pena de cancelamento da remissão.
Além disso, o MEI terá que desistir de ações judiciais em curso na data de entrada em vigor da lei complementar. Não haverá pagamento de honorários advocatícios por causa da extinção do processo judicial.
A proposta aprovada também aumenta para R$ 100 mil o limite do valor para realização de licitações destinadas exclusivamente à participação de microempresas e empresas de pequeno porte, atualmente fixado em R$ 80 mil.
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Fotografia / Fonte: Agência Brasil
Senado aprova fim da escala 6×1 e redução da jornada de trabalho
quinta-feira, 15 de outubro de 2026
Em uma decisão histórica, o plenário do Senado Federal aprovou na noite desta quarta-feira (14), em votação em dois turnos, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 221/2019, que põe fim à escala 6×1 de trabalho, aquela em que o empregado trabalha seis dias por um de folga na semana.

Foram 75 votos a favor da PEC e apenas um contrário, em ambos os turnos.
O quórum exigido para uma emenda constitucional era de pelo menos 49 votos favoráveis. O número de parlamentares com presença registrada em plenário chegou a 77 dos 81 senadores, segundo o painel de votação.
O texto prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5×2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.
A mudança representa um marco na luta por direitos trabalhistas desde a Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais, e concede um dia a mais de descanso para que trabalhadores com carteira assinada possam descansar, ampliar o convívio com a família e ter mais tempo de lazer e estudos.
Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para o máximo de 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.
“Eu tenho certeza que, desde a Constituinte de 1988, esta é a maior conquista dos trabalhadores brasileiros”, afirmou o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria na Casa legislativa.
Ele manteve o mesmo texto aprovado pelos deputados há cinco meses, de forma que a proposta não precisará retornar à Câmara e poderá seguir diretamente para a promulgação.
A votação em primeiro e segundo turnos na mesma noite foi possível após a aprovação, em votação simbólica, de um requerimento de calendário especial, feito por líderes partidários, que dispensou a exigência de novas sessões deliberativas para análise da proposta.
Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, a PEC chegou em agosto ao Senado, onde passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi levada à discussão em plenário na semana passada, após compromisso firmado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).
Debate em plenário
A sessão deliberativa começou pouco depois das 14h e se estendeu até por volta das 22h, quando o resultado da votação foi revelado. Praticamente todos os senadores que subiram à tribuna se declararam favoráveis à proposta, mesmo com críticas pontuais.
“Estamos escrevendo este capítulo ao lado de cada trabalhador que acorda antes do sol nascer, de cada mãe e cada pai que querem acompanhar o crescimento de seus filhos, de quem deseja estudar, cuidar da saúde, encontrar os amigos, estar com a família ou descansar”, afirmou a senadora Tereza Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado.
“A jornada de 44 horas semanais vigora desde a Constituição de 1988 e não reflete mais a realidade do mundo do trabalho, profundamente transformado pela tecnologia, pela automação, por novas normas e formas de organização produtiva”, comentou o senador Eduardo Braga (MDB-AM).
Citando dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a senadora Leany Lemos (PSD-DF) destacou que 36,2 milhões de vínculos de trabalho com carteira assinada possuem jornada contratada superior a 40 horas semanais no Brasil, o que equivale a praticamente 80% dos vínculos celetistas analisados.
“Ou seja, somente 20% dos trabalhadores formalizados no país não trabalham na jornada 6×1. Esses dados permitem dimensionar o alcance da redução da jornada e identificar os setores mais afetados”, pontuou.
Em seu pronunciamento em plenário, o senador Paulo Paim (PT-RS) disse que não tinha como conter a emoção.
“Quando eu olho para trás, para 30, 40, 50 anos, eu me sinto aqui, agora, um menino negro e pobre que esperou 50 anos para este momento acontecer. Quem operou, trabalhou, em fundições, em fábricas, em marcenarias, em fábricas de barro e de vasos, como eu e tantos trabalhadores, sabe que este momento é especial”, afirmou.
Mesmo favorável à PEC, o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) alertou sobre os riscos de a medida aumentar o custo do trabalho e causar impactos a micro e pequenas empresas, que contratam boa parte da força de trabalho que atua na escala 6×1.
“Não podemos permitir que essa conquista se torne, a médio e longo prazos, em prejuízo para quem queremos proteger”, observou. Apesar de, ao longo do debate, ter sido contrário à proposta, o Partido Liberal (PL) liberou a bancada para a votação.
Empresário, o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) informou já ter eliminado a escala 6×1 em suas empresas, o que ampliou a oferta de mão-de-obra e aumento da produtividade.
“A única maneira que nós encontramos de resolver a falta de mão-de-obra, que há muitos anos assola esse país, não é de agora, foi flexibilizar o fim dessa jornada, que nas nossas empresas acontece há mais de 5 anos”, disse o parlamentar.
O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi o único a votar contra a proposta.
Durante discurso na tribuna do Senado, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso, criticou a ausência dos senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN) na sessão destinada à votação da proposta.
“Eu olho para o painel do Senado e ainda não vejo a presença do senador Flávio Bolsonaro, nem do coordenador de campanha dele, o senador Rogério Marinho. Eles haviam dito primeiro que eram contra [o projeto]. Diziam eles que era eleitoreiro, mas mudaram de posição”, afirmou.
Flávio cumpriu agenda de campanha no Rio Grande do Sul ao longo do dia, mas registrou a presença em plenário para votar a matéria de forma remota. No painel de votação, Flávio Bolsonaro registrou voto favorável à PEC. Marinho não registrou presença na votação, constando como ausente.
Milhões de beneficiados
Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), elaborada com base em dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), apontou que 80% dos vínculos com jornadas superiores a 40 horas semanais tinham salários contratuais de até dois salários mínimos (atualmente em R$ 3.242). O percentual chegava a 90% quando considerado o limite de três salários mínimos (R$ 4.863).
Os vínculos com contratos de até 40 horas semanais registravam remuneração mensal média de R$ 6.211,16. Já os trabalhadores contratados para jornadas de 44 horas recebiam, em média, cerca de 42,3% desse valor, ou seja, cerca de R$ 2.627,32.
A escolaridade também aparece associada à duração da jornada. Mais de 83% dos vínculos de trabalhadores com ensino médio completo ou escolaridade inferior tinham jornadas superiores a 40 horas semanais. Entre aqueles com ensino superior completo, a proporção era de 53%.
Uma outra pesquisa apontou que o fim da escala 6×1 e a redução da jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais deve beneficiar 26,8 milhões de trabalhadores. O número reúne 22 milhões de trabalhadores formais, o equivalente a 54% dos empregados com carteira assinada, e aproximadamente 4,8 milhões de trabalhadores informais que atualmente cumprem jornadas superiores a 40 horas por semana.
Os dados são de um levantamento do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), elaborado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, referente a 2025. Segundo o estudo, mais da metade dos trabalhadores formais brasileiros ainda trabalham acima da jornada de 40 horas semanais.
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Fotografia / Fonte: Agência Brasil
Câmara aprova aumento do teto do MEI para R$ 140 mil e perdão de dívidas; entenda
quinta-feira, 15 de outubro de 2026
Olha aí. A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (14/10) dois projetos de lei complementar que ampliam os benefícios para microempreendedores individuais (MEIs). As propostas elevam o limite de faturamento anual da categoria, aumentam a quantidade de funcionários permitidos e preveem o perdão de dívidas tributárias. A votação terminou com 461 votos favoráveis e quatro contrários, e os textos seguem agora para o Senado.
As medidas integram o pacote Prospera MEI, apresentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na terça-feira (13/10). Os projetos foram analisados em conjunto, sob relatoria do deputado Rubens Pereira Júnior (PT), e têm previsão de entrar em vigor em 1º de janeiro de 2027.
O principal projeto, PLP 186/2026, eleva o teto de faturamento anual do MEI dos atuais R$ 81 mil para R$ 140 mil e permite a contratação de até dois empregados, em vez de apenas um. A mudança no limite de receita será implementada gradualmente: em 2027, o teto será de R$ 110 mil, passando para R$ 140 mil a partir de 2028.
A proposta também estabelece que os funcionários recebam até um salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional. O texto autoriza ainda contratos por prazo determinado para substituir temporariamente trabalhadores afastados por licenças legais e prevê a unificação de declarações enviadas à Receita Federal, ao FGTS e ao INSS.
Segundo a justificativa do governo, o limite de faturamento está congelado desde janeiro de 2018, enquanto a inflação acumulada pelo IPCA até maio de 2026 chegou a 55,4%.
Já o segundo projeto, PLP 267/2026, prevê o perdão integral de dívidas tributárias inscritas na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026, incluindo impostos, juros, multas e encargos legais. A estimativa apresentada pelo governo é de que mais de 3 milhões de MEIs tenham débitos nessa situação, que somam R$ 12,86 bilhões. Desse total, R$ 11,05 bilhões são considerados de difícil recuperação ou irrecuperáveis.
Para ter direito à remissão, o empreendedor deverá manter em dia os pagamentos das contribuições mensais durante os seis meses seguintes à entrada em vigor da lei. O descumprimento dessa obrigação cancela o benefício. Também será necessário desistir formalmente de eventuais ações judiciais contra a União relacionadas às dívidas perdoadas.
A aprovação ocorreu após um acordo entre o governo e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos). Ele defendeu a votação das propostas diante da perspectiva de aprovação da PEC que acaba com a escala de trabalho 6×1 e afirmou que os pequenos negócios precisam de tempo para se adaptar às mudanças.
Motta também se comprometeu a analisar, até o fim do ano, uma possível atualização dos limites de faturamento do Simples Nacional. Segundo ele, a medida exige avaliação orçamentária por ter impacto financeiro superior ao das mudanças voltadas aos MEIs.
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Fotografia: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
Pesquisa Quaest: Flávio Bolsonaro tem 46% e Lula 44%
quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Olha aí. A primeira pesquisa Quaest sobre o segundo turno das eleições presidenciais de 2026, divulgada nesta quarta-feira (14/10), mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de voto, contra 44% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dois estão em empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo. Veja os números:
- Flávio Bolsonaro (PL): 46%
- Lula (PT): 44%
- Indecisos: 1%
- Branco, nulo ou não vai votar: 9%
Para 91% dos entrevistados, a escolha do candidato é definitiva. Outros 9% afirmam que ainda podem mudar de voto.
Rejeição dos candidatos
A pesquisa também mediu a rejeição dos dois candidatos. Flávio Bolsonaro tem 54%, enquanto Lula registra 53%.
Pesquisa espontânea
Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem sem ver antes os nomes dos candidatos, 43% citaram Flávio Bolsonaro, 42% apontaram Lula como candidato, 8% declararam voto em branco, nulo ou que não vão votar e 7% estão indecisos.
Metodologia
A Quaest entrevistou 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-08729/2026.
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Fotografias: Ricardo Stuckert/Charles Vieira
ACM Neto diz que Flávio vai tirar do papel promessas do PT feitas há 20 anos: “A Bahia vai crescer”
quarta-feira, 14 de outubro de 2026
O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) afirmou nesta terça-feira (13/10) que Flávio Bolsonaro (PL), se eleito presidente, vai tirar do papel promessas feitas pelo PT ao longo de quase 20 anos de governos na Bahia. A declaração foi feita durante um evento em apoio a Flávio na disputa de segundo turno contra o presidente Lula.
Em discurso ao lado da prefeita Sheila Lemos (União Brasil), ele criticou a gestão de Lula (PT) e voltou a mencionar o gargalo da fila da regulação na saúde e a crise na segurança pública.
“Que possa, como presidente, ajudar a colocar ordem na criminalidade, na violência que a gente vive hoje no Brasil, em especial em nosso estado. E, como presidente, ajude o país a voltar a crescer, que a gente tenha o horizonte de reduzir a taxa de juros, de geração de emprego, de prosperidade e crescimento. É isso que nós queremos. Eu tenho certeza de que, com Flávio presidente, a Bahia vai crescer mais e vai ter um presidente que olhe de maneira mais especial pelos baianos. É por isso que estou ao lado dele”, declarou.
“De um lado, é uma opção de continuar vivendo o que eu considero já um passado. A outra opção é dar oportunidade para um novo futuro, para um novo momento, para o Brasil e para os brasileiros. Depois que estive com Flávio na semana passada e conversamos sobre os compromissos dele com a Bahia, saí convencido de que esse era o caminho a seguir, de apoiar Flávio, de apostar na mudança política do Brasil e de acreditar que ele vai ser um presidente comprometido com a Bahia e com o Nordeste”, afirmou ACM Neto.
O ex-prefeito afirmou ter expectativa de viabilizar em um eventual governo de Flávio projetos de infraestrutura considerados estratégicos para o desenvolvimento da Bahia. Entre as prioridades, citou a recuperação das rodovias federais, especialmente a BR-116, que atravessa Vitória da Conquista e tem grande importância para a economia regional.
“Claro que a gente espera, com a sua vitória, ter condições de viabilizar projetos importantes para o nosso estado que foram prometidos ao longo desses quase 20 anos e não foram cumpridos. Melhorar a situação das rodovias na Bahia. Aqui eu chamo a atenção, de maneira especial, para a BR-116, pelo grande interesse que tem para Vitória da Conquista”, disse.
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Fotografia: Reprodução
Flávio Bolsonaro tem 52% dos votos válidos, e Lula, 48%, aponta pesquisa BTG/Nexus
terça-feira, 13 de outubro de 2026
Olha aí. O presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) soma 52% dos votos válidos na disputa de segundo turno Presidência da República, enquanto Lula (PT) marca 48%, Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta terça-feira (13/10).
Os votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos e são a métrica do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para contabilizar o placar final no dia do pleito.
Flávio fica com 48%, e Lula, com 45%, nos votos totais. Brancos e nulos somam 5%, e 2% dizem que não sabem ou não responderam.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
O levantamento também mostra que 51% dos eleitores afirmam não votar em Lula de jeito nenhum, enquanto 47% dizem o mesmo de Flávio Bolsonaro.
A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-07997/2026 e ouviu 2.002 eleitores por telefone entre os dias 10 e 12 de outubro.
Na votação do primeiro turno, em 4 de outubro, o candidato do PL obteve 47,03% dos votos válidos, e o petista, 45,16%.
A campanha de Lula tem apostado em atos de rua e na mobilização online para reverter a vantagem de Flávio. Nos últimos dois dias, manifestações atraíram grande público em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Recife.
O senador do PL, por sua vez, tem reunido apoios de outros partidos e reforçou nos últimos dias a reação nas redes e no front jurídico, criando um canal próprio de mensagens e entrando com ações na Justiça Eleitoral para derrubar conteúdos do petista.
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Fotografia: Fernando Frazão/Agência Brasil e Ricardo Stuckert/PR
Douglas Ruas é eleito governador do RJ após retotalização dos votos
domingo, 11 de outubro de 2026
O candidato a governador do Rio de Janeiro Douglas Ruas (PL) ficou com 50,88% dos votos do primeiro turno das eleições, após retotalização feita pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) no sábado (10/10). O número ultrapassa os 50% dos votos necessários para a eleição do chefe do Executivo em primeiro turno.

“O candidato mais votado para o cargo de governador do estado do Rio de Janeiro foi o candidato Douglas Ruas, alcançando mais da metade dos votos válidos, o suficiente para vencer no primeiro turno das eleições”, indicou o desembargador Cláudio Mello Tavares, presidente do TRE-RJ.
Em segundo lugar, ficou Eduardo Paes (PSD), com 44,16 % dos votos. O cálculo foi feito após decisão da Justiça Eleitoral ter determinado inválidos os 274.411 votos obtidos pelo candidato Anthony Garotinho (Republicanos), que teve 3,71%.
Prazo
Antes de anunciar o resultado, Tavares informou que. com a retotalização, haverá um prazo de três dias para que o resultado seja divulgado. Depois desse prazo, haverá dois dias para a apresentação de eventuais recursos. Após este período cumprido, será marcada sessão plenária da Corte para análise e julgamento de eventuais contestações.
O desembargador do TRE-RJ anunciou que superada as etapas recursais, a sessão de anúncio de Douglas Ruas como governador será em 15 de outubro, às 15h no TRE-RJ.
Segundo colocado, Eduardo Paes adiantou que desistiu da candidatura. O candidato disse em nota nesta sexta-feira (9), que embora a maioria dos eleitores fluminenses tenha votado para que a eleição para governador do Rio de Janeiro fosse resolvida em segundo turno, a decisão da Justiça deve ser respeitada.
Mesmos votos
O presidente do TRE-RJ afirmou que os votos são os mesmos que foram dados no resultado do primeiro turno. “Não há voto novo. Os votos são exatamente os mesmos que os fluminenses depositaram nas urnas no dia 4 de outubro. O que muda é a base de cálculo”, apontou.
O desembargador informou que os preparativos e a propaganda eleitoral para segundo turno ao cargo de governador do Rio permanecem suspensos enquanto o plenário do Tribunal não proclamar o nome de Douglas Ruas, o que só pode ocorrer após o prazo de análise de eventuais recursos.
Entenda
A retotalização dos votos para governador do Rio de Janeiro foi necessária após o TSE declarar nulos os 274.411 votos recebidos por Anthony Garotinho no primeiro turno das eleições. Com a exclusão desses votos do total de válidos, a Justiça Eleitoral precisou recalcular os percentuais obtidos pelos candidatos.
Garotinho concorreu sub judice, ou seja, com a situação eleitoral ainda pendente de decisão judicial. O TRE-RJ havia considerado o candidato inelegível em razão de uma condenação por improbidade administrativa. Enquanto recorria da decisão, ele obteve o direito de disputar a eleição e aparecer nas urnas.
Na sexta-feira (2), antes da votação, o ministro Floriano de Azevedo Marques, relator do caso no TSE, decidiu que os votos recebidos por Garotinho deveriam ser registrados como anulados sub judice. No domingo, dia da eleição, porém, o ministro Nunes Marques determinou que esses votos fossem contabilizados como válidos até o julgamento do recurso.
No dia seguinte à votação, Garotinho desistiu do recurso. O TSE, contudo, rejeitou a desistência e julgou o caso nesta quinta-feira (8), declarando nulos os votos recebidos pelo candidato.
Com a anulação, os percentuais dos demais candidatos foram recalculados com base no novo total de votos válidos. Douglas Ruas (PL), que havia recebido 4.271.199 votos, correspondentes a 49,27% dos votos válidos antes da exclusão dos votos de Garotinho, passou a superar a marca de 50%, o que abre caminho para sua eleição no primeiro turno. Eduardo Paes (PSD) havia obtido 3.706.984 votos, equivalentes a 42,76% do total válido antes da retotalização.
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Fotografia / Fonte: Agência Brasil
Alcolumbre marca votação da PEC pelo fim da 6×1 para quarta-feira (14)
sábado, 10 de outubro de 2026
Olha aí. O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para a próxima quarta-feira (14/10) a votação, em primeiro turno, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1). 

A PEC 221, de 2019, prevê descanso remunerado de 2 dias por semana, sem redução salarial, e reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição de 14 meses.
Ao agendar a votação, Alcolumbre disse que cumpre, portanto, o compromisso de colocar a proposta na pauta “com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental”.
Aprovada na Câmara
A PEC pelo fim da escala 6×1 foi aprovada pela Câmara dos Deputados em dois turnos em maio deste ano e foi encaminhada ao Senado. Por se tratar de uma proposta de emenda constitucional, a matéria precisa ser aprovada nas duas Casas legislativas, em dois turnos em cada uma. Caso os senadores façam mudanças na proposta, o texto terá que ser apreciado novamente pelos deputados.
No Senado, a base do governo na Casa tentou pautar a análise da proposta, mas Alcolumbre manteve o texto parado. Apenas em agosto encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). No início de setembro, a CCJ aprovou o fim da escala 6×1, mas Alcolumbre não levou o tema ao plenário. E afirmou que a votação aconteceria após as eleições.
>> Veja o que prevê a proposta:
– Obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana
– Redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.
– Jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebem, atualmente, igual ou acima de R$ 21.188,87, desde que mantida a escala 5×2. Nesses casos, a negociação direta entre patrão e trabalhador deve definir a duração do trabalho.
– Implementação da nova escala terá uma transição de até 14 meses. A exceção são os trabalhadores terceirizados da administração pública, que terão uma regra de transição diferenciada.
– 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, as empresas terão que garantir a escala 5×2, assim como a redução da jornada para 42 horas semanais.
– 12 meses após essa primeira redução, a jornada cai para 40 horas.
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Fotografia / Fonte: Agência Brasil
Flávio Bolsonaro recebe apoio de governadores eleitos e Cury
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
O candidato Flávio Bolsonaro (PL) reuniu, em Brasília, um grupo de 14 governadores eleitos em primeiro turno das eleições. Governadores de partidos como PL, Republicanos, PP e MDB mostraram apoio à candidatura de Bolsonaro à presidência da República.

Entre esses governadores estavam Sergio Moro (PL-PR), eleito para o governo do Paraná. Moro chegou a ser ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro, mas deixou o cargo após se queixar das interferências do pai de Flávio na Polícia Federal.
Também esteve na reunião Douglas Ruas (PL-RJ), eleito governador do Rio de Janeiro após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que anulou os votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos).
Augusto Cury
Terceiro colocado no primeiro turno da disputa presidencial, com 2,89% dos votos válidos, Augusto Cury declarou apoio a Flávio Bolsonaro nesta quinta-feira (8/10).
Cury confirmou, em nota, o apoio mediante a assinatura de uma carta de compromissos de Flávio Bolsonaro com pautas defendidas por Cury.
Entre essas pautas, estão o fim da reeleição para presidente da República, a alternância de poder, a pacificação nacional, a proteção às mulheres, valorização dos professores e financiamento “de milhões” para microempreendedores.
Live
Flávio Bolsonaro fez uma live na noite desta quinta-feira, nos moldes que Jair Bolsonaro fazia todas as quintas.
Ele negou que acabará com o Bolsa Família caso seja eleito. Também afirmou que reajustará aposentadorias acima da inflação.
“Com relação aos aposentados do INSS, o Flávio Bolsonaro vai proteger vocês. Vocês vão ter reajuste acima da inflação nas suas aposentadorias, que é uma coisa sagrada”, disse.
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Fotografia / Fonte: Agência Brasil
Após derrota, Augusto Cury declara apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
O ex-candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições. A decisão foi tomada após uma conversa por videochamada entre os dois na manhã de quinta-feira (8/10), com duração de mais de uma hora.
O apoio foi condicionado ao compromisso de Flávio com uma série de propostas apresentadas por Cury. Em uma carta assinada pelo candidato do PL, ele assumiu oito compromissos, entre eles a defesa do fim da reeleição para presidente da República, a proteção às mulheres e a promoção da pacificação nacional.
O documento também prevê a defesa de mudanças em áreas como telemedicina, agricultura, produção de alimentos e cooperativismo.
Veja a carta na íntegra:
TERMO DE COMPROMISSO PUBLICO COM O BRASIL
FLÁVIO BOLSONARO COM AUGUSTO CURY
COMPROMISSO COM AS FUTURAS GERAÇÕES, A PACIFICAÇÃO NACIONAL E A
TRANSFORMAÇÃO DO BRASIL
Eu, Flávio Bolsonaro, consciente da dimensão dos desafios que o Brasil enfrentará nos próximos anos, estabeleço, perante Augusto Cury e a sociedade brasileira, o presente Termo de Compromisso Público com o Brasil, fundamentado na defesa da democracia, na altemância de poder, na pacificação nacional, no desenvolvimento econômico e social e na construção de uma nação mais justa, próspera e preparada para as profundas transformações que a inteligência artificial, a robótica e as novas tecnologias produzirão na sociedade.
Este compromisso é assumido com Augusto Cury e com o Brasil, sem qualquer troca de cargos, vantagens pessoais. Ele nasce de uma preocupação genuína de Augusto Cury com a necessidade de o Brasil ter um governante que se preocupe com todos os brasileiros, independentemente de sua origem, condição social, região, convicção política ou orientação ideológica.
A confiança manifestada por Augusto Cury decorre da compreensão de que a alternância de poder é o oxigênio para democracia, visto que o atual presidente busca seu quarto mandato, o que para ele que é Contra a reeleição é inaceitável. Além disso, é necessário se reorganizar o sistema econômico atual que tem asfixiado o Brasil, são mais de 82% das famílias brasileiras endividadas. Segundo o professor Augusto Cury, o dinheiro não garante a felicidade, mas a falta de dinheiro garante ansiedade.
A confiança de Augusto Cury não constitui um cheque em branco. Trata-se de um voto de confiança condicionado ao cumprimento dos princípios e compromissos aqui assumidos, à transparência, à responsabilidade fiscal, ao respeito às instituições democráticas e à prestação permanente de contas às instituições e à sociedade brasileira.
O apoio será sempre acompanhado do direito de cobrar, questionar, criticar e exigir coerência entre as palavras e os atos.
Com esse propósito, ficam estabelecidos os seguintes oito compromissos fundamentais:
1. FIM DA REELEIÇÃO PRESIDENCIAL
Defender uma reforma constitucional que estabeleça o fim da reeleição para presidente da República, combatendo o personalismo, o populismo, o uso da máquina pública para perpetuação no poder e os riscos de comupção. A democracia precisa de altemância, renovação e instituições fortes.
2. REVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO E VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES
Expandir progressivamente a educação em tempo integral, com currículos profundamente à O reformulados incluíndo oratória, gestão financeira, empreendedorismo, para formar pensadores fo críticos, criativos, emocionalmente saudáveis e preparados para o século XXI.
Valorizar os professores por meio de formação continuada, melhores salários e condições dignas de trabalho, gerando assim professores proativos, que provoquem à arte de perguntar desafiem a arte de pensar e elogiem sistematicamente a participação para gerar neuro inclusão e prevenção do bullying.
Ampliar, em larga escala, o ensino técnico e profissionalizante no ensino médio, integrando ciência, tecnologia, empreendedorismo, inteligência artificial e gestão da emoção. Termo de Compromisso Público com o Brasil | Página 1
3. REVOLUÇÃO DA SAÚDE E DA TELEMEDICINA
Construir uma das maiores redes públicas de telemedicina do mundo, integrada ao SUS, utilizando inteligência artificial, tecnologia e equipes médicas para reduzir drasticamente as filas de consultas com especialistas.
Pois atualmente demora mais de 50 dias a consulta com especialista e com a telemedicina teremos um salto sem precedentes no tempo de atendimento.
Ampliar o atendimento remoto seguro e humanizado, com encaminhamento presencial sempre que necessário, especialmente para as populações vulneráveis e regiões distantes.
4. PROTEÇÃO INTEGRAL ÀS MULHERES
Transformar o combate à violência contra as mulheres em prioridade nacional, utilizando tecnologias avançadas, sistemas inteligentes de prevenção, monitoramento e resposta rápida, incluindo aplicativo com botão de pânico conectado às redes de proteção e às forças de segurança.
Fortalecer delegacias especializadas, acolhimento psicológico, medidas protetivas e políticas de autonomia econômica. Nenhuma mulher deve viver aprisionada pelo medo.
5. COOPERATIVISMO
Defender o ato cooperativo, dar apoio integral às cooperativas e à verticalização agroindustrial.
6. FINANCIAMENTO DE MILHÕES DE MICROEMPRESAS
Trabalhar para que o BNDES, em parceria com instituições financeiras e outros agentes de desenvolvimento, viabilize o financiamento de milhões de microempreendimentos ao longo dos próximos anos, com crédito acessível, orientação técnica e responsabilidade fiscal.
Criar escolas de empreendedorismo nas comunidades e escolas públicas, preparando milhões de brasileiros para os impactos da inteligência artificial e da robótica sobre o mercado de trabalho.
O propósito é transformar jovens e também desempregados em empreendedores e sonhos em oportunidades.
7. REVOLUÇÃO DA AGRICULTURA E DA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS Y
Perseguir a meta estratégica de dobrar a produção brasileira de alimentos nos próximos dez anos, mediante investimentos em ciência, tecnologia, irrigação sustentável, bioinsumos, cooperativismo, crédito rural acessível, infraestrutura e agregação de valor à produção.
Apoio integral ao cooperativismo para turbinar a economia distribuída em todo o Brasil. Ampliar a segurança alimentar e fortalecer o protagonismo do Brasil no combate à fome mundial, conciliando produtividade com responsabilidade ambiental, com o objetivo do Brasil alimentar mais de dois bilhões de seres humanos no mundo,
8. PACIFICAÇÃO NACIONAL: GOVERNAR PARA TODOS OS BRASILEIROS
Assumir o compromisso de não govemar movido por vingança, rancor, perseguição ou ressentimento
político.
Termo de Compromisso Público com o Brasil | Página 2 ]
| Govemar para brasileiros de direita, de esquerda, de centro e para aqueles que não se identificam com nenhuma corrente ideológica.
Afinal, mais de 90% das dores humanas não têm coloração partidária. A fome não é de direita nem de esquerda. A ansiedade, a depressão, o desemprego, a violência e a falta de oportunidades são dramas humanos, e não bandeiras ideológicas.
COMPROMISSO FINAL
Reconheço que o Brasil necessita de um novo modelo de liderança: uma mente capitalista e um coração social, capaz de gerar riqueza com responsabilidade, promover justiça social, proteger as liberdades individuais e pacificar a sociedade.
A assinatura deste instrumento representa o reconhecimento de que o exercício do poder deve estar subordinado ao interesse público e de que a confiança política exige responsabilidade, transparência e prestação de contas.
Ao assinar o presente termo, declaro minha concordância com os oito compromissos apresentados e assumo publicamente a responsabilidade de empenhar meus esforços políticos e institucionais para sua concretização, observadas as atribuições constitucionais da Presidência da República, a responsabilidade fiscal e a necessária participação do Congresso Nacional nas reformas legislativas e constitucionais.
O compromisso maior não é com um partido, um candidato ou um projeto pessoal de poder. É com
Augusto Cury, com o Brasil, com a democracia, com a altemância de poder e, sobretudo, com as futuras gerações.
O poder passa, os cargos terminam, mas as sementes que plantamos podem transformar a história de uma nação.
DECLARAÇÃO DE CONCORDÂNCIA E COMPROMISSO
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Local: Alas [51
Brasil, 8 de outubro de 2026, às 12h30.
FLÁVIO BOLSONARO
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Oposição na Alba anuncia apoio à recondução de Ivana Bastos à presidência da Casa
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Olha aí. A bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) anunciou nesta quinta-feira (8/10) que irá apoiar à recondução da deputada Ivana Bastos (PSD) à presidência da Casa no biênio 2027-2028.
O posicionamento foi confirmado pelo líder do bloco, deputado Tiago Correia (PSDB), que elogiou a atuação da parlamentar à frente do Legislativo baiano.
“É natural que a oposição apoie a recondução de Ivana Bastos. Ela foi a primeira mulher a presidir a Assembleia Legislativa da Bahia e honrou essa responsabilidade com muito equilíbrio, diálogo e respeito ao Legislativo. A nossa avaliação é positiva e entendemos que ela reúne as condições para continuar conduzindo a Casa”, afirmou Tiago Correia.
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ACM Neto anuncia apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno e promete mobilização na Bahia
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
ACM Neto (União Brasil) declarou nesta quarta-feira (7/10), em Brasília, apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da disputa à Presidência da República.
Ao lado do candidato, o ex-prefeito de Salvador e vice-presidente do União Brasil disse que o partido dele fechou questão em torno do apoio a Flávio na disputa pelo Palácio do Planalto.
“Todos nós do União Brasil fechamos questão em torno do apoio à candidatura de Flávio à Presidência. Falo também aqui em nome do quarto maior colégio eleitoral do Brasil, que é a Bahia”, disse ACM Neto.
No primeiro turno das eleições, ACM Neto manifestou apoio ao ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), que recebeu 2.605.148 votos (2,18%) e foi o quinto candidato mais votado.
Segundo ACM Neto, ele e seu grupo político vão atuar na campanha de Flávio na Bahia. Neto citou prefeitos, deputados federais eleitos e candidatos que disputaram o primeiro turno como parte da mobilização.
“Eu disse a ele que nós faremos todo o empenho na Bahia, eu e todo o meu grupo político, os prefeitos que me acompanharam, os deputados federais eleitos, os candidatos que disputaram o primeiro turno. Todos nós estaremos motivados, mobilizados e trabalhando a partir de hoje pela campanha de Flávio Bolsonaro para presidente”, disse.
O ex-prefeito de Salvador também afirmou que o apoio está relacionado à defesa de uma mudança no país e projetou a vitória de Flávio no segundo turno.
“Precisamos mudar o nosso país. Esse compromisso em mudar o Brasil é o que faz com que a gente esteja aqui, empenhado, confiante, e, se Deus quiser, vamos à vitória no dia 25 de outubro”, declarou.
ACM Neto foi derrotado por Jerônimo Rodrigues (PT) na disputa pelo Governo da Bahia. Jerônimo foi declarado reeleito por volta das 21h de domingo (4/10), conforme apuração dos votos feita pela Justiça Eleitoral. Mais tarde, às 00h39, com 100% das urnas apuradas, ele somou 55,80% dos votos contra 43,73% de Neto.
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Conheça governadores e senadores eleitos e os deputados mais votados
terça-feira, 6 de outubro de 2026
Pouco mais de 125,2 milhões de eleitores foram às urnas nesse domingo (4/10) escolher candidatos aos cargos de deputado estadual, deputado federal, dois senadores, governador e presidente da República.
Para consultar todos os dados referentes ao resultado do primeiro turno, acesse a Agência Brasil.

Confira a relação completa de eleitos para os governos estaduais, Senado e a lista dos três deputados federais mais votados em cada unidade da Federação:
Acre
Governo: Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos) disputam o segundo turno.
Senadores eleitos
- Marcio Bittar (PL)
- Mara Rocha (Republicanos)
Deputados federais mais votados
- Socorro Neri (PP)
- Dr. Fábio Rueda (União Brasil)
- Coronel Ulysses (União Brasil)
Alagoas
Governador eleito: JHC (PSDB)
Senadores eleitos
- Arthur Lira (PP)
- Marina JHC (PSDB)
Deputados federais mais votados:
- Alvinho Lira (PP)
- Delegado Fabio Costa (PP)
- Luciano Amaral (PSD)
Amapá
Governador eleito: Dr. Furlan (PSD)
Senadores eleitos
- Rayssa Furlan (Podemos)
- Lucas Barreto (PSD)
Deputados federais mais votados
- Felipe Show (União Brasil)
- Josenildo (PDT)
- Aline Gurgel (União Brasil)
Amazonas
Governo: Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL) disputam o segundo turno.
Senadores eleitos
- Eduardo Braga (MDB)
- Plínio Valério (PSDB)
Deputados federais mais votados
- Sargento Salazar (PL)
- Sidney Leite (PSD)
- Adail Filho (MDB)
Bahia
Governador eleito: Jerônimo Rodrigues (PT)
Senadores eleitos
- Rui Costa (PT)
- Jaques Wagner (PT)
Deputados federais mais votados
- Pastor Sargento Isidório (Avante)
- Antonio Brito (PSD)
- Neto Carletto (Avante)
Ceará
Governador eleito: Elmano de Freitas (PT)
Senadores eleitos
- Cid Gomes (PSB)
- Luizianne Lins (Rede)
Deputados federais mais votados
- André Fernandes (PL)
- Tainah Marinho (PSB)
- Yury do Paredão (MDB)
Distrito Federal
Governo: Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) disputam o segundo turno.
Senadoras eleitas
- Michele Bolsonaro (PL)
- Bia Kicis (PL)
Deputados federais mais votados
- Fábio Felix (PSOL)
- Rafael Prudente (MDB)
- Alberto Fraga (PL)
Espírito Santo
Governo: Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB) disputam o segundo turno.
Senadores eleitos
- Renato Casagrande (PSB)
- Evair de Melo (Republicanos)
Deputados federais mais votados
- Lucas Polese (PL)
- Jack Rocha (PT)
- Dr. Bruno Resende (União Brasil)
Goiás
Governador eleito: Daniel Vilela (MDB)
Senadores eleitos
- Gustavo Gayer (PL)
- Gracinha Caiado (União Brasil)
Deputados federais mais votados
- Bruno Peixoto (União Brasil)
- Delegada Adriana Accorsi (PT)
- Fred Rodrigues (PL)
Maranhão
Governador eleito: Eduardo Braide (PSD)
Senadores eleitos
- André Fufuca (PP)
- Lahesio Bonfim (Novo)
Deputados federais mais votados
- Pedro Lucas Fernandes (União Brasil)
- Iracema Vale (MDB)
- Vinicius Ferro (MDB)
Mato Grosso
Governador eleito: Otaviano Pivetta (Republicanos)
Senadores eleitos
- Mauro Mendes (União Brasil)
- Zé Medeiros (PL)
Deputados federais mais votados
- Coronel Fernanda (PL)
- Professora Rosa Neide (PT)
- Fábio Garcia (União Brasil)
Mato Grosso do Sul
Governador eleito: Eduardo Riedel (PP)
Senadores eleitos
- Reinaldo Azambuja (PL)
- Capitão Contar (PL)
Deputados federais mais votados
- Camila Jara (PT),
- Marcos Pollon (PL)
- Rose Modesto (União Brasil)
Minas Gerais
Governador eleito: Cleitinho Azevedo (Republicanos)
Senadores eleitos
- Domingos Sávio (PL)
- Marília Campos (PT)
Deputados federais mais votados
- Nikolas Ferreira (PL)
- Ana Elisa (PT)
- Duda Salabert (PSOL)
Pará
Governador eleito: Dr. Daniel (Podemos)
Senadores eleitos
- Helder Barbalho (MDB)
- Chicão (União Brasil)
Deputados federais mais votados
- Delegado Caveira (PL)
- Jader Filho (MDB)
- Dra. Alessandra Haber (Podemos)
Paraíba
Governador eleito: Lucas Ribeiro (PP)
Senadores eleitos
- João Azevêdo (PSB)
- Veneziano (MDB)
Deputados federais mais votados
- Cabo Gilberto (PL)
- Aguinaldo Ribeiro (PP)
- Ricardo Coutinho (PT)
Paraná
Governador eleito: Sergio Moro (PL)
Senadores eleitos
- Filipe Barros (PL)
- Deltan Dallagnol (Novo)
Deputados federais mais votados
- Jeffrey Chiquini (Novo)
- Guilherme Kilter (Novo)
- Sargento Fahur (PL)
Pernambuco
Governadora eleita: Raquel Lyra (PSD)
Senadores eleitos
- Humberto Costa (PT)
- Marília Arraes (PDT)
Deputados federais mais votados
- Pedro Campos (PSB)
- Jones Manoel (PSOL)
- Anderson Ferreira (PL)
Piauí
Governador eleito: Rafael Fonteles (PT)
Senadores eleitos
- Marcelo Castro (MDB)
- Júlio César O Julim do Lula (PSD)
Deputados federais mais votados
- Georgiano (PSD)
- Delegado Charles (PV)
- Castro Neto (MDB)
Rio de Janeiro
Governo: Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) disputam o segundo turno
Senadores eleitos
- Carlos Portinho (PL)
- Carlos Jordy (PL)
Deputados federais mais votados
- Dr. Luizinho (PP)
- Rick Azevedo (PSOL)
- Lindbergh (PT)
Rio Grande do Norte
Governo: Allyson (União Brasil) e Cadu de Lula (PT) disputam o segundo turno
Senadores eleitos
- Styvenson Valentim (Podemos)
- Samanda de Lula (PT)
Deputados federais mais votados
- Natália Bonavides (PT)
- Nina (PL)
- Benes Leocádio (União Brasil)
Rio Grande do Sul
Governador eleito: Luciano Zucco (PL)
Senadores eleitos
- Ubiratan Sanderson (PL)
- Marcel van Hattem (Novo)
Deputados federais mais votados
- Maurício Marcon (PL)
- Fernanda Melchionna (PSOL)
- Giovani Cherini (PL)
Rondônia
Governador eleito: Marcos Rogério (PL)
Senadores eleitos
Fernando Máximo (PL)
Bruno Scheid (PL)
Deputados federais mais votados
Lucio Mosquini (PL)
Coronel Chrisóstomo (PL)
Thiago Flores (União Brasil)
Roraima
Governador eleito: Arthur Henrique (PL)
Senadores eleitos
- Nicoletti (PL)
- Teresa Surita (MDB)
Deputados federais mais votados
- Marcos Jorge (Republicanos)
- Ítalo Otávio (Republicanos)
- Rodrigo Mesquita (Podemos)
Santa Catarina
Governador eleito: Jorginho Mello (PL)
Senadores eleitos
- Carol De Toni (PL)
- Carlos Bolsonaro (PL)
Deputados federais mais votados
- Julia Zanatta (PL)
- Ana Paula Lima (PT)
- Professor Pedro Uczai (PT)
São Paulo
Governador eleito: Tarcísio de Freitas (Republicanos)
Senadores eleitos
- Guilherme Derrite (PP)
- André do Prado (PL)
Deputados federais mais votados
- Lucas Pavanato (PL)
- Erika Hilton (PSOL)
- Sâmia Bomfim (PSOL)
Sergipe
Governador eleito: Fábio Mitidieri (PSD)
Senadores eleitos
- Rogério Carvalho (PT)
- Delegado Alessandro (MDB)
Deputados federais mais votados
- Yandra Moura (União Brasil)
- Claudio Mitidieri (PSB)
- João Daniel (PT)
Tocantins
Governo: Professora Dorinha (União Brasil) e Vicentinho Júnior (PSDB) disputam o segundo turno
Senadores eleitos
- Eduardo Gomes (PL)
- Alexandre Guimarães (MDB)
Deputados federais mais votados
- Professora Janad Valcari (PP)
- Jair Farias (União Brasil)
- Lucas Campelo (Republicanos)
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Fotografia / Fonte: Agência Brasil
Senado vai ter 40 novos nomes e apenas 14 reeleitos em 2026
segunda-feira, 5 de outubro de 2026
Olha aí. O Senado terá uma renovação de 74% a partir de 2027. Das 54 cadeiras que estavam em disputa no domingo (4/10), 40 serão ocupadas por novos nomes. Entre os 32 senadores que buscaram mais oito anos de mandato, apenas 14 conseguiram permanecer na Casa, enquanto 18 não foram reconduzidos.
O número de parlamentares que tentaram a reeleição foi igual ao de 2018, quando também houve 32 candidaturas. Naquele ano, porém, somente oito senadores conseguiram continuar no cargo e 46 das 54 vagas foram renovadas, o equivalente a 85,19%. Em 2026, a taxa de permanência foi de 43,75% entre os que disputaram a recondução.
Entre os senadores que garantiram novo mandato estão Alessandro Vieira (MDB-SE), Carlos Portinho (PL-RJ), Cid Gomes (PSB-CE), Eduardo Braga (MDB-AM), Eduardo Gomes (PL-TO), Humberto Costa (PT-PE), Jaques Wagner (PT-BA), Lucas Barreto (PSD-AP), Marcelo Castro (MDB-PI), Marcio Bittar (PL-AC), Plínio Valério (PSDB-AM), Rogério Carvalho (PT-SE), Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).
Entre os que não conseguiram retornar estão Renan Calheiros (MDB-AL) e Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Senado.
A composição da Casa ainda poderá sofrer novas alterações. Cleitinho (Republicanos-MG) e Sergio Moro (PL-PR), por exemplo, foram eleitos governadores e deixarão o Senado. Já Alan Rick (Republicanos-AC), Omar Aziz (PSD-AM) e Professora Dorinha Seabra (União-TO) disputarão o segundo turno para o governo de seus estados.
Os 54 senadores eleitos assumirão os mandatos em 1º de fevereiro de 2027, com duração de oito anos. As outras 27 cadeiras, correspondentes a um terço do Senado, permanecerão com os atuais ocupantes até a próxima renovação, prevista para 2031.
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Fotografia: Marcos Oliveira/Agência Senado
Jerônimo Rodrigues é reeleito governador da Bahia
segunda-feira, 5 de outubro de 2026
Olha aí. Jerônimo Rodrigues foi reeleito governador da Bahia neste domingo (4/10), no primeiro turno das eleições de 2026. O candidato do PT obteve 55,41% dos votos válidos, o equivalente a 4.440.938 votos, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Até as 21h23, 96,73% das urnas haviam sido totalizadas no estado. Com o resultado, ele está matematicamente eleito.
Jerônimo ficou à frente de ACM Neto (União), que recebeu 44,11% dos votos (3.535.498).
Na sequência, aparecem os seguintes candidatos:
- Ronaldo Mansur (PSOL), 0,34%;
- Aroldo Felix (UP), 0,06%;
- Maria Bona (PCO), 0,05%;
- Ariel Capistrano (DC), 0,03.
A eleição para governador é definida em primeiro turno quando uma candidatura obtém mais da metade dos votos válidos. Com o resultado, não haverá segundo turno para o governo da Bahia.
Atual governador, Jerônimo Rodrigues é engenheiro agrônomo e professor universitário. Foi secretário estadual de Desenvolvimento Rural e de Educação e secretário nacional do Desenvolvimento Territorial. Buscava a reeleição.
Nas redes sociais, Jerônimo celebrou a reeleição e escreveu que trabalhará para eleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno.
“A Bahia vai seguir avançando! Chegamos até aqui porque cada baiano e cada baiana acreditou no nosso projeto. Agora, vamos arregaçar as mangas e seguir para o segundo turno das eleições, ao lado do presidente Lula, para garantirmos a vitória da democracia. Vamos à luta! Obrigado”, postou o governador reeleito,
A votação para governador ocorreu simultaneamente à eleição para presidente, senador e deputados federal, estadual ou distrital (no caso do Distrito Federal).
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Fotografia: Divulgação
Fonte: Agência Brasil

