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Rui Costa prorroga decreto que suspende aulas, transporte e atividades

segunda-feira, julho 6th, 2020

Estão suspensas em todo território baiano até o dia 12 de julho as aulas nas redes pública e privada e as atividades que envolvem aglomeração de pessoas, como eventos desportivos, religiosos, shows, feiras, apresentações circenses, eventos científicos, passeatas, aulas em academias de dança e ginástica, além da abertura e do funcionamento de zoológicos, museus, teatros, dentre outros. 

A decisão foi tomada pelo governador Rui Costa na última sexta-feira 3/7, e publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) do sábado, dia 4 de julho.

Todas essas restrições estão estabelecidas no decreto n° 19.586, que tinha validade até esta segunda-feira, dia 6 de julho. A prorrogação do decreto também inclui a suspensão do transporte intermunicipal em diversas cidades baianas.

Atualmente, a medida está válida em 356 municípios, onde há registros de pacientes ativos com a Covid-19. Todas as restrições estabelecidas pelo Governo do Estado têm como objetivo conter o avanço da disseminação do novo coronavírus na Bahia.

Fotografia: Reprodução

Fonte: Secom GOVBA

EAD ganha impulso com a suspensão das aulas

domingo, abril 5th, 2020

O confinamento preventivo em casa, para não se infectar e não ajudar a propagar o novo coronavírus, criou um ponto de inflexão na trajetória do ensino no Brasil. Em 18 de março, o Ministério da Educação publicou a Portaria nº 343, que autoriza “em caráter excepcional” a substituição de aulas presenciais por aulas do modelo educação a distânica (EAD) que utilizem tecnologia de informação e comunicação remota em cursos que estavam em andamento.

Paralela a norma do MEC, governadores e prefeitos suspenderam as aulas para evitar o crescimento da covid-19 como já aconteceu na China, Coreia do Sul, Itália, Espanha e nos Estados Unidos.

As iniciativas públicas fizeram com que “diversas instituições adotassem a modalidade EAD [Educação a Distância] literalmente do dia para a noite em cursos presenciais em andamento, inclusive no ensino médio”, registra André Luis Garbulha, especialista há 18 anos na modalidade de ensino e aprendizagem.

“Tivemos que nos adaptar ao esquema de home office [teletrabalho]”, conta Márcio Joaquim dos Santos, coordenador do curso de Recursos Humano da Faculdade Anhanguera Santana, em São Paulo. Segundo ele, graças a ferramentas e plataformas online, tem conseguido manter contato com alunos e professores. Pelo computador em casa ou celular, alunos têm acesso a vídeos, apresentações explicativas de slides, respostas de dúvidas por e-mail e até aula online ao vivo, descreve.

“A EAD se encaixa perfeitamente como solução para a realidade atual. Devido a sua flexibilidade, aos diversos meios de transmissão de conteúdo (vídeos, textos, aplicativos, jogos), aos canais de comunicação existentes, além de beneficiar os diferentes tipos de aprendizagens”, avalia Fábia Kátia Moreira, consultora de EAD e tecnologia internacional, atuando na área há mais de 25 anos.

Para ela, “diante da pandemia da covid-19, mesmo as instituições mais tradicionais e resistentes à EAD estão lançando mão dessa modalidade, senão para oferecer novas possibilidades de aprendizagem aos estudantes, ao menos para garantir o cumprimento dos duzentos dias letivos exigidos em lei.”

“Nesse momento que estamos vivendo, realmente a modalidade está se mostrando uma ótima alternativa, pois possibilita que mesmo estando cada um na sua casa, as pessoas deem continuidade aos estudos, podendo interagir com docentes e colegas de sala”, acrescenta Marcos Lemos, vice-presidente acadêmico da Kroton, que conta com mais de 1.400 polos de ensino de escolas e faculdades pertencentes ao grupo de ensino privado (Anhanguera, Pitágoras, Unime, Uniderp, Unopar, Fama e Unic).

Segundo ele, apesar de ainda haver “claramente distinção entre ensino presencial e a distância no Brasil”, a continuidade do calendário acadêmico deste ano só será possível “graças ao modelo acadêmico e à utilização de recursos de tecnologia e de conteúdos a partir do ambiente virtual de aprendizagem, que já faz parte do dia a dia desses estudantes”. Em diferentes escolas e faculdades, os alunos têm acesso a aulas digitais, deveres de casa, avaliações, pontuações das diferentes atividades e indicadores de acompanhamento.

EAD não é para qualquer um

Fábia Kátia Moreira pondera que a EAD é “uma faca de dois gumes”. Se o curso não for bom, “pode trazer consequências como maior resistência à modalidade [de ensino], falta de credibilidade e má formação”.

Do lado positivo, “se bem programada e executada”, a aprendizagem pode desenvolver habilidades e competências no estudante úteis para toda a vida, como  “autonomia, disciplina, organização do tempo, competência de leitura e interpretação, cumprimento de metas e prazos, além do desenvolvimento de habilidades de alta complexidade como compreensão, análise e síntese.”

Pesados prós e contras, a consultora sublinha que “A EAD não é para todos”. A modalidade de ensino e aprendizagem exigem autonomia, disciplina e alta dose de dedicação. “Grande parte dos nossos estudantes, sobretudo do ensino fundamental ainda não está preparada para essa modalidade”, alerta.

O especialista André Luis Garbulha concorda e também afirma que a EAD “não é para todos”. Segundo ele, “ocasionalmente, as pessoas são atraídas para EAD pelo baixo valor das parcelas, mas se esquecem que deve haver um comprometimento individual e até familiar mais profundo com os estudos. Será exigido do aluno disciplina e foco.”

Crescimento da modalidade

A Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) projeta que em 2023 mais alunos se matricularão em cursos da modalidade de Educação a Distância do que nos presenciais.

O Censo da Educação Superior, realizado pelo Inep/MEC, indica que desde 2016 a matrícula em cursos EAD cresce mais de 5% ao ano, enquanto as inscrições nos cursos presenciais estão em declínio. O censo de 2018, realizado pelo Inep mostrou, pela primeira vez na série histórica, mais vagas ofertadas a distância (7,1 milhões) do que em cursos presenciais (6,3 milhões).

De acordo com os especialistas, o mercado de trabalho absorve a mão de obra bem formada em cursos a distância. “Segundo a Associação Brasileira de Recursos Humanos, a modalidade EAD tem sido tão aceita quanto a presencial. O recrutador não observa a modalidade, mas se a Instituição tem boa avaliação no MEC”, cita Fábia Kátia.

Garbulha aponta vantagens competitivas para quem se formou em EAD: “para concluir uma graduação a distância, habilidades como organização, disciplina, proatividade e foco são altamente desenvolvidas indiretamente, o que não necessariamente ocorre com alunos presenciais”.

Conforme disse à Agência Brasil, “o empregador só sabe que o candidato ou empregado realizou sua graduação ou pós graduação na modalidade EAD se isso for dito em algum momento”. A legislação obriga as instituições a emitir os diplomas e certificados sem que haja qualquer tipo de diferenciação entre os cursos presenciais ou a distância.

Escolha do curso

“Ao escolher um curso de ensino superior, independente da modalidade, é importante procurar conhecer sobre a instituição, verificar informações do curso como, por exemplo, carga horária estimada, programa de disciplinas, sequência de módulos etc. No entanto, mais importante do que isso é ter em mente a qualidade do curso”, recomenda Marcos Lemos.

No caso de cursos formais, como os de graduação em curso superior, Fábia Kátia orienta os interessados “verificar se os conteúdos mínimos exigidos pelo Ministério da Educação [disponíveis nas Diretrizes Curriculares Nacionais] constam no currículo, bem como a avaliação da instituição e do curso no MEC”.

Segundo ela, outro aspecto importante é “a metodologia adotada, pois o material didático oferecido e a tutoria ativa são de suma importância para o processo de aprendizagem”.

A escolha do curso deve ser feita a partir do interesse do aluno e com base em pesquisa. Para André Garbulha, a orientação geral é começar a escolha “verificando no site do Ministério da Educação se a instituição escolhida possui o credenciamento para modalidade EAD”.

O interessado deve buscar informações também com referências no mercado de trabalho e entre alunos da instituição. “Uma instituição tradicional e reconhecida por formar bons profissionais, que ofereça EAD, é uma ótima escolha”, sugere.

A pedido da reportagem, os especialistas indicaram diversas plataformas e instituições onde podem ser encontrados cursos livres e de formação com titulação até de pós-graduação. A seguir a lista em ordem alfabética de instituições com cursos gratuitos em EAD e em português.

USP

FGV

Senai

Unesp 

UFRB

Sebrae

ITA

UFRGS

Udemy

UEMA

Coursera

Veduca

Khan Academy 

Aliança Brasileira pela Educação: 

Fonte: Agência Brasil

Foto: Divulgação/MCTIC


Governo suspende aulas após temporal

segunda-feira, fevereiro 10th, 2020

Sem aulas. A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo suspendeu as aulas nesta segunda-feira, dia 10/2, em 37 escolas, de um total de mais de 5 mil unidades, em função da chuva que atinge a capital paulista desde a madrugada. O conteúdo das aulas será reposto futuramente.

A secretaria informa que as consequências da chuva serão monitoradas pelas respectivas diretorias regionais de Ensino, para a tomada das devidas providências e obras emergenciais. “Não serão realizadas atividades de avaliação, introdução de novas habilidades ou qualquer atividade relevante que venha a prejudicar aqueles que não tenham conseguido chegar às escolas”. Fonte: Agência Brasil

Foto: Divulgação

Arena Aquática Salvador oferece 500 novas vagas

terça-feira, outubro 1st, 2019

Boa notícia. Interessados em participar das aulas gratuitas de natação e hidroginástica na Arena Aquática Salvador, no bairro da Pituba, poderão se inscrever a partir da segunda-feira, dia 7/10, no site www. arenaaquatica. salvador. ba. gov. br para garantir seu lugar. As inscrições devem ser realizadas até a sexta-feira, dia 11/10. As 500 vagas oferecidas nesta edição serão sorteadas eletronicamente.

Crianças a partir de seis anos, jovens, adultos, pessoas com deficiência e idosos podem participar das aulas, que têm duração de quatro meses. Administrado pela Secretaria Municipal de Trabalho, Esportes e Lazer (Semtel), a arena funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos sábados, das 8h às 12h.

Etapas – Após realizar a inscrição pelo site, o candidato deve aguardar o sorteio eletrônico. Os contemplados receberão um e-mail informando sobre a convocação e a entrega dos documentos: xerox do RG, CPF e comprovante de residência, além de um atestado de aptidão física, que pode ser emitido por um cardiologista ou por um clínico geral.

Também é necessário um atestado para doenças de pele, emitido por um dermatologista ou infectologista. No caso das crianças, tanto o atestado de aptidão física quanto o de pele podem ser emitidos por um pediatra. Menores de 18 anos devem apresentar também, o comprovante de matrícula escolar, juntamente com documentação do responsável.

Após a convocação, para confirmar a vaga o candidato terá o prazo de até uma semana para apresentar a documentação na própria arena, em data a ser divulgada. Posteriormente é realizada uma avaliação física e técnica do candidato que após passar pela triagem, poderá ser encaminhado para a turma de iniciação ou aperfeiçoamento, a depender do desempenho. Os testes são realizados na água.

Estrutura – A Arena Aquática possui 15 mil m² de área e abriga piscina olímpica de 50x 25 m, academia, sala de fisioterapia, sala de atendimento médico, sala para exames antidoping, vestiários para atletas e paratletas e sala de técnicos, dentre outros ambientes. Os alunos contam com uma equipe formada por cinco professores de educação física com especialização em natação e mais seis estagiários atuam na arena.

Fonte: Secom/PMS

Foto: Divulgação/PMS

Após greve de professores, Ufba retoma aulas nesta segunda (19)

segunda-feira, outubro 19th, 2015

Após greve de professores, aulas na Ufba recomeçam nesta segunda

Depois de 140 dias de greve, as atividades da Universidade Federal da Bahia (Ufba) recomeçam nesta segunda-feira, dia 19. Os estudantes vão retomar as aulas do primeiro semestre deste ano. A previsão é que o período letivo acabe no dia 30 de novembro. Segundo o previsto na reformulação do calendário acadêmico, o segundo semestre só será iniciado no mês de janeiro de 2016.

A decisão foi anunciada na sexta-feira, dia 16, após proposição da Superintendência de Administração Acadêmica (SUPAC) e aprovação por unanimidade do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE). Os professores decidiram encerrar o movimento após assembleia realizada na Faculdade Arquitetura, em Salvador. Segundo informações do Sindicato dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior da Bahia (Apub), foram 129 votos pelo fim da greve. Dos presentes, 30 defenderam a manutenção e outros três preferiram não votar.

Foto: Divulgação