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Conab diz que safra de café será de quase 55 milhões de sacas

sexta-feira, janeiro 20th, 2023

Bons números. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima uma produção de 54 milhões e 940 mil sacas de café. A previsão consta do 1º Levantamento da Safra de Café 2023, divulgado na quinta-feira, dia 19/1, em Brasília.

“Para a presente safra, mesmo sendo ano de bienalidade negativa, a previsão é superior em 7,9%, na comparação com a safra colhida em 2022, quebrando o ciclo de evolução da série desde a safra de 2001, quando a Conab começou a acompanhar a safra da produção cafeeira no país”, disse o presidente da Conab, Guilherme Ribeiro, ao anunciar os números.

Ele explicou que, das 54,94 milhões de sacas estimadas, 37,44 milhões serão de café arábica, o que corresponde a um volume 14,4% maior do que o obtido em 2022; e 17,51 milhões serão de sacas café conilon beneficiado, o que representa uma produção 3,8% menor do que o volume obtido em 2022.

“Em relação ao conilon, é importante dizer que, após uma safra recorde, a perspectiva nessa temporada sinaliza certa redução do potencial produtivo em razão das adversidades climáticas registradas no principal estado [produtor], que foi o Espírito Santo”, disse o presidente da Conab.

Área para a produção

Segundo a Conab, com relação à área total destinada à produção de café arábica e conilon, a estimativa é de que sejam utilizados 2,26 milhões de hectares. “Isso representa um aumento de 0,8% em relação à safra passada”, afirmou Ribeiro. Em 2022, a área utilizada para essas lavouras ficou em 1,9 milhão de hectares (produção); e 355,5 mil hectares em formação para posterior produção.

“Nos ciclos de bienalidade negativa, os produtores costumam realizar os tratos culturais mais intensos nas lavouras, promovendo algum tipo de manejo em suas áreas que só entrarão em produção nos próximos anos”, frisou o presidente da Conab.

Segundo ele, devido ao clima “muito desfavorável” em 2021, muitas lavouras não entraram na produção em 2022. “Agora, em 2023, quase 100 mil hectares de lavouras estão em produção, principalmente em Minas Gerais, onde essa produção é maior, mesmo sendo ano de bienalidade negativa”, explicou.

De acordo com o gerente de Acompanhamento de Safras da Conab, Rafael Fogaça, apesar da perspectiva de aumento na área em produção, a expectativa é de que haja queda no rendimento médio na comparação com a safra anterior, o que deverá “impactar na perspectiva de produção total, avaliada nesse primeiro levantamento em 17,51 milhões de sacas de café conilon beneficiado”, disse. O número é 3,8% menor que o volume registrado na safra 2022.

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Fonte: SSP-BA

Fotografia: Valter Campanato/Divulgação/Agência Brasil

Brasil: Safra de café pode ser a terceira melhor da história

quarta-feira, fevereiro 2nd, 2022

Animação total. Os produtores de café devem colher a terceira maior safra do grão em 2022. A produção esperada é de 55 milhões e 700 mil sacas de 60 quilos, de acordo com o levantamento divulgado em janeiro de 2022, pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB).

A estimativa, caso confirmada, representa um acréscimo de quase 17%, em comparação ao ano de 2021. O resultado só não será melhor que os desempenhos registrados nos anos de 2020 e 2018.

Fotografia: Reprodução

Os prejuízos dos cafeicultores que tiveram perdas com geada; Ministério promete ajuda

sábado, julho 24th, 2021

Prejuízo gigantesco. A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, esteve na sexta-feira, dia 23/7, em Alfenas, no Sul de Minas Gerais, para se reunir com os produtores locais de café. O sul de Minas Gerais é grande produtor de café, foi afetado esta semana por uma geada em decorrência da queda da temperatura, o que foi previsto pela plataforma de monitoramento do Inmet.

Preocupados, os produtores se mobilizaram em uma reunião de emergência, da qual a ministra participou representando o Governo Federal. O objetivo foi verificar a situação das lavouras, ouvir os produtores para pensar em uma agenda de prioridades para atender os produtores locais. 

“Quando eu recebi os relatos da geada do dia 20 de julho, eu fiquei muito preocupada. Eu sei o esforço para produzir e a frustração de perder a plantação num ano com boas previsões de valores. Viemos aqui para ver, ouvir e achar soluções em conjunto, sentarmos à mesa para identificarmos uma solução, que não será única. A geada pegou pontos diferentes e, por isso, vamos trabalhar em uma solução conjunta com o estado de Minas Gerais, prefeitos e cooperativas“, disse a ministra o prestar solidariedade aos produtores, também, em nome do presidente Jair Bolsonaro.

A ministra pediu para que os produtores forneçam dados detalhados sobre as perdas, para ajudar na elaboração das políticas públicas necessárias para o setor. “O levantamento que será feito pelas equipes técnicas do estado, pela nossa equipe da Conab será fundamental para se construir uma política para a região. Pedimos para os produtores que eles nos forneçam os dados corretamente, fotografem as suas lavouras neste momento e que todo mundo fique tranquilo porque juntos vamos achar um caminho para sair dessa situação de perdas que a geada nos trouxe”  

Ela disse que o governo vai ajudar a encontrar soluções, principalmente para os pequenos produtores. “Vamos sentar com as cooperativas, com os bancos, o Ministério da Agricultura tem o Funcafé que é um dinheiro da cafeicultura. Com essa perda avaliada, vamos ver como podemos ajudar os produtores, principalmente os pequenos, que são os que tem menos recursos para se reerguer”. 

Antes da reunião, realizada no Sindicato Rural de Alfenas, a ministra e demais autoridades estaduais visitaram a lavoura de café da Fazenda Primavera para verificar de perto as perdas na produção do grão.

A secretária Estadual de Agricultura de Minas Gerais, Ana Maria Valentin, disse que o governo estadual irá fazer um levantamento da atual situação de cada lavoura atingida: “De primeira ordem, o que o estado pode fazer é um laudo bem feito e fidedigno do que está enfrentado, o que cada produtor perdeu para saber quem sofreu mais e o que cada um irá precisar”.

O deputado federal Emidinho Madeira (PSB-MG), presidente da Frente Parlamentar do Café, reforçou a importância da organização dos produtores em cooperativas e disse que irá lutar pela renegociação dos prazos para pagamento de financiamentos. “Os cafeicultores daqui ajudam a desenvolver outras cidades, que recebem os recursos do café indiretamente na construção de casas e comércio locais. Temos que conseguir ajudar o produtor, vamos pedir carência de um ano, dois para que os produtores possam honrar seus compromissos”.

Acompanharam a ministra na reunião o secretário-executivo do Mapa, Marcos Montes, e o diretor de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Silvio Farnese. O presidente da Emater, Otávio Maia; o presidente do Sebrae, Carlos Melles, além de prefeitos, vereadores, produtores de café e representantes do setor também participaram do encontro.

Monitoramento

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), disponibilizou a Plataforma de Monitoramento de possíveis Geadas no Brasil, que traz um mapa de possíveis ocorrências de geadas baseado nos dados registrados pelas Estações Meteorológicas Automática.

Ao clicar nos balões disponíveis no mapa, é possível capturar o dia, a temperatura e a possível ocorrência. Na tabela também são oferecidas as mesmas informações.

No mapa as informações serão agregadas com o decorrer do tempo, além disso é possível pesquisar o registro de geadas, até os últimos 30 (trinta) dias.

Fotografia/fonte: MAPA

Qualidade do café produzido na Chapada Diamantina garante preços acima do mercado

terça-feira, maio 25th, 2021

Produção abençoada. Com uma produção anual de quatro a cinco mil sacas de café e atentos à potencialidade da produção de cafés da Chapada Diamantina, a Cooperativa de Cafés Especiais e Agropecuária de Piatã (Coopiatã) celebraram o Dia Nacional do Café, na segunda-feira, 24/5, com avanços nas vendas e valorização do produto. O café da Coopiatã, produzido por famílias agricultoras de Piatã e Ibicoara, é um dos destaques da Bahia no cenário nacional e internacional.

A excelência na produção de cafés de alta qualidade, garantiu à cooperativa, em 2020, um faturamento de aproximadamente R$ 1.400,00, gerando, somente com a venda do café, uma renda média mensal para cada cooperado e cooperada de R$ 2.500,00.

Entre os diferencias que permitem obter esses resultados estão a localização das lavouras, em áreas que chegam a altitudes entre 1.260 a 1.400 metros, temperaturas amenas, ideais para o cultivo, e solo favorável. As condições climáticas somadas às melhorias do processo de produção e o apoio do Governo do Estado, geram excelentes resultados na produção de grãos de cafés 100% arábica, especiais e gourmets, de alta qualidade e valor agregado.

Os cafés, classificados como tradicional, gourmet, especial e superior, são comercializadas pela cooperativa, em grãos ou moídos, no Brasil e também por meio de exportação para a Austrália e Estados Unidos, nas marcas: Coopiatã, Rigno, Rarefeito, Taperinha, Café da Lucineia, Café do João, Entrevales, Cafundó e Reserva da Chapada.

O reconhecimento dos elevados níveis de classificação de café da Coopiatã já rendeu mais de 50 premiações em concursos nacionais e internacionais, entre elas a da Associação Brasileira da Indústria de Torrefação e Moagem de Café (ABIC), do Coffee of The Year, e a do Cup Off Excellence, promovido pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA). Com as classificações no Cup of Excellence 2020, foi possível participar de um disputado leilão internacional, via internet, alcançando preços que vão muito além dos praticados no mercado convencional.

Renato Rodrigues, um dos 47 cooperados da Coopiatã, com café premiado, destaca que a boa colocação do café em concursos mostra a força da produção dos agricultores familiares baianos: “Ganhar esse prêmio traz uma conquista para todos nós, produtores de café de Piatã, da Bahia. É resultado de muita dedicação, trabalho e paixão por esse fruto que nos enche de orgulho. O nosso café está entre os melhores do Brasil e é da agricultura familiar”.

De acordo com o presidente da Coopiatã, Rodolfo Moreno, a saca de 60 kg do café arábica convencional sai hoje, em média, por R$ 500,00. O preço de um especial é comercializado, em média, a R$ 1.750,00, a saca, no mercado. Já a saca de um café classificado como especial, bem colocado em um concurso como esse, pode chegar a mais de R$ 50 mil.

Diferenciais que atraem novos consumidores

O conhecimento sobre a procedência e a qualidade do café da Coopiatã conquistaram a coordenadora pedagógica Ingrid Pedrett, de Salvador: “Eu gosto muito de consumir um produto do qual eu sei a origem e como funciona toda a cadeia produtiva. Saber quem faz e como e onde é feito. O café da Coopiatã tem esses requisitos. É feito por produtor rural, tem um sabor único e é daqui da nossa terra, da Bahia. É um caminho sem volta, quando a gente consome um café de qualidade, não aceita outro qualquer, virei fã”.

Investimentos

Alguns desses resultados alcançados pela Coopiatã se devem aos investimentos do Governo do Estado, via projeto Bahia Produtiva, da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural (SDR), com cofinanciamento do Banco Mundial. São cerca de R$ 1,8 milhão, destinado a ações como a de implantação de uma agroindústria de torrefação, visando à redução dos custos na produção e no beneficiamento de cafés especiais.

A cooperativa conta ainda com o serviço de assistência técnica e extensão rural (Ater), para a melhoria da qualidade na produção dos grãos e com a assistência técnica em gestão (Ateg), para atuar na melhoria da gestão e nas estratégias para viabilizar o acesso aos mercados para o café. Está prevista também a aquisição de um veículo utilitário, para o apoio à logística.

Para Rodolfo Moreno, o Bahia Produtiva trouxe um olhar diferenciado sobre a sua atuação comercial da Coopiatã, com suporte técnico adequado, que possibilitou a inserção em novos mercados e a implementação de estratégias para que a cooperativa consiga se posicionar no mercado de forma mais adequada: “A gente tem uma gestora que trabalha firme nos nossos protocolos e operações e um engenheiro agrônomo que roda o campo, então, estamos constatando melhoria na produtividade e na qualidade. A gente tem potencial e nosso café é reconhecido mundialmente”.

Onde encontrar os produtos da Coopiatã

Os cafés da Coopiatã são comercializados em lojas especializadas e também por meio de plataformas digitais como o site: coophub.com.br e a startup Escoaf, além das redes sociais (@coopiata).

Fonte: Ascom/SDR

Fotografia: Divulgação

Bahia vai exportar café da agricultura familiar para a China

quarta-feira, julho 10th, 2019

De Barra do Choça para a China, o café da agricultura familiar atravessa fronteiras e conquista o paladar dos asiáticos. Ainda neste ano, a Cooperativa Mista dos Pequenos Cafeicultores de Barra do Choça e Região (Cooperbac) começa a exportar seus produtos para o país asiático.

Nesta terça-feira, dia 9/7, um grupo da Câmara de Comércio da China conheceu as instalações da cooperativa baiana da agricultura familiar, que tem previsão de enviar para o país cerca de 40 toneladas de café por mês.

O Governo do Estado, por meio do Bahia Produtiva, projeto executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), investiu cerca de R$3,4 milhões na cadeia produtiva do café da cooperativa, possibilitando agregar valor à produção e alavancar a comercialização do produto.  

Os investimentos deram um salto na qualidade da produção, com a oferta de assistência técnica e extensão rural (Ater), aquisição de equipamentos como cinco despolpadores e 20 estufas instalados nas propriedades dos agricultores, o que resultará na linha gourmet da Cooperbac. A cooperativa também teve sua estrutura contemplada com máquina pesadora, modeladora e empacotadora a vácuo, ampliando o acesso ao mercado. 

A presidente da Cooperbac, Joara Oliveira, destaca que a exportação de uma grande quantidade de café significa que os cooperados estão organizados: “Isso foi possível graças aos investimentos que o Governo do Estado tem feito na qualificação da agroindústria e na qualificação das unidades familiares. Significa que esses projetos estão promovendo renda pra os nossos produtores. Se a gente está fazendo essa exportação hoje é graças a esse projeto, o que vai gerar muita economia e vai tirar a figura dos atravessadores da vida dos nossos produtores”.

Para o secretário de Desenvolvimento Rural, Josias Gomes, a Cooperbac está fazendo uma revolução, desde o plantio até a comercialização, produzindo café de qualidade, com inovações fantásticas: “Somos parceiros nessa jornada e eles mostram que quando a agricultura familiar tem incentivo é possível alcançar grandes mercados. Nós estamos mostrando para todo o Brasil e para o mundo que a agricultura familiar da Bahia é economicamente viável e um sucesso mundial”.

No próximo mês de novembro, um grupo da Cooperbac visitará as instalações da Câmara de Comércio da China para conhecer, in loco, seus investidores.  Fonte: SECOM /SDR

Foto: Reprodução

Presidência gasta 10 mil reais com café

segunda-feira, maio 30th, 2016

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Haja café. Com menos de um mês de governo, o presidente em exercício, Michel Temer, pelo visto, quer ficar de olhos bem abertos em relação à polêmicas de seu novo ministério. Para ajudar nesse quesito, a Presidência da República reservou R$ 10 mil para a compra de 2 mil pacotes de café torrado e moído de primeira qualidade. Cada embalagem possui 500 gramas, em embalagens alemanizadas, alto vácuo ou vácuo puro. Fonte: Contas Abertas

 

Foto: Reprodução

Chapada Diamantina: Café é destaque em leilão internacional

quarta-feira, dezembro 2nd, 2015

 

Olha aí. Dezoito sacas de cafés especiais foram leiloadas na terça-feira,  dia 1, via internet, cada uma arrematada por R$9.575, no pregão disputado por compradores da América do Norte, Europa, Ásia e Oceania. Os cafés foram provenientes de 22 lotes premiados do Cup of Excellence – Pulped Naturals 2015, maior concurso de cafés do mundo, vencido pelo café Rigno, da cidade de Piatã, Chapada Diamantina, a 600 Km de Salvador, considerada a cidade mais fria do Nordeste. O leilão internacional online é realizado uma vez por ano.
O estande do café Rigno, campeão pela segunda vez consecutiva do concurso de qualidade de cafés, montado na Feira Internacional da Agropecuária da Bahia (Fenagro), realizada até o próximo domingo (6), no Parque de Exposições de Salvador, recebeu na terça a visita do secretário da Agricultura do Estado, Vitor Bonfim. “O café baiano é um dos mais premiados do Brasil, está entre os melhores do mundo, e cada vez mais ganha visibilidade no mercado internacional. O estande Rigno na Fenagro cumpre o papel mostrar ao público como é produzido o café com qualidade diferenciada”, ressaltou o secretário.
O concurso destinado a cafés cerejas descascados e/ou despolpados do Brasil é realizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Alliance for Coffee Excellence (ACE), além de contar com o apoio do Sebrae.
Foto: Divulgação/ Heckel Jr

Itabuna: Trinta e cinco operários de construção passam mal depois de café

terça-feira, dezembro 16th, 2014

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Vixe. Trinta e cinco operários da construção civil foram atendidos na emergência do Hospital de Base de Itabuna, sob a suspeita de intoxicação. Segundo a prefeitura, o problema de saúde aconteceu depois que os funcionários consumiram um achocolatado servido no café da manhã no canteiro de obras de uma das construtoras de unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida.

Ainda segundo a prefeitura, a Diretoria da Vigilância Sanitária da Secretaria da Saúde de Itabuna notificou a Vigilância Sanitária da 7ª Diretoria Regional de Saúde do Estado (Dires) e a Vigilância Sanitária de Ilhéus para que apure o segundo caso de intoxicação alimentar envolvendo a empresa terceirizada de alimentação Stering Cozinha Industrial Ltda.

Depois de ser acionada pela direção do Hospital de Base, a Vigilância Sanitária de Itabuna suspendeu o fornecimento de alimentação pela empresa no canteiro de obras, mandou fiscais sanitários recolher amostras do produto suspeito e fez as notificações.

 

Foto: Reprodução/Secom Itabuna