Êta joça. O juiz federal Itagiba Catta Preta Neto pediu nesta quinta-feira, dia 17, a suspensão da posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil. O magistrado assinou uma liminar contra a nomeação do petista até que os processos judiciais contra ele sejam esclarecidos.
No despacho, o juiz Catta Preta informa que a criação do cargo de ministro-chefe de Gabinete Civil é uma irregularidade por parte da presidente Dilma Rousseff. Ele entendeu que há indícios de cometimento de crime de responsabilidade na nomeação de Lula na medida em que ela teria o objetivo de garantir foro privilegiado ao ex-presidente que é investigado pela Operação Lava Jato e pelo MP-SP (Ministério Público de São Paulo).
Ele diz que “caso já tenha ocorrido a posse, suspendo seus efeitos até o julgamento final desta ação”.
O ex-ministro Gilberto Carvalho disse que o governo vai recorrer da decisão. “Vamos derrubar essa liminar. Esperávamos por isso. Esperávamos uma batalha longa para garantir que o presidente Lula possa governar junto com a presidente Dilma, como ministro, e essas reações eram mais do que esperadas. “Essas reações eram mais do que esperadas e só confirmam o acerto dessa nossa posição. Essa reação irada, raivosa, mostram o quanto nossos adversários foram pegos de surpresa”, disse Carvalho.
Até a publicação desta reportagem, o Palácio do Planalto ainda não havia se manifestado sobre que medidas iria tomar em relação à liminar que suspendeu a nomeação de Lula como ministro da Casa Civil.
Pressão, pressão. Com o Hino Nacional sendo tocado na Av. Paulista, em uma caixa de som pertencente a um grupo de manifestantes que protestam contra a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao cargo de ministro-chefe da Casa Civil. Cada vez mais pessoas chegam à Av. Paulista para participar da manifestação. São quatro quarteirões ocupado.
Muitos ficaram sabendo do evento pela internet, pela televisão, por amigos ou porque moram perto da avenida. Eles pedem que Lula volte atrás na decisão de aceitar o cargo no governo e chegaram a gritar: “Lula, cagão, seu lugar é na prisão”. Além disso, gritaram “Ei, PT, golpista é você!”.
Viu aí? Uma jovem de 22 anos escapou de ser estuprada e esfaqueou o agressor na manhã de terça-feira, dia 15. Segundo informações da Polícia Militar, ela feriu o homem com a própria faca que tomou dele.
A ocorrência foi registrada pela PM por volta das 9h30. Conforme a polícia, o suspeito se aproximou com a faca e agarrou a jovem pelo pescoço. Ela contou que o homem tentou arrastá-la para um matagal.
De acordo com a polícia, a mulher entrou em luta corporal com supeito e agarrou a faca. Por isso, teve cortes nas mãos.
Após conseguir tomar a arma, ela deu alguns golpes no homem, que fugiu para um matagal.
Depois disso, ela procurou o batalhão da PM e explicou o caso. A mulher foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com ferimentos nas mãos.
No local do crime, a polícia encontrou algumas roupas do suspeito. O caso ainda não foi registrado na Polícia Civil. Buscas foram feitas pelas proximidades, mas o suspeito não foi localizado até a publicação desta reportagem.
O caso aconteceu em Araguaína, norte do Tocantins.
Vixe. Um homem, de 33 anos, foi esfaqueado na noite de segunda-feira, dia 14, em frente de um hotel. O suspeito,de 31 anos, foi preso e alegou ter cometido o crime porque a vítima havia ”cantado” a mulher dele há semana passada.
Segundo o Boletim de Ocorrência, policiais militares foram chamados por testemunhas e encontraram a vítima no chão com ferimentos de faca, no abdômen. Ela foi socorrida e levada para hospital da cidade. O estado de saúde do homem não foi divulgado.
Em buscas, policiais encontraram o suspeito na frente de uma igreja. Ao ver a viatura, ele tentou fugir. No entanto, foi preso ainda nas proximidades. Ele disse que jogou a faca usada no crime em uma esquina e não se lembrava exatamente o endereço.
Em relação ao motivo, ele alegou que a vítima havia ”cantado” a mulher dele há uma semana. O suspeito foi preso em flagrante por tentativa de assassinato qualificado por motivo fútil.
O caso aconteceu no Centro de Coxim, no Mato Grosso do Sul.