Posts Tagged ‘Polícia Federal’

Operação policial localiza traficante e meia tonelada de maconha em casa de praia

quinta-feira, novembro 15th, 2018

Tráfico derrotado. Meia tonelada de maconha foi apreendida, na quarta-feira, dia 14/11, durante operação da Secretaria da Segurança Pública e Polícia Federal. Uma casa de praia em Ipitanga, Lauro de Freitas, era utilizada como boca de fumo para armazenar e distribuir entorpecentes.

Integrantes das Polícias Militar (CPR-Central e Rondesp BTS), da Civil (12a DT/Itapuã) e da PF receberam uma denúncia anônima sobre o uso do imóvel para o tráfico de drogas e passaram a fazer acompanhamento e depois de alguns dias de vigilância, um motorista foi abordado sair da casa com uma sacola dentro de um carro.

Os policiais estaduais e federais voltaram à casa e encontraram 500 kg de maconha prensada, divididos em  tabletes. Além da droga, duas balanças e um automóvel foram apreendidos. Um traficante acabou preso em flagrante. O criminoso e a droga foram apresentados, na sede da PF em Salvador.

 

 

Foto/fonte: SSP-BA

Em depoimento, Lula nega que é dono de sítio em Atibaia

quarta-feira, novembro 14th, 2018

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou hoje (14), em depoimento à Justiça Federal em Curitiba, ter conhecimento sobre as reformas realizadas no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP). Ele negou também ser o dono do imóvel.

Lula foi interrogado pela juíza Gabriela Hardt em ação penal na qual ele e mais 12 réus respondem ao processo, entre eles os empresários Marcelo e Emílio Odebrecht e Léo Pinheiro, da OAS, e o pecuarista José Carlos Bumlai. As acusações são dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

O sítio foi alvo das investigações da Operação Lava Jato, que apura a suspeita de que as obras de melhorias no local foram pagas por empreiteiras investigadas por corrupção, como a OAS e a Odebrecht.

No interrogatório, Lula confirmou que passou a frequentar a propriedade no início de 2011, quando deixou a Presidência da República.

No entanto, as reformas que foram realizadas já estavam prontas e Lula disse que não teve conhecimento delas por não ser o dono do imóvel.

Depoimento

O ex-presidente também negou que tenha tratado do assunto com o empresário Emílio Odebrecht. “Quando eu conheci o sítio, não tinha reforma, o sítio estava pronto”, afirmou.

No início da audiência, a juíza perguntou a Lula se ele tinha conhecimento sobre as acusações contra ele, uma praxe processual feita a todos os acusados. Ele respondeu que não sabia e queria saber o teor da acusação.

“Gostaria de pedir, se a senhora pudesse me explicar, qual é a acusação? Estou disposto a responder toda e qualquer pergunta. Eu sou dono do sítio ou não?” questionou.

Em seguida, Gabriela Hardt retrucou. “Isso é o senhor que tem que responder e não eu. Eu não estou sendo interrogada neste momento. Isso é um interrogatório, e se o senhor começar neste tom comigo, a gente vai ter problema”.

Durante o depoimento, o ex-presidente voltou a afirmar que as acusações contra ele são “uma farsa”.

“O primeiro processo que eu fui vítima, que é uma farsa, uma mentira do Ministério Público, com Power Point. A segunda é outra farsa. Eu estou pagando esse preço. Eu vou pagar porque sou um homem que creio em Deus, creio na Justiça, e um dia a verdade vai prevalecer o que está acontecendo”, afirmou.

Reforma

Segundo os investigadores, as reformas começaram após a compra da propriedade pelos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna, amigos de Lula, quando “foram elaborados os primeiros desenhos arquitetônicos para acomodar as necessidades da família do ex-presidente”.

No laudo elaborado pela Polícia Federal, em 2016, os peritos citam as obras que foram feitas, entre elas a de uma cozinha avaliada em R$ 252 mil. A estimativa é de que tenha sido gasto um valor de cerca de R$ 1,7 milhão, somando a compra do sítio (R$ 1,1 milhão) e a reforma (R$ 544,8 mil).

É a primeira vez que Lula deixa a carceragem da Polícia Federal (PF) em Curitiba após ter sido preso pela condenação em outro processo, que trata do apartamento tríplex do Guarujá (SP). Desde 7 de abril, Lula cumpre, na capital paranaense, pena de 12 anos e um mês de prisão, imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Defesa do ex-presidente

Em nota, a defesa do ex-presidente afirmou que o depoimento de Lula demonstra arbitrariedade da acusação. Isso porque embora o Ministério Público Federal cite que contratos específicos da Petrobras teriam gerado vantagens a Lula, nenhuma pergunta neste sentido foi feita: “A situação confirma que a referência a tais contratos da Petrobras na denúncia foi um reprovável pretexto criado pela Lava Jato para submeter Lula a processos arbitrários perante a Justiça Federal de Curitiba.”

A defesa também reafirma que a propriedade do sítio Santa Bárbara, “que pertence de fato e de direito à família Bittar, conforme farta documentação constante no processo.”

“O depoimento prestado pelo ex-Presidente Lula também reforçou sua indignação por estar preso sem ter cometido qualquer crime e por estar sofrendo uma perseguição judicial por motivação política materializada em diversas acusações ofensivas e despropositadas para alguém que governou atendendo exclusivamente aos interesses do País”, encerra a nota assinada pelo advogado Crisitiano Zanin Martins. Agência Brasil

 

 

 

Foto: Reprodução

Lula deixa a cadeia

terça-feira, novembro 13th, 2018

Olha aí. Lula vai sair da cadeia pela primeira vez. Diz o anúncio divulgado em sua página do Twitter:

“Preso político há sete meses, Lula deixará a sede da Superintendência da Polícia Federal pela primeira vez desde que foi preso em 7 de abril deste ano. O ex-presidente irá depor à juíza substituta da Lava Jato, Gabriela Hardt, nesta quarta-feira (14).”

Na realidade, Lula vai sair da cadeia para talvez, pegar mais tempo de cadeia.

 

Foto: Reprodução

Fonte: O Antagonista

Polícia Federal realiza operação em Salvador para combater fraude em importação

terça-feira, novembro 13th, 2018

Tá vendo aí? A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira 13/11, a operação “Espelho” para combater fraudes em importação nas Cidades de Salvador e Belo Horizonte.

Segundo informações da imprensa, os agentes da PF cumprem, ao todo, sete mandados de busca e apreensão em um apartamento e uma loja na Cidade Baixa da capital baiana.

Ainda de acordo com a imprensa, a fraude chega a R$ 393 milhões e as investigações começaram no ano passado, quando a Receita Federal apreendeu no aeroporto de Salvador quatro toneladas de produtos importados como Smartphones de última geração. 

 

 

 

Foto: Divulgação

Polícia Federal deflagra operações para combater fraudes em licitações na Bahia

terça-feira, novembro 6th, 2018

Não corre ninguém. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desa terça-feira 6/11, duas operações para combater organizações criminosas especializadas em fraudes a licitações e desvio de recursos públicos que atuam em Cidades do sul da Bahia.

De acordo com a PF, os valores repassados pelas prefeituras às empresas investigadas entre 2015 e 2017 chegam a R$ 34 milhões. As operações batizadas de “Sombra e Escuridão” e “Elymas Magus” cumprem 13 mandados de prisão preventiva e 50 mandados de busca nas Cidades de Aurelino Leal, Camamu,Ibirapitanga, Igrapiúna, Ilhéus, Itabela, Itabuna, Ituberá, Santo Antônio de Jesus, Ubaitaba e Ubatã.

Segundo os investigadores, as empresas que fraudavam as licitações não tinham “a mínima capacidade para a execução dos serviços e obras contratadas”. Segundo eles, muitas  obras não foram sequer concluídas, como creches, unidades básicas de saúde e quadras de esportes.

A PF aponta ainda que alguns suspeitos participavam do processo licitatório apenas para “tumultuar”, “ora participando dos certames para exigir propina das empresas concorrentes para que desistisse, ora fazendo ajustes prévios e combinações para vencer as licitações e posteriormente abandonar os contratos”.

Os suspeitos podem responder por participação em organização criminosa, fraude a licitação, falsidade ideológica, corrupção passiva e ativa. 

 

 

 

Foto: Agência Brasil

Polícia apreende quase 3 milhões que podiam ser usados em crimes eleitorais

quarta-feira, outubro 24th, 2018

Mais de R$ 2,7 milhões em dinheiro, bens e substâncias entorpecentes foram apreendidos em posse de pessoas suspeitas de estarem praticando crime eleitoral. O montante foi apreendido entre o início do mês, quando começou a funcionar o Centro Integrado de Comando e Controle das Eleições Gerais, e a manhã de terça-feira 23/10.

Segundo o coordenador-geral de Defesa Institucional da PF, delegado Thiago Hauptmann Borelli, só em dinheiro foram apreendidos mais de R$ 1,5 milhão. A maior apreensão ocorreu em Tocantins, onde, no último dia 2, policiais militares encontraram R$ 1,2 milhão em um táxi abordado próximo à capital, Palmas. Outros R$ 500 mil foram apreendidos em Araguaína, também em Tocantins.

“Ainda não é possível determinar que este dinheiro seria usado para custear campanhas eleitorais ilegalmente, mas há esta suspeita. Pode ser lavagem de dinheiro. São casos recentes que ainda estão sendo apurados”, declarou o delegado Borelli, informando que, desde o início de outubro, foram instaurados mais de 2 mil inquéritos policiais para investigar suspeitas de crimes eleitorais. As denúncias mais frequentes dizem respeito à possível compra de votos; falsidade ideológica e boca de urna.

Coordenado pela Polícia Federal (PF), o centro integrado funciona em Brasília e congrega os esforços de 14 órgãos públicos federais que atuam para coibir infrações eleitorais e assegurar o equilíbrio nas eleições. Entre eles estão o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Secretaria Nacional de Segurança Pública, o Ministério da Defesa, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e outros. A forma de atuação é semelhante à adotada durante os grandes eventos ocorridos no Brasil entre os anos de 2013 a 2016, integrando diversas instituições públicas a fim de reduzir o tempo de resposta em casos que exijam agilidade na reação.

 

 

 

Foto: Reprodução

*Com informações da Agência Brasil

 

Polícia Federal indicia Temer, a filha e mais oito em inquérito dos Portos

quarta-feira, outubro 17th, 2018

A Policia Federal (PF) indiciou o presidente Michel Temer e mais dez pessoas no inquérito que apura o suposto favorecimento da empresa Rodrimar S/A na edição do chamado Decreto dos Portos (Decreto 9.048/2017), assinado em maio do ano passado pelo presidente. Eles foram indiciados pelos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Os indiciamentos estão no relatório final da investigação, entregue na terça-feira 16/10, ao relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso. Após receber o documento, Barroso pediu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que terá 15 dias para se manifestar sobre eventual denúncia contra os acusados. A filha de Temer, Maristela de Toledo Temer Lulia também está na lista de indiciados. 

No relatório final, o delegado responsável pelo caso também pediu ao Supremo o bloqueio de bens de todos os acusados e prisão preventiva de quatro deles, o coronel João Batista Lima Filho, amigo de Temer, a arquiteta Maria Rita Fratezi, mulher de Batista, e os investigados Carlos Alberto Costa, sócio do coronel, e Almir Martins Ferreira. Ao enviar o caso à PGR, Barroso também proibiu os acusados que tiveram prisão solicitada de deixarem o país.

O advogado do presidente no processo envolvendo o inquérito dos portos, Brian Prado, informou que ainda não teve acesso ao relatório e não se manifestará a respeito por enquanto. O Palácio Planalto, até o fechamento desta reportagem, não se manifestou a respeito.

Indiciados:

1. Michel Miguel Elias Temer Lulia

2. Rodrigo Santos da Rocha Loures (ex-deputado)

3. Antônio Celso Grecco (sócio da Rodrimar)

4. Ricardo Conrado Mesquita (sócio da Rodrimar)

5. Gonçalo Borges Torrealba (Grupo Libra)

6 – João Baptista Lima Filho

7. Maria Rita Fratezi

8 –  Carlos Alberto Costa Filho

9 – Carlos Alberto Costa

10. Almir Martins Ferreira

11. Maristela de Toledo Temer Lulia (filha de Temer)

 

 

 

 

Foto: Reprodução

Fonte: Agência Brasil

PF conduz mais de 40 por suspeita de crimes eleitorais

domingo, outubro 7th, 2018

Vixe. Na manhã deste domingo dia de eleições, 7/10, a Polícia Federal, informou que, às 10h, já havia conduzido 43 eleitores para as superintendências para prestarem esclarecimentos por situações suspeitas de crimes eleitorais ou em flagrante. Os dados foram divulgados no Centro Integrado de Comando e Controle das Eleições, em Brasília.

Segundo a PF, a maior parte dos casos ocorreu no Ceará, que teve 13 eleitores conduzidos para prestar esclarecimentos.

Foto: Reprodução

A terra tremeu: Delação de Palocci detona Dilma, Lula e o PT

segunda-feira, outubro 1st, 2018

O juiz federal Sérgio Moro retirou hoje (1º) o sigilo de parte dos autos de delação premiada do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci nas investigações da Operação Lava Jato. No documento, de 12 páginas, datado de 13 de abril de 2018, Palocci afirma que as campanhas do PT em 2010 e 2014 custaram R$ 1,4 bilhão e teriam sido financiadas majoritariamente com recursos ilícitos. Também detalha um processo de atuação não lícita por trás das negociações do governo, da Petrobras e do Congresso. “Houve desonestidade em toda a estrutura do PT e em todas as suas lideranças”, afirmou.

O ex-ministro acrescenta ainda que, ao longo dos quatro governos do Partido dos Trabalhadores, houve negociações “corriqueiras” de emendas legislativas em troca de propinas. Ele estima que das mil medidas provisórias editadas, neste período, em pelo menos 900 teria havido o que chamou de “tradução de emendas exóticas em propina”.

Palocci detalha ainda a reunião, no início de 2010, entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ex-presidente Dilma Rousseff, então ministra, e o então presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli. Conforme ele, na conversa, Lula teria orientado Gabrielli a encomendar “a construção de 40 sondas para garantir o futuro político do país e do Partido dos Trabalhadores com a eleição de Dilma Rousseff, produzindo-se os navios para exploração do pré-sal e recursos para a campanha que se aproximava”. Antonio Palocci disse que, com a descoberta do pré-sal, “Lula passou a ter ideias mirabolantes”.

Nomeações

Em outro trecho da delação, na página 6, o ex-ministro destaca que a nomeação de Jorge Zelada para a diretoria de Internacional da Petrobras foi resultado de um suposto acordo entre o MDB de Minas Gerais, comandado pelo deputado federal Fernando Diniz, já falecido, com apoio do presidente Michel Temer, então presidente do PMDB (hoje MDB); do ex-ministro Henrique Eduardo Alves e do ex-deputado federal Eduardo Cunha.

Segundo Palocci, na reunião foi promovida “a celebração de um contrato de SMS na área internacional com a Odebrecht”, estabelecendo uma “larga margem para propina”. De acordo com ele, o acordo previa cerca de 5% do valor total de US$ 800 milhões, o equivalente a US$ 40 milhões.O ex-ministro disse que os valores foram considerados tão elevados que, logo depois, o contrato foi reduzido de US$ 800 milhões para US$ 300 milhões.

Indicações na Petrobras

Segundo Pallocci, as notícias de que Paulo Roberto Costa, então diretor de Abastecimento da Petrobras, e Renato Duque, diretor de Serviços da estatal, “estavam envolvidos em diversos crimes no âmbito de sua diretorias” provocaram uma reunião, em fevereiro de 2007, entre Lula e Palocci no Palácio da Alvorada. De acordo com o ex-ministro, Lula indagou quem era o responsável pelas nomeações de ambos. Palocci disse que respondeu que “ele [Lula] mesmo tinha indicado”.

O ex-ministro disse que era hábito do ex-presidente cobrar explicações sobre decisões que ele próprio havia determinado. “Era comum Lula, em ambientes restritos, reclamar e até esbravejar sobre assuntos ilícitos que chegavam a ele e que tinham ocorrido por sua decisão”, diz o relato. “A intenção de Lula era clara no sentido de testar os interlocutores sobre seu grau de conhecimento e o impacto de sua negativa”.

Palocci encerra este trecho da delação, na página 5, informando que, apesar de ciente das irregularidades e dos ilícitos, o ex-presidente não tomou providências para demitir os suspeitos de corrupção. Anteriormente, no início da delação, Palocci havia informado que o governo petista não se preocupava e não se interessava em saber “do ganho pessoal” dos diretores da Petrobras, desde que “houvesse abastecimento financeiro dos partidos politicos”.

Mensalão

O esquema do “mensalão”, apontado como o maior escândalo do governo Lula, começou a partir do rompimento do acordo entre PT e PTB, segundo Palocci. O ex-ministro disse que o “compromisso” de repassar R$ 20 milhões para o PTB não foi preservado. O PT pagou apenas R$ 4 milhões.

Na página 7 da delação, o ex-ministro diz: “A existência dos compromissos e a ausência do cumprimento integrais das avenças foi o principal motivo pelo qual se desencadeou o mensalão”. De acordo com ele, a corrupção “é baixa em partidos políticos” que nunca ocuparam a base governista.

Palocci é categórico ao afirmar sobre o que norteou as relações políticas no período investigado pela Lava Jato, envolvendo pagamentos de propinas e loteamento de cargos políticos para sustentação da base partidária no Congresso. “Os ilícitos permearam todas essas relações”.

Delação e prisão

Os depoimentos dados por Antonio Palocci à Polícia Federal (PF) estavam em segredo de Justiça, mas o juiz Sérgio Moro decidiu dar publicidade a alguns trechos por entender que não há risco às investigações da ação penal a que o ex-ministro responde na Operação Lava Jato.

O ex-ministro da Fazenda está preso desde setembro de 2016. Ele se coloca como executor dessa rede de propinas apenas no governo Lula, e nomeia outros petistas, como ex-ministros José Dirceu e Guido Mantega, além dos ex-tesoureiros Delúbio Soares, Paulo Ferreira e João Vaccari – todos já presos ou investigados pela Lava Jato – , como responsáveis por tratar de “doações de grande porte”.

Palocci foi condenado pelo juiz Sérgio Moro a 12 anos, dois meses e 20 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um dos processos da operação.

O ex-ministro fechou os termos da delação com delegados responsáveis pelas investigações da Lava Jato após os procuradores do Ministério Público Federal (MPF) rejeitarem o acordo. A decisão foi tomada após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que, nesta semana, validou autorização legal para que delegados das polícias Civil e Federal possam negociar delações premiadas, conforme previsto na Lei de Organizações Criminosas.

Outro lado

Segundo a defesa do ex-presidente Lula, o juiz Sérgio Moro juntou ao processo, por iniciativa própria, o depoimento prestado por Antonio Palocci na condição de delator “com o nítido objetivo de tentar causar efeitos políticos para Lula e seus aliados, até porque o próprio juiz reconhece que não poderá levar tal depoimento em consideração no julgamento da ação penal. Soma-se a isso o fato de que a delação foi recusada pelo Ministério Público.” A defesa alega ainda que a hipótese acusatória foi destruída pelas provas constituídas nos autos, inclusive por laudos periciais.

Para defesa de Lula, Palocci mentiu para obter benefícios que vão da redução de sua pena, com a possibilidade de “perdão judicial” – e da manutenção de parte substancial dos valores encontrados em suas contas bancárias.

Por meio de nota, o Partido dos Trabalhadores disse que não comenta “delações mentirosas, sem credibilidade e negociadas em troca de benefícios penais e financeiros”.

O Palácio do Planalto informou que “conforme esclarecido anteriormente, a indicação de Jorge Zelada foi do PMDB de Minas Gerais, e não houve participação do presidente na escolha do nome. Agência Brasil

 

 

 

 

Foto: Reprodução

Polícia Federal prende foragido internacional

sábado, setembro 22nd, 2018

Cadeia pra ele. A Polícia Federal prendeu na nesta sexta-feira, dia 21/09, na Cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná, o foragido internacional Assad Ahmad Barakat. O preso teve a prisão decretada pela justiça paraguaia em 31/08/2018, pelo crime de falsidade ideológica. A prisão de Assad foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 19/09/2018.

De acordo com a Unidade de Informação Financeira (UIF) da Argentina, membros do Clã Barakat realizaram a compra de prêmios no valor de 10 milhões de dólares sem declarar os valores, em um cassino na cidade argentina de Iguazu, na região conhecida como Tríplice Fronteira.  A manobra teria sido feita para lavar dinheiro da organização. O governo argentino congelou bens e valores do clã, que teria ligação com o Hezbollah.

Em 2002, Assaad Barakat teve sua prisão autorizada pelo STF, que julgou um pedido de extradição efetuado pela justiça paraguaia por envolvimento em delitos relacionados à apologia ao crime, evasão de divisas e falsificação de marcas de produtos.

No ano seguinte, Assaad Barakat foi extraditado para o Paraguai, onde foi condenado a seis anos de prisão pela Comissão de Delitos de Evasão de Impostos do Paraguai. A sentença foi fundamentada em provas periciais oferecidas pelo Ministério Público, que comprovou remessas ilegais de dinheiro para o exterior.

​​Em 2006, foi incluído na lista do Departamento do Tesouro dos EUA sobre indivíduos e entidades que financiam o Hezbollah na região da Tríplice Fronteira.
​​Em 2008, após sua libertação, Assaad Barakat continuou vivendo no Brasil e mantendo negócios no Paraguai, Argentina e Chile. Fonte: Polícia Federal
Foto: Reprodução

 

 

PF e PRF apreendem 650 quilos de cocaína em carreta bitrem

quinta-feira, setembro 13th, 2018

Não corre ninguém! Policiais federais e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), apreenderam 650 quilos de cocaína nesta quinta-feira, dia 13/9, na Região Metropolitana de Curitiba.

De acordo com o comando da operação, a droga estava escondida em um carreta-tanque, abordado na BR-277, em frente à uma unidade da PRF.

Com 39 anos de idade e morador de Cascavel (PR), o motorista da carreta bitrem foi preso em flagrante por tráfico de drogas. O cara que já foi preso em julho no Mato Grosso do Sul, disse aos policiais que saiu de Umuarama (PR) e entregaria a carga de droga em Curitiba.

Os dois semirreboques estavam carregados com 41,8 mil litros de etanol. A droga estava em um compartimento à parte, dentro de um deles.

A ocorrência foi encaminhada à Superintendência da PF em Curitiba. O combustível foi escoltado para descarga em Araucária.

 

 

Foto/fonte: Agência PRF

 

Ex-governador é preso pela Polícia Federal

terça-feira, setembro 11th, 2018

O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) foi preso pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) durante a 53ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada pela Polícia Federal, na manhã desta terça-feira 11/9.

Batizada de Operação Piloto, a ação tem objetivo de apurar suposto pagamento milionário de vantagem indevida, em 2014, da Odebrecht  para agentes públicos e privados do Paraná. Eles investigam delitos de corrupção ativa e passiva, fraude à licitação e lavagem de dinheiro.

Cerca de 180  agentes federais cumprem 36 mandados judiciais em Salvador, São Paulo e nas cidades paranaenses de Curitiba, Lupianópolis e Colombo.

O nome da operação policial remete ao codinome atribuído pelo grupo Odebrecht  nos seus controles de repasses de pagamentos indevidos a investigado nesta operação policial.

 

 

 

Foto: Reprodução

Polícia Federal deflagra operação em Salvador

terça-feira, setembro 11th, 2018

Não corre ninguém. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira 11/9, a 53ª etapa da operação Lava Jato em Salvador, São Paulo, e nas Cidades paranaenses de Lupianópolis, Colombo e Curitiba. A ação batizada de “Piloto” cumpre 36 mandados judiciais, destes, apenas um mandado de busca e apreensão na capital baiana. 

De acordo com o G1, objetivo da investigação é a apuração de suposto pagamento milionário de vantagem indevida no ano de 2014, pelo Setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht, em favor de agentes públicos e privados no Paraná, em contrapartida ao possível direcionamento do processo licitatório para investimento na duplicação, manutenção e operação da rodovia estadual PR-323 na modalidade parceria público-privada.

As condutas investigadas podem configurar, em tese, os delitos de corrupção ativa e passiva, fraude à licitação e lavagem de dinheiro. Os presos serão conduzidos à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba/PR onde permanecerão à disposição da Justiça.

 

 

 

 

Foto: Reprodução/Ilustração

Polícia Federal cumpre mandados no interior da Bahia

quarta-feira, setembro 5th, 2018

Não corre ninguém. A Polícia Federal cumpre mandados judiciais na Cidade de Brumado, no interior da Bahia, desde o início da manhã desta quarta-feira 5/9.  De acordo com o site Achei Sudoeste, viaturas da Polícia Federal foram vistas no centro da cidade desde a madrugada. Cerca de 20 agentes participam da ação. 

Um homem foi levado à delegacia como parte da Operação “Sem Filtro” da Polícia Federal (PF). Uma mulher e um cunhado dela também são procurados pela PF. A operação atua contra a venda de cigarros contrabandeados. Cerca de 20 agentes trabalham na ação. Todos os envolvidos devem ser levados até a sede da Polícia Federal, que fica na Cidade de Vitória da Conquista, no interior da Bahia.

 

 

 

Foto: Reprodução / Achei Sudoeste

Polícia Federal realiza operação contra crime eleitoral e tem vereador como alvo

quinta-feira, agosto 30th, 2018

Não corre ninguém. A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira 30/8, uma operação para combater crimes eleitorais cometidos em 2016, em cidades da Bahia, Rio de Janeiro e Mato Grosso.

De acordo com a PF, os crimes teriam sido cometidos por um então candidato, eleito vereador, da Cidade de Vitória da Conquista, no interior da Bahia. A PF não divulgou o nome do vereador, que é o principal alvo da operação.

Segundo a PF, a operação, intitulada Condotieri, conta com mais de 100 policiais federais que cumprem 29 mandados de busca e apreensão, 23 mandados de medidas cautelares e 61 mandados de intimação.

Os mandados são cumpridos em Salvador, Vitória da Conquista, Itabuna, Wenceslau Guimarães, e Lauro de Freitas, na Bahia, além do Rio de Janeiro (RJ) e Cuiabá (MT).

Foto: Divulgação/Polícia Federal

Bahia: Polícia Federal deflagra operação e pede afastamento de prefeitos

terça-feira, agosto 21st, 2018

Não corre ninguém. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira 21/8, uma operação contra corrupção na Bahia e pediu o afastamento de dois prefeitos. 

Pelo menos 90 agentes da PF e 21 auditores cumprem 19 mandados de busca e apreensão nas Cidades de Salvador, Alagoinhas, Casa Nova, Conde, Ipirá, Jequié e Pilão Arcado. Além disso, um mandado de prisão preventiva e dois pedidos de afastamento contra os gestores municipais de Pilão Arcado e Ipirá, Manoel Afonso Mangueira (PP) e Marcelo Brandão (DEM), respectivamente. 

De acordo com os investigadores, a ação desarticula um esquema criminoso de fraude a licitações, superfaturamento, desvio de recursos públicos, corrupção ativa e passiva e lavagem de ativos.

 

 

 

 

Foto: Divulgação

Operação apreende 1 milhão de óculos de grife em duas casas

quinta-feira, agosto 9th, 2018

Vixe. Cerca de um milhão de óculos com marcas de grifes famosas foram localizados e apreendidos durante uma operação conjunta da Receita Federal e da Polícia Federal, nesta quinta-feira 9/8, na Cidade de Feira de Santana, no interior da Bahia. 

De acordo com informações da Receita, a suspeita sob investigação é de que a mercadoria tenha sido importada irregularmente, sem o pagamento de impostos – o que se configura em crime de descaminho.

A grande quantidade dos produtos estava distribuída por todos os cômodos das duas casas vistoriadas, inclusive em área externa, no banheiro e dentro de um carro. Os dois endereços residenciais, de acordo com a investigação, pertencem a uma pessoa de origem chinesa.

A apreensão fez parte de uma ação coordenada de combate a crimes de contrabando, descaminho e falsificação.

Nos dois imóveis, havia óculos escuros, de grau e infantil e de vários modelos. Segundo os órgãos, há indícios de que os locais estariam sendo utilizados como depósitos de mercadorias importadas, que eram revendidas de forma irregular no estado. Os produtos foram retidos pela Receita Federal. Ninguém foi preso.

Foto: Receita Federal / Divulgação

PF realiza operação em combate a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas na Bahia e SP

quinta-feira, agosto 2nd, 2018

Não corre ninguém. A Polícia Federal deflagrou uma operação com o intuito de combater crimes de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico internacional de drogas nas Cidades de Salvador, Valença e São Paulo,  na manhã desta quinta-feira 2/7.

A ação batizada de “Prelúdio”, cumpre seis mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva, além de bloqueio de valores em contas bancárias e sequestro de imóveis adquiridos com recursos do tráfico de drogas.

Os alvos dos mandados de prisão são de São Paulo, mas, conforme a PF, moram em Salvador, local onde o chefe da organização criminosa cumpre prisão domiciliar por ter sido preso, junto com outras duas pessoas, em outubro de 2016, em poder de 810 kg de cocaína na região metropolitana de Salvador.

O chefe também teve mandado de prisão cumprido em agosto/2017, quando descumpriu determinação judicial de prisão domiciliar ao tentar embarcar para São Paulo com uso de documento falso. Os nomes dos alvos da ação não foram divulgados.

Também foi comprovado que ele construiu um patrimônio superior a R$ 30 milhões nos últimos anos, mesmo sem possuir uma atividade lícita para a obtenção desse montante, e que, entre 2010 e 2017, movimentou mais de 54 milhões de reais em contas bancárias dele e da sua esposa.

Cerca de 30 policiais federais participam da operação nesta quinta-feira. Conforme a PF, a ação partiu de uma investigação relativa à apreensão dos 810 Kg de cocaína.

A droga seria enviada para a Bélgica, escondida numa carga de polpa de frutas, em um contêiner. A investigação apontou também que os investigados já tinham sido presos no ano de 1993 pela mesma prática, quando tentavam enviar cocaína para os Estados Unidos através do Porto de Fortaleza.

Além disso, segundo o órgão, foi possível identificar que o chefe da organização criminosa utilizava empresas de fachada, sediadas na cidade de Valença, para realizar exportações de cargas lícitas, onde eram ocultadas as drogas transportadas para a Europa.

Os investigados, irão responder pelos crimes de organização criminosa, segundo informou a PF.

Foto: Divulgação/Polícia Federal da Bahia

Polícia Federal deflagra operação Ciranda de Pedra no interior da Bahia

terça-feira, julho 24th, 2018

Não corre ninguém. A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria Geral da União, deflagra nesta terça-feira 24/7 a Operação Ciranda de Pedra, que visa combater crimes de desvio de recursos públicos destinados à área da infraestrutura na Cidade de Maiquinique, no interior da Bahia, nos anos de 2012 a 2017.

Cerca de 60 Policiais Federais, acompanhados de nove auditores da Controladoria Geral da União, cumprem vinte mandados de busca e apreensão e catorze mandados de intimação nos municípios baianos de Maiquinique, Macarani, Itapetinga, Itamaraju, Teixeira de Freitas, Jequié, Mirante e Vitória da Conquista. A operação decorre de uma investigação iniciada em 2017, sobre obras inacabadas na pavimentação com bloquete sextavado que deveriam ter sido executadas nas ruas do município de Maiquinique, decorrentes de seis procedimentos licitatórios celebrados na gestão local, quadriênio 2013-2016, em convênio com o Ministério das Cidades.

Além dos serviços não executados ou parcialmente executados, a investigação descobriu que um grupo de quatro empresas fazia revezamento nas licitações e parte dos recursos era destinada a pagamentos de parentes e pessoas ligadas à Administração Municipal. 

Apurou-se, ainda, que algumas dessas empresas, vencedoras de licitações recorrentes, serviam apenas de “fachada” e eram compostas por sócios “laranjas”. A organização criminosa obteve contratos da ordem de R$3.428.183,03 (três milhões, quatrocentos e vinte e oito mil, cento e oitenta e três reais e três centavos), dos quais R$1.587.619,76 (um milhão, quinhentos e oitenta e sete mil, seiscentos e dezenove reais e setenta e seis centavos) está estimado como o valor potencial do desvio com ordem de bloqueio judicial.

O título ‘Ciranda de Pedra’ traduz uma fonte de múltiplos significados. No entanto, a ‘ciranda’ da obra de Lygia Fagundes Teles é formada por pedras, simbolicamente representando a sua dureza, a desintegração, o fechamento entre seus participantes e a não aceitação de novos membros.

Os envolvidos responderão pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos e fraude à licitação.

 

 

Foto: Divulgação

Assaltantes de banco flagrados com camisas falsas da Polícia Federal

terça-feira, julho 3rd, 2018

Assaltantes de banco foram flagrados, na tarde de segunda-feira 2/7, com camisas falsas da Polícia Federal, no município de Feira de Santana. Entre os presos está um homem que possuía dois mandados de prisão em aberto.

Equipes da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Litoral Norte e da Polícia Federal realizavam uma operação quando abordaram o carro modelo Hilux. Dentro do automóvel foram encontradas quatro camisas falsificadas da PF.

O suspeito, com mandados de prisão em aberto por roubo qualificado, e mais três homens, acabaram presos. Informações iniciais, através de ações de inteligência, apontam que o suspeito e comparsas atacariam bancos na região.

Foto: Ilustração/Reprodução