Posts Tagged ‘Geddel’

Geddel vai para área de segurança máxima da Papuda

quinta-feira, julho 19th, 2018

A Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal decidiu nesta quinta-feira 19/7,  determinar a transferência do ex-senador Luiz Estevão e do ex-ministro Geddel Vieira Lima para o bloco de segurança máxima da Penitenciária da Papuda, em Brasília.

A medida foi tomada pela Justiça após a operação da Polícia Civil do Distrito Federal, que, no domingo 17/7, encontrou indícios de privilégios concedidos aos presos. Na operação, mais de 30 agentes encontraram chocolate, tesoura e cinco mini pen drives na cela do ex-senador.

Ao decidir a questão, a juíza Leila Cury entendeu que os acusados não podem ficar em celas próximas durante o procedimento de apuração do caso. Para a magistrada, há indícios de que Luiz Estevão “vem exercendo liderança negativa”, após ter sido flagrado duas vezes com objetos proibidos.

“Há indícios de que ele vem exercendo liderança negativa no ambiente em que atualmente está recolhido, pois, através de alguma das hipóteses acima elencadas (ou eventualmente de qualquer outra sequer imaginada) ele já foi flagrado, pelo menos duas vezes, na posse de objetos proibidos, tudo estando a indicar que, se não for imediatamente realocado em outro local, além de dificultar a efetiva apuração dos fatos, pode vir a conseguir novamente outros privilégios. ”, decidiu a juíza.

Luiz Estevão foi condenado a 31 anos de prisão pelo desvio, na década de 1990, de R$ 169 milhões na execução da obra da sede do Tribunal Regional do Trabalho em São Paulo. Geddel foi preso preventivamente em 8 de setembro do ano passado, depois de serem encontrados R$ 51 milhões dentro de malas e caixas de papelão no imóvel de um amigo, próximo a sua residência. A apreensão foi possível devido a uma denúncia anônima.

 

 

 

Fonte: Agência Brasil

Foto: Reprodução

Polícia apreende barras de chocolate em cela de Geddel

segunda-feira, junho 18th, 2018

Viu aí? A Polícia Civil do Distrito Federal apreendeu, no domingo 17/6, barras de chocolate e anotações na cela que abriga o ex-ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima (MDB). O político baiano está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

A Polícia informou que as buscas ocorreram após denúncia de um detento, de que os políticos estariam receberiam “regalias” na prisão.

O advogado de Geddel Vieira Lima, Gammil Föppel, disse à TV Globo que “estranha, mais uma vez, a defesa técnica não saber da operação antes da imprensa”. A defesa de Luiz Estevão também disse desconhecer as buscas, e não quis se pronunciar.

 

 

 

 

 

Foto: Reprodução

Polícia Federal confirma que Geddel esteve em local de entrega de propina

quarta-feira, junho 13th, 2018

Geddel Vieira Lima (MDB), ex-ministro, esteve no mesmo local em que o operador de propina do MDB, Lúcio Funaro, disse ter entregue propina, de acordo com o G1.

A confirmação foi feita depois que o celular do ex-ministro foi rastreado por antena de telefonia móvel no local, nas datas e nos horários em que o doleiro dizia ter levado malas de dinheiro ao baiano.

Segundo a Polícia Federal, Geddel estava nas proximidades do aeroporto de Salvador onde, de acordo com Funaro, havia um hangar usado pelo emedebista para receber o dinheiro. O rastreamento foi um dos motivos que levaram a a PF a indiciar ex-ministro por corrupção na Operação Cui Bono, que investiga fraudes na liberação de empréstimos da Caixa Econômica Federal.

Os investigadores descobriram a localização de Geddel porque ele usou o celular para fazer ligações, boa parte delas para o deputado cassado Eduardo Cunha (MDB-RJ), que usava Funaro como operador de propinas, segundo as investigações.

A revelação está no relatório da Operação Cui Bono remetido na semana passada à Justiça Federal em Brasília, ao qual a TV Globo teve acesso.

 

 

 

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STF torna Geddel, irmão e mãe réus no caso dos R$ 51 milhões

quarta-feira, maio 9th, 2018

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na terça-feira (8), por unanimidade, pelo recebimento da denúncia por lavagem de dinheiro e associação criminosa contra o ex-ministro Geddel Vieira Lima; seu irmão, o deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA); e a matriarca da família, Marluce Vieira Lima, de 84 anos.

O caso está relacionado aos R$ 51 milhões em espécie encontrados no apartamento de um amigo de Geddel em Salvador. Ele foi preso preventivamente em 8 setembro do ano passado, três dias após o dinheiro ser encontrado. Posteriormente, um fragmento de impressão digital encontrado no material apreendido foi apontado pela Polícia Federal como sendo do ex-ministro.

Fachin afirmou haver “elementos suficientes” para justificar a abertura de ação penal, com base em depoimentos, provas documentais e periciais. Em breves votos, os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello acompanharam o relator.

O relator descreveu crimes de corrupção e peculato que são investigados em outros inquéritos como suficientes para indicar a origem do dinheiro e a existência de associação criminosa no seio da família Vieira Lima. O processo agora passará para uma nova etapa de apuração, com prováveis novas diligências e coleta de depoimentos.

Também por unanimidade, os ministros decidiram arquivar as acusações conta Gustavo do Couto Ferraz, um antigo aliado de Geddel cujas digitais foram encontradas no dinheiro apreendido. Fachin disse ter ficado claro, pelas investigações da Polícia Federal, que Ferraz apenas transportou parte da quantia, o que não seria ilegal, e não teve participação em crimes ligados ao dinheiro.

Foram tornados réus ainda Job Brandão, ex-assessor parlamentar de Lúcio Vieira Lima; e o empresário Luiz Fernando Machado, administrador da empresa Cosbat, que teria sido usada pela família Vieira Lima para lavar dinheiro.

Acusação a Geddel

A denúncia foi apresentada pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em dezembro do ano passado. Segundo ela, a quantia milionária é a maior apreensão de dinheiro vivo da história do Ministério Público Federal (MPF).

Na acusação, Raquel Dodge sustentou que o dinheiro seria proveniente de esquemas de corrupção na Caixa Econômica Federal investigados em outras ações penais. Geddel foi vice-presidente do banco. Outra parte teria sido acumulada por Lúcio Vieira Lima por meio do crime de peculato, em que o parlamentar se apropriou de parte do salário do ex-assessor parlamentar Job Brandão.

Além do dinheiro encontrado, outros R$ 12 milhões teriam sido lavados por Marluce, Geddel e Lúcio por meio de investimentos em imóveis de alto padrão em Salvador, em empreendimentos da empresa Cosbat, administrada por Luiz Fernando Machado.

“E, como nós sabemos, não foram apenas R$ 51 milhões. Com tudo o que já li sobre o Geddel nos processos, a coisa já passou muito e muito de R$ 100 milhões em vantagens indevidas em razão do cargo. O paciente continua sendo investigado por corrupção, peculato”, disse a subprocuradora-geral da República Cláudia Sampaio Marques, em sustentação oral nesta terça-feira.

Cláudia Sampaio pediu que Geddel continue preso. “Seria um desplante, um descaso com a Justiça, soltar um paciente nessas condições.”

Defesas

De acordo com a defesa de Geddel, a origem dos R$ 51 milhões decorre da “simples guarda de valores em espécie”. O valor seria fruto de “investimentos no mercado de incorporação imobiliária, com dinheiro vivo”.

O advogado Gamil Föppel, que representa a família Vieira Lima, afirmou nesta terça-feira que a denúncia da PGR é inepta, pois não descreveu, especificamente, quais crimes teriam sido praticados pela suposta associação criminosa, dando origem a recursos ilícitos a serem lavados.

“A denúncia não descreve atos de corrupção e não descreve atos de peculato”, destacou o advogado. “Descreve o antefato, descreve o pós-fato, mas não descreve o miolo da acusação”, acrescentou. “É insustentável se falar em associação criminosa sem que se descrevam os crimes.”

Ao defender a soltura imediata de Geddel, o advogado argumentou não haver nenhum risco de que ele volte a cometer crimes. Ele afirmou que o político é alvo de “uma cruzada de perseguição dos órgãos de controle”, com o intuito de “demonizá-lo perante a opinião pública”.

O advogado César de Faria Júnior, que representa o empresário Luiz Fernando Machado, argumentou que seu cliente agiu de boa-fé ao receber quantias em cheque e em espécie das mãos da família Vieira Lima. “O fato de ele ter depositado esse dinheiro não pode ter outra consequência se não militar em seu favor”, disse.

O defensor Marcelo Ferreira de Souza, que representa Job Brandão, apontou a contradição da acusação contra o ex-assessor parlamentar, que foi denunciado por desvios milionários, mas sequer possui um carro popular, sendo pobre “no sentido mais literal do termo”.

 

 

 

 

Foto: Reprodução

Fonte: Agência Brasil

Geddel é flagrado na Papuda com remédios que ‘alteram comportamento’

sábado, abril 28th, 2018

Oxente. O ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA) foi pego com remédios sem prescrição nem autorização dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. De acordo com do jornal O Estado de São Paulo, a Justiça do Distrito Federal abriu um procedimento para investigar como Geddel conseguiu os medicamentos e os efeitos que teriam se fossem ingeridos de uma só vez.

Ainda segundo a publicação, um psiquiatra e duas assistentes sociais da equipe da Papuda relataram à chefia da unidade prisional alterações no comportamento do emedebista. Geddel “estaria se portando de maneira estranha em razão de estar sob efeito de alguns remédios”, diz trecho da ocorrência, obtida pela reportagem. Na segunda-feira, Geddel recusou-se a passar por um exame pericial de emergência determinado pela Vara de Execuções Penais do Distrito Federal. Ele foi levado à Seção de Piscopatologia do Instituto de Medicina Legal, mas disse ter “expressa determinação de sua defesa técnica” contrária ao exame, conforme relato da escolta.

Numa vistoria na cela de Geddel na Ala dos Vulneráveis do Centro de Detenção Provisória, agentes penitenciários apreenderam centenas de comprimidos dos medicamentos antidepressivos, contra insônia, tranquilizantes, analgésicos e para tratamento gástrico, além de uma pomada e receita médica.

“A situação é grave, na medida em que não se apurou se o custodiado (Geddel) chegou a ingerir os medicamentos apreendidos que estavam sem prescrição médica e com que frequência”, disse a juíza Leila Cury, da Vara de Execuções Penais, em decisão.

A magistrada quer saber “se é recomendado o uso concomitante dos medicamentos” e os “efeitos causados pelas substâncias apreendidas, se ingeridas em sua totalidade”. “As regras estabelecidas para o recebimento de medicamentos são extremamente rigorosas em razão da necessidade de se resguardar a integridade física das pessoas privadas de liberdade, que estão sob a custódia e responsabilidade do Estado”, escreveu ela.

 

 

Fonte: Folhapress

Foto: Reprodução

Fachin bloqueia quase R$ 13 milhões em imóveis ligados à família de Geddel

quarta-feira, dezembro 6th, 2017

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin determinou nesta quarta-feira, dia 6/12, o bloqueio de R$ 13 milhões de empresas ligadas à família do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

Na mesma decisão, o ministro determinou abertura de novo inquérito contra Vieira Lima pelo crime de peculato, relacionado à apreensão, pela Polícia Federal (PF), dos R$ 51 milhões em um apartamento em Salvador.

A decisão atinge Geddel Vieira Lima, os dois irmãos dele, Afrísio Vieira Lima Filho e o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), e a matriarca, Marluce. A decisão foi motivada por medidas cautelares que foram solicitadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR),após a denúncia enviada à Corte contra todos os acusados.

Foto: Divulgação PF

PF acusa Geddel e Lúcio Vieira Lima de lavagem de dinheiro e associação criminosa

quarta-feira, novembro 29th, 2017

A Polícia Federal (PF) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) relatório de investigação no qual acusa o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o irmão dele, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), dos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa. A investigação está relacionada com a apreensão dos R$ 51 milhões pela PF em um apartamento em Salvador.

No relatório, enviado ao ministro Edson Fachin, relator do inquérito, a Polícia Federal afirma que a família Vieira Lima usou subterfúgios para receber, transportar e armazenar os valores. Para a PF, a defesa não conseguiu justificar a origem do dinheiro apreendido. A mãe de Geddel e um ex-assessor do deputado, Job Brandão, são acusados dos mesmos crimes.

“Ao largo dessas razões, passados quase três meses da apreensão da quantia milionária em espécie, não foi apresentada qualquer documentação que viesse dar um mínimo de suporte aos valores apreendidos”, diz o relatório.

Para investigar o suposto crime de corrupção, que pode revelar a origem dos R$ 51 milhões, a PF solicitou ao ministro a abertura de um novo inquérito. “Nesse sentido, sugere que outros fatos, principalmente crimes antecedentes da lavagem de dinheiro aqui mencionadas, além de outras tipologias de branqueamento de capitais provenientes de atividades ilícitas dos investigados, sejam objetos de outras apurações”, concluiu a PF.

O site não conseguiu contato com a defesa dos acusados.

Foto: Hora do Bico / Agência Brasil / Divulgação PF

Fachin manda para Moro denúncia contra Cunha, Geddel, Henrique Alves e Loures

quarta-feira, novembro 1st, 2017

Olha aí. O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu enviar para a primeira instância as investigações contra os outros acusados sem foro privilegiado. Ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, em Curitiba, Fachin enviou parte da denúncia por organização criminosa referente ao ex-deputado cassado Eduardo Cunha, ao ex-ministro Henrique Eduardo Alves, ao ex-deputado Geddel Vieira Lima e Rodrigo Rocha Loures. Os acusados foram apontados pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, como responsáveis por formar um grupo criminoso que atuava em nome do PMDB na Câmara. Segundo a denúncia, eles ofereciam vantagens indevidas a empresas em órgãos públicos, em troca de propinas para o financiamento de campanhas.

Foto: reprodução 

Raquel Dodge diz que Geddel atuou como “líder de organização criminosa”

sexta-feira, outubro 20th, 2017

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-ministro Geddel Vieira Lima assumiu papel “líder de organização criminosa” em referência aos R$ 51 milhões apreendidos pela Polícia Federal (PF) em um apartamento em Salvador, valor atribuído ao ex-ministro.

A manifestação da procuradora foi feita antes da decisão do ministro Edson Fachin, que manteve hoje (19) a prisão de Geddel, mas concedeu prisão domiciliar a dois investigados ligados a ele. O processo estava em segredo de Justiça, mas foi divulgado nesta quinta-feira. Segundo a procuradora, o valor encontrado no apartamento pode ser apenas “uma fração de um todo, ainda maior e de paradeiro ainda desconhecido”.

“A liberdade provisória ou a prisão domiciliar, pretendidas por Geddel Vieira Lima são absolutamente incompatíveis com os critérios legais para eficiência da persecução penal, que visam garantir o interesse público, acautelando o meio social e garantindo diretamente a ordem pública. Mesmo em crimes de colarinho branco, são cabíveis medidas cautelares penais com a finalidade de acautelar o meio social, notadamente porque a posição assumida por Geddel parece ter sido a de líder da organização criminosa”, argumentou a procuradora.

Geddel foi preso no dia 8 de setembro, três dias depois que a PF encontrou o dinheiro no apartamento de um amigo do político. Os valores apreendidos foram depositados em conta judicial

Segundo a Polícia Federal, parte do dinheiro seria resultante de um esquema de fraude na liberação de créditos da Caixa Econômica Federal no período entre 2011 e 2013, quando Geddel era vice-presidente de Pessoa Jurídica do banco.

Agência Brasil entrou em contato com a defesa de Geddel, mas não conseguiu retorno. Agência Brasil

 

Foto: Secom/PGR

“É inacreditável”, diz Rui sobre malas de Geddel

segunda-feira, setembro 11th, 2017

Largou a joça. Rui Costa, governador da Bahia (PT), falou na manhã desta segunda-feira, dia 11/9, a respeito das últimas notícias da política brasileira como prisão de Geddel, prisão de Joesley Batista, grampos envolvendo acordos no judiciário e prisão do coordenador da Defesa Civil de Salvador. “Indignação, perplexidade e o desejo que o Brasil saia melhor depois destes acontecimentos. Se não mudarmos a estrutura legal e de funcionamento das instituições brasileiras, depois de um tempo veremos tudo se repetir”, disse o governador, em entrevista à Rádio Metrópole.

 

Polícia Federal prende Geddel em Salvador

sexta-feira, setembro 8th, 2017

O ex-ministro Geddel Vieira Lima voltou a ser preso, na manhã desta sexta-feira (8), em Salvador, três dias após a Polícia Federal encontrar mais de R$ 51 milhões, atribuídos a ele, em um apartamento. Duas viaturas da PF estiveram no condomínio residencial onde Geddel cumpria prisão domiciliar, no Bairro da Barra, região nobre da capital baiana. A prisão ocorreu pouco antes das 7h.

O ex-ministro Geddel Vieira Lima foi encaminhado para o Aeroporto de Salvador, de onde viaja a Brasília e ficará à disposição da Justiça.

O Ministério Público Federal (MPF) faz parte da força-tarefa denominada Greenfield, que cumpre dois mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão. Todos ocorrem em Salvador e fazem parte de mais uma fase da Operação Cui Bono, que investiga desvios de recursos em vice-presidências na Caixa Econômica Federal. O MPF não detalhou os nomes e endereços dos mandados.

O pedido de prisão de Geddel argumenta a necessidade de medidas para evitar “a destruição de elementos de provas imprescindíveis à elucidação dos fatos”. Após a solicitação, o juiz federal Wallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal em Brasília, autorizou o cumprimento dos mandados, para recolher provas de crimes como corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Na última terça-feira (5), a Polícia Federal apreendeu malas e caixas de dinheiro, em um apartamento na Graça, em Salvador. O proprietário, Sílvio Silveira, confirmou em depoimento, que emprestou o imóvel a Geddel, que teria pedido para guardar pertences do pai, que morreu no ano passado. Até a manhã de hoje, Geddel cumpria prisão domiciliar.

 

 

Foto: Reprodução

PGR envia ao Supremo acordo de delação do empresário Lúcio Funaro

quarta-feira, agosto 30th, 2017

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o acordo de delação premiada do empresário e doleiro Lúcio Funaro, que está preso há mais de um ano no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. Para terem validade, os depoimentos precisam ser homologados pelo ministro Edson Fachin.

Funaro é processado pela Justiça Federal em Brasília em três investigações da Polícia Federal (PF) – Greenfield, Sépsis e a Cui Bono –  que envolvem suspeitas de desvios de recursos públicos e fraudes na administração de quatro dos maiores fundos de pensão de empresas públicas do país: Funcef (Caixa), Petros (Petrobras), Previ (Banco do Brasil) e Postalis (Correios). O empresário também foi citado nas delações da JBS.

Funaro é testemunha-chave em processos que envolvem o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e os ex-ministros Henrique Eduardo Alves e Geddel Vieira Lima.

Foto: reprodução

 

‘Coleção de erros jurídicos’, diz defesa de Geddel sobre denúncia do MPF

sexta-feira, agosto 18th, 2017

Olha aí. A defesa de Geddel Vieira Lima classificou a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-ministro de “inepta e imprestável”. Geddel é acusado de obstrução de Justiça por tentar atrapalhar as investigações das operações Cui Bono e Sépsis.

Em nota, o advogado do ex-ministro, Gamil Föppel, diz que a denúncia é uma “coleção invulgar de erros jurídicos, de gritante fragilidade, desafia o direito e o próprio bom senso”. Ele também argumenta que a denúncia contraria a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que rejeitou a ocorrência de ilicitude sobre as ligações de Geddel para a esposa do doleiro Lúcio Funaro.

Foto: Agência Brasil

MPF denuncia ex-ministro Geddel por obstrução de Justiça

quinta-feira, agosto 17th, 2017

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou nesta quarta-feira, dia 16/8, uma denúncia contra o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), acusado de obstrução de Justiça por tentar atrapalhar as investigações das operações Cui Bono e Sépsis.

Segundo os procuradores responsáveis pelo caso, Geddel atuou para constranger o operador financeiro Lúcio Funaro, que negocia acordo de delação premiada com o MPF, a não colaborar com as investigações.

“Seu modo de embaraçar a investigação se deu por meio do contato de Raquel Alberjante Pitta, esposa de Lúcio Funaro, com quem Geddel Quadros Vieira Lima nunca tivera maiores proximidades”, escreveram os procuradores responsáveis pelo caso na denúncia.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Geddel chega a Salvador pra cumprir prisão domiciliar

sexta-feira, julho 14th, 2017

Olha aí. Após ser colocado em liberdade na noite desta quinta, dia 13/6, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) desembarcou em Salvador na madrugada desta sexta-feira, dia 14, por determinação do desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). O peemedebista baiano chegou à capital baiana em um avião fretado na companhia de quatro pessoas, dentre elas a filha. Ele vai cumprir prisão domiciliar em casa.

Foto: Agência Brasil

Defesa de Geddel diz que prisão foi “absolutamente desnecessária”

terça-feira, julho 4th, 2017

A defesa do ex-ministro Geddel Vieira Lima definiu como “absolutamente desnecessário” o decreto de prisão preventiva do político. Em nota enviada noite desta segunda-feira, dia 3/6, à imprensa, o advogado Gamil Föppel disse que há “ausência de relevantes informações” para basear a decisão e definiu como “erro” da Justiça Federal a autorização para a prisão de Geddel.

O ex-ministro foi preso preventivamente na tarde de hoje por determinação da Justiça Federal. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Geddel estaria tentando obstruir a investigação de supostas irregularidades na liberação de recursos da Caixa Econômica Federal. A prisão preventiva foi pedida pela PF e pelos integrantes da força-tarefa da Operação Greenfield, a partir de informações fornecidas em depoimentos do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, do empresário Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva, sendo os dois últimos em acordo de colaboração premiada.

Foto: reprodução

Abra o olho: Com Geddel fora do páreo, Zé Ronaldo sonha com o Senado

segunda-feira, janeiro 16th, 2017

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Sonhando. Zé Ronaldo (DEM), prefeito de Feira de Santana, está animado com a possibilidade de ser candidato do partido ao senado em 2018. Em função dos escândalos envolvendo o nome do ex-ministro Geddel Vieira Lima, o PMDB certamente não terá candidatura ao senado na chapa liderada por ACM Neto (DEM).

Fontes ligadas ao site Hora do Bico, dão como certo o nome de ACM Neto como candidato ao governo do estado. As mesmas fontes apostam no deputado Jutahy Magalhães (PSDB), como candidato ao senado. A outra vaga estaria reservada para Geddel.

Zé Ronaldo já “viaja” com a possibilidade de ser indicado como pré-candidato ao senado. Ele administra a segunda maior Cidade do Estado.

 

Foto: Reprodução

Comissão de Ética decide investigar conduta do ministro Geddel Vieira Lima

terça-feira, novembro 22nd, 2016

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A Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu abrir procedimento para apurar a conduta ética do ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, ao procurar o ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, para tratar de interesses pessoais. Pela manhã, o relator do caso, conselheiro José Saraiva, havia pedido vista por não ter tido tempo para analisar o assunto, mas durante a tarde ele voltou atrás e votou pela abertura do processo.

De acordo com Mauro Menezes, presidente da comissão, o órgão declarou por unanimidade o início das investigações sobre Geddel. “Ele trouxe reflexão no sentido de que não gostaria de atrasar o andamento do processo”, disse Menezes, referindo-se ao relator. A partir desta terça-feira, dia 22/11, o ministro terá dez dias para se manifestar sobre o assunto. A depender de outras informações que serão solicitadas, o colegiado já poderá deliberar sobre o caso na próxima reunião, marcada para 14 de dezembro.

 Foto: Agência Brasil

Comissão de Ética discute nesta segunda (21) se vai investigar caso Geddel

segunda-feira, novembro 21st, 2016

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O presidente da Comissão de Ética Pública da Presidência, Mauro Menezes, disse que irá levar ao colegiado do órgão nesta segunda-feira, dia 21/11, as denúncias do ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero.

Calero acusou o ministro-chefe da Secretaria do Governo, Geddel Vieira Lima, de lhe ter pressionado para liberar um empreendimento imobiliário em Salvador, pois este estaria sendo impedido de prosseguir por causa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Geddel teria comprado um apartamento na região

Nesta mesma segunda-feira, Geddel estará ao lado de Michel Temer na reunião do ‘Conselhão’, no Planalto.

A Comissão de Ética não tem o poder de afastar um ministro, mas pode dar a recomendação de demissão ao presidente da República.

 Foto: Reprodução

Geddel diz que governo não se envolverá na eleição da Câmara

segunda-feira, novembro 14th, 2016

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Após a escolha do deputado Marcelo Castro (PI) como candidato único do PMDB na eleição à presidência da Câmara dos Deputados, o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, disse que a indicação do partido é “demonstração inequívoca de que o governo não está se envolvendo no processo” de eleição na Casa.

“O processo está em andamento. Minha expectativa continua sendo a de que possamos ter ao fim um número menor de candidatos. Se não, todos disputam e no segundo turno vamos ver quem é o presidente da Câmara”, afirmou Geddel, responsável pela articulação política do Palácio do Planalto com o Congresso.

“Preferíamos e se pudéssemos influir era para que houvesse um entendimento global na base. Se não há, qualquer movimento nosso pode ser interpretado como preferência por A ou B e aí sim causar racha”, acrescentou o ministro.

Foto: Agência Brasil