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Estudo revela que 80% de diabéticos podem ter doenças cardiovasculares

domingo, julho 21st, 2019

Um estudo realizado pelo EndoDebate em parceria com a Revista Saúde, mostrou que 80% das pessoas com diabetes tipo 2 apresentam indícios de comprometimento cardiovascular. Mais da metade (52%) indicam pelo menos dois destes sintomas: tontura, dores no peito e nas pernas, falta de ar e palpitações.

Intitulado “Quando o Diabetes Toca o Coração”, o estudo foi lançado em junho pelo laboratório Novo Nordisk e divulgado nesta semana. A pesquisa entrevistou 1.439 pessoas com e sem diabetes tipo 2, com idade entre 47 e 55 anos.

O levantamento mostrou que 64% dos diabéticos não seguem rigorosamente o tratamento e apenas 48% dos pacientes consideram a doença muito grave. O diabetes aparece atrás do câncer (92%), do acidente vascular cerebral (79%), do infarto (75%), do mal de Alzheimer (74%), da insuficiência renal (70%) e da insuficiência cardíaca (56%).

“A atenção ao coração é um dos grandes desafios no segmento do paciente com diabetes. Temos objetivos desafiadores no século 21 que vão além do controle da glicose no sangue, fundamental para o tratamento do diabetes tipo 2. Tudo isso passa também por reduzir o peso e o risco de hipoglicemia e umentar a segurança do ponto de vista cardiovascular”, disse o médico endocrinologista e fundador do EndoDebate, evento que ocorre até hoje (20) na capital paulista, Carlos Eduardo Barra Couri.

Desconhecimento

Sobre a primeira palavra lembrada ao pensarem em problemas do coração, 662 entrevistados mencionaram infarto; 159 disseram morte; 39, hipertensão; 25, AVC. O diabetes ficou em último. Entre os diabéticos, 61% disseram acreditar que a doença está entre os fatores de risco para problemas cardiovasculares, contra 42% entre os não diabéticos. Nos dois grupos, a pressão alta aparece em primeiro lugar, seguida do colesterol e dos triglicérides altos.

Para 60% das pessoas com diabetes tipo 2, o médico transmitiu informações insatisfatórias ou nem mencionou as questões relacionadas ao coração na última consulta para controlar o diabetes. Embora 62% desses pacientes tenham sido diagnosticados há pelo menos cinco anos, 90% dizem ainda sentirem falta de mais informações durante o tratamento.

“O tempo é determinante. É muita informação que o médico tem que passar. Eu acredito que há uma mistura de falta de informação e desconhecimento de como abordar direito esse paciente. Como falar em um tom acolhedor humano e ao mesmo tempo incisivo, informativo? Muitos médicos não sabem como fazer isso”, comenta Couri.

Percepção limitada

Apesar da gravidade da doença, a pesquisa também revelou uma percepção limitada sobre os riscos do diabetes tipo 2. Ao todo, 64% das pessoas com diabetes entrevistadas não seguem o tratamento à risca. “A adesão ao tratamento começa quando o médico abre a porta do consultório, quando o médico levanta para atender o paciente, quando o paciente tem uma consulta digna, quando o médico ouve o paciente. Adesão é muito mais do que explicar como toma o remédio, é acolher o paciente e ser humano na consulta”, explica Couri.

Segundo o laboratório parceiro da pesquisa, 13 milhões de pessoas vivem com o diabetes tipo 1 ou tipo 2 no Brasil. Desse total, estima-se que 90% tenham diabetes tipo 2, no qual o pâncreas produz a insulina insuficiente ou não age de forma adequada para diminuir a glicemia. Ele é mais comum em adultos com obesidade e em pessoas com histórico familiar de diabetes tipo 2. Quase metade das pessoas com diabetes tipo 2 não sabem ter a doença. Além disso, duas a cada três mortes de pessoas com diabetes são ocasionadas por doenças cardiovasculares. Agência Brasil

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Claudia Rodrigues faz quimioterapia e transplante de células-tronco para curar esclerose múltipla

quinta-feira, janeiro 28th, 2016

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Muita luta. Fora da TV por problema de saúde há dois anos, para tratar da esclerose múltipla, a atriz Claudia Rodrigues, de 44 anos, foi submetida a um transplante de células-tronco. Antes da cirurgia, ela foi submetida a um rigoroso processo de preparação por quatro meses, que incluiu sessões de quimioterapia. Durante o tratamento, ela teve que raspar a cabeça. Segundo a assessoria de imprensa da artista, ela está em casa, no Rio de Janeiro, em repouso absoluto.

“Ela está bem, mas não pode sair ainda, porque vai ter que tomar todas as vacinas. Ainda não podemos dar mais detalhes ou entrevista”, limitou-se a dizer a representante de Claudia.

O transplante de células-troncos foi indicado pelos médicos que cuidam de Claudia. Existem casos comprovados de cura total através desse tratamento.

O cabelo da artista começou a cair por conta das seis sessões de quimioterapia que ela foi submetida, uma para retirar as células e cinco para receber as receber células novas. Claudia, então, optou por raspar a cabeça por completo.

Ainda em recuperação, Claudia recebeu a visita de amigos. Numa imagem postada no Instagram do apresentador Geraldo Luis, ela aparece com o novo visual após o tratamento.

A atriz descobriu a doença em 2000 e chegou a ficar internada em junho do ano passado num hospital em São Paulo, após sentir um mal-estar. Na ocasião, ela gravou um vídeo para informar que estava bem. Conforme Extra Online

 

Foto: Reprodução/Instagram

Adriane Galisteu é internada em SP com início de pneumonia

terça-feira, abril 22nd, 2014

adrianegalisteu

 

Se cuidando. A apresentadora Adriane Galisteu foi internada na tarde desta terça-feira, dia 22, no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, com um quadro de pneumonia. Ela deu entrada no hospital acompanhada de sua mãe, dona Ema.

Galisteu está com início de pneumonia há cerca de duas semanas, mas não seguiu o tratamento à risca. Por causa de seus compromissos profissionais, ela não fez o período de repouso necessário para que os remédios fizessem o efeito desejado. Assim, quando voltou de viagem para Punta Del Este no início desta semana, não estava se sentindo bem e procurou um médico.

*Com informações do site da Revista Caras

Foto: Reprodução