Mais protesto. O jovem que foi morto na manhã desta quinta-feira, dia 13, no Nordeste de Amaralina, Carlos Alberto Conceição Júnior, de 25 anos, era primo do menino Joel, de 10 anos, que morreu em 2010 durante uma ação da 40ª Companhia Independente de Polícia Militar.
Em função da morte de Carlos Alberto, amigos, familiares e vizinhos fizeram protestos em vários momentos do dia na avenida Manoel Dias da Silva, entre Pituba e Amaralina, bloqueando o trânsito. No início da noite, o grupo voltou a protestar, dessa vez na Visconde de Itaborahy, em Amaralina. Segundo a Central de Polícia, há uma guarnição da polícia no local.
De acordo com familiares, Carlos Alberto trabalhava em um hotel e estava de folga. Ele saiu para encontrar alguns amigos quando foi baleado. Já a Polícia Militar, em nota, informa que uma viatura fazia ronda padrão no local quando foi recebida a tiros por oito homens, iniciando um tiroteio. Segundo a PM, um homem conhecido como Carlos Gil foi baleado e, socorrido ao Hospital Geral do Estado (HGE), acabou morrendo. A PM informa ainda que com ele foram apreendidos um revólver calibre 38 e pedras de crack.
“Um menino direito, um menino que treinou capoeira. Pai. E tiram a vida do menino?”, questionou o pai do menino Joel. O pai de Carlos, Carlos Alberto Conceição Júnior, também mostrou indignação com a morte do filho. “O menino ia pra praia e atiram no menino sem necessidade”.
Carlos era casado e deixa um filho de 3 anos.
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