João Roma afirma que prisão domiciliar do ex-presidente Bolsonaro é questão de humanidade

Mandou direta. O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, afirmou na quinta-feira, dia 8/1, que apoia a proposta de pedido de prisão domiciliar humanitária para o ex-presidente Jair Bolsonaro feita por um grupo de senadores ao Supremo Tribunal Federal (STF). A solicitação leva em consideração que o estado de saúde do ex-presidente Bolsonaro, que sofreu queda e teve traumatismo craniano, é incompatível com a manutenção da prisão.

Para Roma, a medida é urgente no sentido de respeito à vida, à dignidade humana e ao direito básico à saúde, valores que, segundo ele, deveriam estar acima de qualquer disputa política ou revanchismo.

“Estamos falando de um homem idoso que enfrenta um quadro clínico delicado, com histórico de cirurgias, sequelas permanentes da facada que sofreu e, agora, um traumatismo craniano. Defender a prisão domiciliar nesse contexto é um dever de humanidade, não uma concessão”, afirmou.

O dirigente do PL ressaltou que Bolsonaro é vítima de perseguição política e foi condenado sem ter cometido crime algum. Para ele, não há justificativa concreta para mantê-lo em regime fechado diante da necessidade de acompanhamento médico contínuo. “Não há razoabilidade em manter preso alguém que precisa de cuidados médicos permanentes. A insistência nessa postura revela mais crueldade e revanchismo do que compromisso com a Justiça”, criticou Roma.

João Roma voltou a afirmar que o processo ao qual Bolsonaro vem sendo submetido é marcado por excessos e decisões desproporcionais, que aprofundam a divisão do país e colocam em xeque princípios fundamentais do Estado de Direito.

“O Brasil precisa de serenidade e equilíbrio. A Justiça não pode ser instrumento de vingança. Negar um pedido humanitário dessa natureza apenas reforça a sensação de perseguição e de desumanidade”, disse.

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Fotografia: Didulgação

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