Pai do céu. Um grave acidente que envolveu um carro de passeio e um caminhão deixou duas pessoas feridas nesta segunda-feira, dia 21, em um trecho da BR-232, entre as Cidades de Gravatá e Bezerros no Agreste de Pernambuco.
Conforme a Polícia Rodoviária Federal, uma mulher que estava no carro ficou presa às ferragens. O Corpo de Bombeiros foi acionado.
A PRF informou que o carro bateu na traseira de um caminhão que estava no sentido Gravatá para Caruaru. Um homem que estava no carro também ficou ferido; o motorista do caminhão saiu ileso do acidente. Os feridos foram levados para a Unidade Mista São José, em Bezerros, e em seguida encaminhados ao Hospital da Restauração, no Recife.
Olha aí. A Polícia Federal (PF) realiza nesta segunda-feira, dia 21, a 25ª fase da Operação Lava Jato, em Lisboa, em Portugal, a primeira internacional.
Os mandados de busca, apreensão e prisão preventiva têm como alvo o empresário Raul Schmidt Felipe Júnior, que estava foragido desde julho de 2015.
Segundo comunicado da Procuradoria da República no Paraná, a prisão foi realizada por autoridades de Portugal.
O investigado é apontado em inquérito que apura pagamento de propinas a ex-diretores da Petrobras, como Renato de Souza Duque, Nestor Cerveró e Jorge Luiz Zelada, todos atualmente presos em Curitiba pela participação no esquema de corrupção investigado pela Lava Jato.
Tragédia. Roger Agnelli, empresário e ex-presidente da mineradora Vale, morreu no desastre aéreo quando o avião dele caiu sobre uma casa localizada Zona Norte de São Paulo, na tarde de sábado, dia 19. A mulher do empresário, Andrea e dois filhos, Ana Carolina e João, também morreram no acidente. Parris Bittencourt, que era genro, a namorada do filho de Agnelli e o piloto são as outras vítimas. Uma mulher que estava fechando o portão da residência atingida ficou ferida e foi levada ao hospital.
O empresário de 56 anos foi presidente da Vale de julho de 2001 até maio de 2011, quando terminou sendo substituído pelo atual presidente da mineradora, Murilo Ferreira. Sob o comando de Roger Agnelli, a Vale se expandiu internacionalmente e se consolidou como a maior produtora global de minério de ferro e a segunda maior mineradora do mundo.
Vixe. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou de Ministro Chefe da Casa Civil mais uma vez. Nesta sexta-feira, dia 18, o juiz federal substituto de Assis (SP), Luciano Tertuliano da Silva, aceitou um pedido de liminar para suspensão da nomeação do ex-presidente. O pedido foi feito como Ação Popular contra a presidente Dilma Rousseff por ter expedido decreto nomeando o ex-presidente para exercer o cargo de ministro. Assim como as outras liminares que barravam a nomeação e já foram derrubadas, o juiz explica que a nomeação trata-se de um ato administrativo nulo, pois concede ao nomeado o direito à prerrogativa de foro, enquanto investigado na Operação Lava Jato.
O Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região suspendeu na tarde desta sexta-feira, dia 18, a liminar da Justiça Federal do Rio de Janeiro que impedia a posse do ex-presidente Lula como ministro-chefe da Casa Civil.
A decisão atende a um recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) e permite ao petista assumir o cargo no governo Dilma Rousseff.
Segundo o TRF, o juízo de primeiro grau não é competente para analisar o pedido apresentado na ação popular, “uma vez que este impugna ato privativo de Presidente da República, o qual deve ser apreciado pelo Supremo Tribunal Federal”.
“Escolha de Juízo”
A juíza Regina Coeli Formisano, da 6ª Vara Federal do Rio de Janeiro, havia concedido liminar sustando a posse do ex-presidente. Na decisão, a juíza diz que, ao nomear Lula ministro de Estado, mesmo estando ele “sob investigação na Justiça Federal do Paraná”, a presidente Dilma Rousseff teve “por objetivo, tão somente, conceder-lhe o foro privilegiado, inerente ao cargo, tipificando ‘escolha de Juízo’, incorrendo assim em desvio de finalidade e ilegalidade do objeto”.
A nomeação de Lula como ministro-chefe da Casa Civil permanece suspensa. De acordo com o governo, mais de 20 liminares pedindo o veto da posse do ex-presidente à pasta foram protocoladas em todo o Brasil.
Olha aí. A Comissão Especial do impeachment da Câmara criada na quinta-feira, dia 17, com 433 votos a favor e um contrário – começa a trabalhar na próxima segunda-feira, mas o prazo para a defesa da presidente Dilma Rousseff (PT) já começou a contar. São de 10 sessões do plenário.
A oposição prometeu ontem fazer um rodízio para que sempre haja um número mínimo de deputados presentes na Casa às segundas e sextas-feiras com o objetivo de garantir quórum mínimo necessário para manter uma sessão ordinária sempre aberta e, assim, apertar o prazo de Dilma.
O presidente do colegiado será Rogério Rosso (PSD-DF) e o relator será Jovair Arantes (PTB-GO). Rosso recomendou cautela na condução dos trabalhos. “Seguiremos na condução dos trabalhos onde teremos oportunidade de analisar os fatos sem intervenções de especulações que possam inflamar ainda mais o nosso país. Estamos recebendo um volume de informações nunca antes visto e precisamos filtrar o que de fato é passível de comprovação”, disse.
A escolha agradou em alguma medida os governistas e opositores. Atual líder do PSD, o deputado foi acusado nos bastidores por seus próprios correligionários de ser demasiadamente pró-governista.
Rosso sempre negou essa acusação. Pelo menos na atuação parlamentar, ele tem sido um fiel soldado do ministro Gilberto Kassab (Cidades), aliado do Planalto.
Êta joça. O juiz federal Itagiba Catta Preta Neto pediu nesta quinta-feira, dia 17, a suspensão da posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil. O magistrado assinou uma liminar contra a nomeação do petista até que os processos judiciais contra ele sejam esclarecidos.
No despacho, o juiz Catta Preta informa que a criação do cargo de ministro-chefe de Gabinete Civil é uma irregularidade por parte da presidente Dilma Rousseff. Ele entendeu que há indícios de cometimento de crime de responsabilidade na nomeação de Lula na medida em que ela teria o objetivo de garantir foro privilegiado ao ex-presidente que é investigado pela Operação Lava Jato e pelo MP-SP (Ministério Público de São Paulo).
Ele diz que “caso já tenha ocorrido a posse, suspendo seus efeitos até o julgamento final desta ação”.
O ex-ministro Gilberto Carvalho disse que o governo vai recorrer da decisão. “Vamos derrubar essa liminar. Esperávamos por isso. Esperávamos uma batalha longa para garantir que o presidente Lula possa governar junto com a presidente Dilma, como ministro, e essas reações eram mais do que esperadas. “Essas reações eram mais do que esperadas e só confirmam o acerto dessa nossa posição. Essa reação irada, raivosa, mostram o quanto nossos adversários foram pegos de surpresa”, disse Carvalho.
Até a publicação desta reportagem, o Palácio do Planalto ainda não havia se manifestado sobre que medidas iria tomar em relação à liminar que suspendeu a nomeação de Lula como ministro da Casa Civil.
Pressão, pressão. Com o Hino Nacional sendo tocado na Av. Paulista, em uma caixa de som pertencente a um grupo de manifestantes que protestam contra a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao cargo de ministro-chefe da Casa Civil. Cada vez mais pessoas chegam à Av. Paulista para participar da manifestação. São quatro quarteirões ocupado.
Muitos ficaram sabendo do evento pela internet, pela televisão, por amigos ou porque moram perto da avenida. Eles pedem que Lula volte atrás na decisão de aceitar o cargo no governo e chegaram a gritar: “Lula, cagão, seu lugar é na prisão”. Além disso, gritaram “Ei, PT, golpista é você!”.
Viu aí? Uma jovem de 22 anos escapou de ser estuprada e esfaqueou o agressor na manhã de terça-feira, dia 15. Segundo informações da Polícia Militar, ela feriu o homem com a própria faca que tomou dele.
A ocorrência foi registrada pela PM por volta das 9h30. Conforme a polícia, o suspeito se aproximou com a faca e agarrou a jovem pelo pescoço. Ela contou que o homem tentou arrastá-la para um matagal.
De acordo com a polícia, a mulher entrou em luta corporal com supeito e agarrou a faca. Por isso, teve cortes nas mãos.
Após conseguir tomar a arma, ela deu alguns golpes no homem, que fugiu para um matagal.
Depois disso, ela procurou o batalhão da PM e explicou o caso. A mulher foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com ferimentos nas mãos.
No local do crime, a polícia encontrou algumas roupas do suspeito. O caso ainda não foi registrado na Polícia Civil. Buscas foram feitas pelas proximidades, mas o suspeito não foi localizado até a publicação desta reportagem.
O caso aconteceu em Araguaína, norte do Tocantins.