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Com fim da escala 6×1, mulher tem mais acesso a trabalho, diz ministra

sábado, maio 2nd, 2026

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, considera que o fim da escala de trabalho de apenas uma folga na semana, chamada de 6×1, é uma “exigência do nosso tempo” e que vai permitir que as mulheres tenham mais acesso ao mercado de trabalho.

“Elas vão cuidar melhor da saúde, das relações familiares, territoriais. Eu não tenho dúvida que é uma exigência do nosso tempo o fim da escala 6×1”, disse.

O fim da escala 6×1 é a principal bandeira a ser ostentada pelas manifestações de trabalhadores neste feriado de 1º de Maio. 

Márcia Lopes conversou com exclusividade com a Agência Brasil, na última quarta-feira (29), após participar de um evento na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro.

Os comentários sobre a mudança na jornada de trabalho acontecem no momento em que o Congresso Nacional analisa o Projeto de Lei (PL) 1838/2026, de iniciativa do governo federal, que reduz o limite máximo da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garantindo dois dias de descanso remunerado semanal sem redução salarial. 

O governo Lula pediu regime de urgência na tramitação do PL, que até a tarde de quinta-feira (30/4) ainda aguardava despacho do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para ser analisado pela Casa.

Tramitam ainda na Câmara duas Propostas de Emenda à Constituição (PEC), PEC 221/19 e PEC 8/25, que também tratam do fim da escala 6×1. Na quarta-feira (29/4) a Casa legislativa instaurou uma comissão especial para analisar as matérias. 

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Fotografia: Lula Marques/Agência Brasil

Técnica de enfermagem diz que chefe estava ‘maconhada’ e acaba demitida

quinta-feira, junho 14th, 2018

Oxente. Uma técnica de enfermagem das Obras Sociais Irmã Dulce, em Salvador, foi demitida por justa causa, após reclamar da escala de trabalho e afirmar, que a pessoa que fez estava “maconhada” e “drogada”.

Mesmo demitida, a mulher, deve receber indenização de R$ 2 mil. Durante o processo, ficou comprovado que houve excesso de poder da chefia do hospital, que exercia pressão psicológica e ameaçava colocar as funcionárias em turnos e horários cujo serviço fosse mais exaustivo, segundo o TRT.

A enfermeira chefe, responsável por fazer a escala, denunciou o caso ao Conselho Regional de Enfermagem da Bahia.

O valor estipulado para a indenização era de R$ 10 mil, no entanto, após analisar as condições do hospital, a indenização foi fixada R$ 2 mil. 

O desligamento foi foi divulgado pela 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT5), mas ainda cabe recurso.

 

 

 

Foto: Reprodução