Que absurdo. William Oliveira dos Santos, de 20 anos, estudante de Engenharia Civil. Na rotina do caminho da casa para o escritório onde trabalhava como representante de materiais de construção, de lá para a faculdade e da aula para casa. “Ele não bebia, não gostava de festas. Namorava e tinha muitos amigos. Era uma menino do bem”, relatou, emocionado, o pai de William, Arlindo Souza dos Santos, que conversou com a reportagem do Bocão News, na manhã desta quarta-feira, dia 23.
“A última vez que falei com ele foi às 10h23 de ontem. Aí, na hora do almoço, minha esposa se preocupou porque ele sempre passa para almoçar. Foi quando ligamos para amigos, para o sogro dele, para minha nora, para todos. O celular dele até chamou por um tempo, mas depois só deu caixa”, contou. William desapareceu na manhã de terça-feira, dia 22, e não voltou mais para ver os pais e a família. O jovem foi encontrado morto com marcas de tiro pelo corpo, no banco atrás do local do motorista, no próprio veículo, próximo à Gerdau, na BR-324.
“Ele era um menino empreendedor e tinha tantos sonhos. Não sei como fizeram isso. A violência está demais”, lamentou o pai de William, que sepultou o filho no cemitério Bosque da Paz, nesta quarta-feira, dia 23.
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