Posts Tagged ‘mulheres mortas’

Dona de casa e filha são executadas dentro de bar

sábado, maio 5th, 2018

Violência sem rédia. Uma dona de csa e a filha dela foram executadas na noite da sexta-feira, dia 4/5, em um bar localizado em Colinas de Periperi, Subúrbio de Salvador.

Conforme fontes do Hora do Bico, as duas foram levadas para ao Hospital do Subúrbio, mas não resistiram. Não há informações oficiais sobre a motivação dos assassinatos. De acordo com testemunhas, cinco bandidos armados anunciaram o assalto, e em seguida, atiraram nas vítimas.

 

 

Foto: Reprodução

Brutal: Mulheres são encontradas mortas em Pernambués

quinta-feira, janeiro 25th, 2018

Haja violência. Duas mulheres foram encontradas mortas, nas últimas horas, no Bairro de Pernambués, em Salvador. De acordo com a polícia, os corpos foram localizados na primeira entrada da rua Cariranha. Conforme testemunhas, nenhum barulho de tiro foi ouvido no local do crime. A polícia acredita que as vítimas tenham sido executadas em outro lugar e os corpos foram arremessados na rua por criminosos que estavam em um carro preto. Nenhuma das mulheres foram identificadas. Uma delas apresentava diversas tatuagens pelo corpo, o que pode ajudar no trabalho de reconhecimento. As duas vítimas apresentavam marcas de tiros na cabeça. A autoria e motivação do crime estão sendo investigadas pelo DHPP. Até agora ninguém foi preso.

Foto: Reprodução

Fuzilamento no Subúrbio: Duas mulheres e um homem são mortos em via pública

terça-feira, outubro 17th, 2017

Deus é mais. Um homem e duas mulheres foram fuzilados na madrugada desta terça-feira, dia 17/10, em via pública, no São João do Cabrito, em Plataforma. Conforme informações do Centro Integrado de Comunicação da Secretaria de Segurança Pública (Cicom). O triplo homicídio ocorreu na Rua Nova Esperança de Plataforma. Não há informações sobre a autoria e motivação do crime.

As mulheres morreram no local. O homem não foi identificado, chegou a ser socorrido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu aos ferimentos.

Foto: Ilustrativa

Guerra do tráfico: Duas mulheres são mortas a pedradas, pauladas, facadas, tesouradas e tiros

quarta-feira, outubro 4th, 2017

Pegaram pesado. Duas mulheres foram assassinadas a pedradas, golpes de tesoura, pauladas, facadas e balaços, em uma rua da localidade conhecida como “Barriguinha”, do bairro da Capelinha de São Caetano, Periferia de Salvador, na tarde desta quarta –feira, dia 4/10. Policiais da 4ª Delegacia Territorial (DT) e da 9ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) tomaram conhecimento do duplo homicídio e acompanharam o trabalho das equipes da Polícia Técnica.

As vítimas ficaram desfiguradas, as cabeças foram esmagadas. De acordo com a Polícia, traficantes rivais mandaram matar as duas com requintes de crueldade. O Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) investiga o crime.

 

 

Fotos: Leitor Hora do Bico

Em dois anos, Lei do Feminicídio pune apenas uma pessoa na Bahia, diz site

domingo, maio 21st, 2017

Passados mais de dois anos desde a instauração da Lei do Feminicídio no Brasil, o estado da Bahia registra apenas uma condenação, que prevê a violência de gênero como agravante. O caso ocorreu há cerca de uma semana, quando o Tribunal do Júri de Salvador condenou Rubervaldo Soares dos Santos Júnior a 20 anos, nove meses e 22 dias de prisão, em regime fechado, pelo assassinato da companheira, que estava grávida dele.

À pena estão somados cinco anos de prisão, porque, segundo o Ministério Público da Bahia (MPE), o crime foi praticado “contra mulher por razões da condição de sexo feminino” e, além disso, o assassinato ocasionou aborto, considerado crime nas leis brasdileiras.

Para a desembargadora e coordenadora da Mulher do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), Nágila Brito, a demora para esse tipo de condenação ocorre porque os crimes que envolvem qualquer atentado à vida “exigem mais cuidado e passam por muitos trâmites”. Além disso, ela destaca o fato de as defesas dos acusados recorrerem até a última instância, como forma de ganhar tempo e adiar o julgamento.

“Tudo se recorre nesse país, porque são muitas instâncias, porque [a defesa] ganha tempo, atrasa e se esquece o abalo do crime. O júri vai muito no emocional [durante o julgamento], a população se revolta. Quanto mais demora para isso ocorrer, a tendência é que a sentença seja amenizada”, observa a desembargadora, que destaca a importância de considerar o machismo em qualquer tipo de violência contra a mulher, mesmo que a Justiça “seja cega”.

“Vejo os noticiários e fico apavorada. Os homens matam uma e parecem deixar outra para o dia seguinte. A Justiça, nesse aspecto, tem que ser cega, mas na questão de não observar quem são as partes. Porém, [a Justiça] tem que ter olhos abertos para verificar que o crime contra as mulheres era invisível e não será mais, como injúria, estupro, lesão física, violência psicológica. Nós, mulheres, fomos criadas para ser submissas, isso é inadmissível”, comenta a magistrada.

Apesar da lentidão durante todo o processo, até o momento da sentença final, Nágila Brito cita ações do Judiciário, no sentido de dar celeridade e respostas à população, como forma de amenizar o sentimento de impunidade. Um dos pontos citados por ela é a Campanha Justiça Pela Paz em Casa, que ocorre três vezes ao ano, quando o Judiciário de cada estado intensifica ações como júris de feminicídio, audiências ligadas à Lei Maria da Penha, medidas protetivas e sentenças que envolvem todo tipo de violência contra a mulher. Criada pela presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, a campanha mobiliza tribunais do país, durante uma semana, três vezes por ano.

Embora os mutirões atuem no sentido de dar celeridade aos casos de violência de gênero, a magistrada do TJBA alerta para a dificuldade que as mulheres encontram, no início do processo, como o momento da denúncia. Para ela, muitas mulheres se sentem desacreditadas e desencorajadas a seguir adiante, seja por despreparo dos profissionais que deveriam prestar apoio, seja por ações machistas, que motivam questionamentos que põem a vítima em “situação constrangedora”.

“Essa é a nossa grande preocupação: capacitar a polícia, que é a primeira porta onde a mulher bate. Não temos delegacias especializadas para a mulher, que sejam suficientes para tanta busca de ajuda. [As vítimas] vão aonde a maioria é de homens, que não fazem o acolhimento adequado. Estamos nessa luta com palestras e capacitação, todos devemos ser capacitados para ter outro olhar. Elas ficam desacreditadas quando não são bem acolhidas”, observa Nágila.

Essa dificuldade ocorre até mesmo em casos em que há tentativa de intervenção em uma situação de violência. A atriz Letícia Paulina conta que presenciou uma briga de casal, no estacionamento de um hipermercado em Salvador. A mulher era espancada, com socos e um capacete, pelo homem, que aparentava ter um relacionamento com ela. Com medo, Letícia acionou os seguranças do local, que se negaram a ajudar, alegando ser “briga de marido e mulher”.

“Ele deu dois murros no rosto dela, além de bater com o capacete, porque ela tentava pegar o celular que ele havia tomado. Enquanto isso, pessoas passavam e nada faziam, além de piadas. Os seguranças se aproximaram, mas disseram que não fariam nada. Ele tentava enforcá-la, gritei muito, ele subiu na moto e acelerou com ela em cima. Não sei em que aquilo acabou, mas denunciei a atitude dos funcionários ao supermercado e sinto não poder ter feito algo por ela”, conta a atriz, que também ligou para a delegacia para contar a omissão dos seguranças. Mesmo assim, disse ter sido desencorajada a seguir a denúncia, porque não seria possível encontrar vítima e agressor.

A orientação de instituições de defesa de direitos humanos, inclusive da mulher, é de que qualquer situação de violência seja denunciada nas delegacias, ou pelo Disque 180. Esse tipo de atitude pode partir de qualquer pessoa que tenha presenciado alguma situação ou que suspeite de violência contra alguma mulher. O objetivo é incentivar as denúncias, que muitas vezes não são feitas pelas vítimas por medo ou ameaças recebidas.

Pensando na dificuldade que algumas mulheres passam em delegacias para fazer a denúncia, a militante feminista Sandra Muñoz atua pessoalmente, dando apoio e suporte a essas mulheres. Nas redes sociais, ela divulga o próprio telefone celular e oferece acompanhamento a qualquer mulher vítima de violência, até a delegacia ou durante o exame de corpo de delito, que comprova as agressões físicas.

“Quando vi esses relatos [de falta de acolhimento], comecei a me preocupar. Desde pequena, vi minha mãe sofrendo violência do meu pai. Desde então, não parei de lutar pelos nossos direitos. Passei a acompanhá-las porque não são respeitadas e há uma mania de romantizar essa violência: geralmente pedem que a vítima dê uma chance ao agressor ou sugerem que ele vai mudar. Não há acolhimento, muitas vezes. Homem não tem de estar em delegacia de mulher, atendendo mulher”, argumenta a militante, que é uma das coordenadoras do coletivo Marcha das Vadias.

De acordo com a Secretaria de Política Para as Mulheres da Bahia, o estado é o segundo no Brasil com maior número de feminicídios e quinto no ranking mundial. Somente entre os meses de janeiro e março, deste ano, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) da Bahia registrou mais de 10 mil casos de violência contra a mulher em todo o estado. Os casos se referem a agressões, estupros e assassinatos. Somente na capital, Salvador, são mais de 2,5 mil registros, o equivalente a 25% do total de casos. O levantamento leva em conta mulheres acima de 18 anos.

Em relação ao estupro, foram 85 em nível estadual, incluindo 23 na capital baiana, no primeiro trimestre de 2017. Segundo a SSP, os meses de abril e maio já registram casos de violência de gênero, mas ainda não há dados quantitativos. Agência Brasil

 

 

 

Foto: Reprodução

Terra sem lei: Mulheres são executadas com muitos balaços

quarta-feira, março 22nd, 2017

Violência sem limite. Duas mulheres foram executadas com muitos balaços na ilha de Vera Cruz. O duplo homicídio foi registrado no Alto da Bela Vista, na localidade conhecida como Pedrão. Conforme informações de policiais da 24ª Delegacia Territorial, as mulheres de 42 e 34 anos, tinham relacionamento e moravam juntas.
A motivação e autoria do crime são desconhecidas. Mas, a Polícia acredita que o duplo homicídio registrado na manhã desta quarta-feira, dia 21/3, foi ocasionado pela disputa de um terreno, que as vítimas teriam invadido e estariam tentando vender. O crime será investigado pela 24ª DT, que tem Geovane Paranhos como delegado titular.
Foto: Reprodução

Cramunhão mata mulheres e deixa recado para família

segunda-feira, janeiro 16th, 2017

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Haja violência. Um crime com requintes de crueldade chocou moradores da cidade de São Gonçalo dos Campos, a cerca de 150 quilômetros de Salvador. Segundo a polícia, duas mulheres foram assassinadas a tiros dentro de casa após chegarem de uma festa. A ousadia dos criminosos não parou aí. Eles ainda deixaram um bilhete amarrado em um dos corpos.

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“A família eu peço desculpas, mas ela não quis pagar o meu dinheiro, ‘mais’ tem para festa”(sic), dizia o recado no bilhete amarrado em uma das vítimas.

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Conforme informações da polícia, Daniela, de 30 anos, e Evilyn, 27, foram mortas no sábado, dia 14/1, mas os corpos só foram encontradas neste domingo, 15,  por policiais da 67ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM). Na casa delas, não havia sinal de arrombamento.

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Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Feira de Santana. A Delegacia de Homicídios vai investigar o crime.

Fotos: São Gonçalo Agora

Mãe e filha estão entre os mortos no posto de combustíveis

sexta-feira, agosto 12th, 2016

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Deus é mais. Duas das vítimas em um ataque num posto de combustíveis na manhã desta sexta-feira, dia 12/8, na Cidade der Barreiras, no Oeste da Bahia, eram da mesma família. De acordo com testemunhas, as duas mulheres mortas, eram mãe e filha. Mais duas filhas da mulher também foram atingidas pelos tiros e socorridas para o Hospital do Oeste. Segundo testemunhas, a mulher era sogra de um Polícial Civil. A namorada dele está entre as feridas. As vitimas estavam em uma excursão evangélica e pararam no posto para tomar café.

Ainda conforme testemunhas, quatro homens armados chegaram na loja de conveniência do posto de combustíveis em um veículo com o intuito de matar um homem. Os criminosos teriam atirado para todos os lados. Não há informações sobre a motivação do crime.

 

Foto: Reprodução

Mulheres são executadas dentro de ônibus

sábado, junho 4th, 2016

001 (160)

O bicho pegou. Passageiros de ônibus que fazia a linha Jardim Cajazeiras x Estação Pirajá na noite desta sexta-feira, dia 3/6, ficaram apavorados com um duplo homicídio que aconteceu dentro do buzu. Luciana, de 20 anos, e outra mulher, ainda não identificada, foram executadas no coletivo do consórcio OT Trans, por volta das 8 da noite.

Conforme informações da Central de Polícia, a motivação e a autoria do crime ainda são desconhecidas. O duplo assassinato será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O circuito de monitoramento interno do ônibus pode ajudar a Polícia na identificação dos autores do crime.

 

Foto: Reprodução/Internet

Mulheres mortas em Pernambués foram retiradas de festa em outro bairro

terça-feira, março 22nd, 2016

Mulheres foram retiradas inconscientes de dentro de porta mala de carro - Foto: Reprodução

As mulheres assassinadas no bairro de Pernambués, em Salvador, foram retiradas de uma festa no bar de uma delas na localidade da Polêmica, em Brotas. Segundo informações  da Polícia Civil, Eliete da Silva Ferreira de Jesus, de 49 anos, era proprietária do estabelecimento comercial.

Ela e outra mulher identificada apenas pelo prenome Eliane foram abordadas por quatro cramunhõs e colocadas dentro do veículo deles na noite deste sábado, dia 19. Elas foram levadas para a rua Guilherme Muniz, em Pernambués, onde foram baleadas à queima-roupa e largadas no meio da rua. A ação durou cerca de um minuto e foi registrado por câmeras de segurança.

A polícia acha que o crime está relacionado a disputa por venda de drogas, já que há relatos de rivalidade entre traficantes das duas regiões.

Elaine é irmã do traficante Ricardo Tchê, que antes de morrer atuava na Polêmica. Já Eliete respondia por processo por furto.

Os corpos delas foram enterrados na manhã de segunda-feira, dia 21, no Cemitério Quintas dos Lázaros.

 

 

 

 

Foto: Reprodução