Jovem não resistiu e morreu este fim de violência sem freio. Um dentista de 24 anos morreu no sábado, dia 8, depois de levar um murro de um desconhecido na porta de uma casa noturna no início do mês na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo.
João Paulo de Moraes Camilo, de 24 anos, levou o soco no rosto depois de dizer a outro jovem que não tinha cigarros para dar ao cramunhão. O cara se irritou com a resposta e deu o murro. João Paulo caiu no chão já inconsciente e bateu a cabeça na calçada. Ele sofreu traumatismo craniano.
O caso foi em frente a uma casa noturna no bairro Jardim São Luiz. Segundo Ana Carolina Roque, amiga da vítima, o agressor chegou de táxi visivelmente bêbado, acompanhado de uma mulher que seria sua namorada. Primeiro ele se irritou ao saber que não poderia entrar na boate por estar de bermuda. “Ele ficou muito irritado, xingou o lugar, xingou o manobrista. Começou a xingar todo mundo. Mesmo sabendo que ele não poderia entrar na casa, ele ficou ali. A todo momento ele ficava pedindo cigarro, ele queria fumar. E ficou irritado porque ninguém da nossa turma que estava ali tinha um cigarro”, relatou a testemunha.
Camilo saiu da boate logo depois, com amigos, e ficou esperando táxi. O suspeito voltou a pedir cigarro a todos, muito nervoso. “Esse moço xingou todo mundo da nossa turma, que era um absurdo ninguém ter um cigarro. Aí ele foi em uma casa de lanches, em frente à casa noturna. No que ele voltou, ele veio pegando impulso de uns 4 metros e deu o soco no João Paulo. O soco foi forte. Ele poderia ter acertado qualquer um que estava ali. Ele descontou a raiva no primeiro que viu pela frente. O soco acertou o queixo do João Paulo, que já caiu sem consciência, desmaiado”, diz Ana Carolina.
Os amigos chamaram uma ambulância, que socorreu o rapaz. O assassino deixou o local, mas voltou depois e negou todas acusações, dizendo que não deu murro em ninguém. Depois, ele saiu novamente. Com informações do G1 Ribeirão
Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal


