Marcell Moraes defende rato morto no Porto da Barra

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Êta joça. Ele foi morto a golpes de coco no Porto da Barra e nada de a bancada que defende os animais na Câmara Municipal se manifestar. Na coluna Tempo Presente, o jornalista Biaggio Talento indaga: quem há de negar o valor do rato? E segue: “Além da importância do uso dos roedores como cobaias em laboratórios que pesquisam os remédios que curam as doenças dos homens, ratos famosos povoam o imaginário popular, principalmente, das crianças”.
Indagado, um dos defensores da causa na Câmara, Marcel Moraes, disse que não se manifestou porque recebe 400 denúncias por dia e não tem como dar atenção a tudo, mas protestou contra o assassinato do rato com três dias de daley. “Não posso ser a favor da morte de um animal. Foi um absurdo”, disse rindo.
Banhistas do Porto da Barra foram surpreendidos na quarta-feira, dia 8, com uma água suja que saia de duas galerias na parede do Porto da Barra. Além da água escura e fétida, um visitante nada agradável fez companhia a turistas e soteropolitanos. O rato foi morto a golpes de sombreiro e coco.

Foto: Reprodução