Aleluia diz que é candidato e não quer divisão

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Fuzuê. As declarações do pré-candidato do PMDB Geddel Vieira Lima, que desistiu da tese de antecipar a escolha do nome oposicionista que vai disputar o governo da Bahia em 2014 e lançou a responsabilidade para o prefeito de Salvador ACM Neto (DEM), não foram vistas como um “regresso” pelo também postulante José Carlos Aleluia. No entendimento do democrata, as quatro opções colocadas ao grupo se mantêm no páreo, ele e Paulo Souto, pelo DEM, João Gualberto, pelo PSDB, além do próprio peemedebista, a quem chamou de “amigo”. “O que Geddel falou não é um recuo. Estamos todos juntos. Evidentemente tem que ter um coordenador no processo. Todos têm marchado juntos e vamos continuar a marchar juntos. Nossa prioridade agora é governar Salvador, mas qual é o principal discurso da oposição? Dizer que tem uma forma diferente de governar. Quanto mais tempo essa prática administrativa [do atual governo] continuar, mas forte fica o nosso discurso”, argumentou Aleluia, em entrevista ao Bahia Notícias, ao ponderar que o prefeito deverá ingressar na campanha, sim, mas no momento oportuno. “O Neto tem dito que o tempo dele tem sido para administrar. É óbvio que ele não deixou de ser um ser político. Mas, para você ter uma ideia, em cada seis vezes que conversamos, uma é sobre política e cinco sobre administração. Não é momento de se fazer cenário. Vamos tratar de política no ano que vem. Nós vamos sair agora da prioridade administrativa para a prioridade natalina. Depois do Ano Novo, aí vamos ver”, brincou o secretário, que recebeu esta semana, em um almoço na sua casa, incentivo de lideranças democratas.

Foto: Divulgação