Fora do muro. Se boa parte das pessoas ainda não sabe de que lado se posicionar, o vereador Cláudio Tinoco (DEM) já tomou partido e disse que é a favor dos “rolezistas” e do rolezinho. Em artigo publicado no Correio deste sábado, dia 25, o democrata diz entender “o cuidado com a segurança dos clientes, trabalhadores e do patrimônio”, mas defende que o fenômeno passa longe de ser um “caso de Polícia”. “A preocupação com possíveis atos violentos ou protestos é pertinente, pois tem gente querendo ‘pongar nos rolezinhos’ com outras intenções. Entretanto, antes é preciso entender esse movimento”, sugere. Com 44 anos, Tinoco assume ter feito “rolezinhos” quando tinha cerca de 14 e considera a prática, que assusta tanta gente, dentro da normalidade. “Na tarde dos sábados, uma multidão se reunia no quase único shopping da cidade para jogar fliperama, ir ao cinema, paquerar, lanchar e se divertir – uma opção de lazer para os jovens há muito tempo. Se os ‘rolezinhos’ sempre existiram, o que mudou?”, questiona o edil rolezista. Segundo ele, o aumento significativo de pessoas nos eventos de deve a dois fatores: o crescimento populacional e a falta de espaços públicos para serem utilizados.
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