
Vixe. Treze pessoas foram presas investigadas por lavagem de dinheiro durante a Operação Véu de Areia, deflagrada nesta quinta-feira (20/8) pela Polícia Civil da Bahia. Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 49,6 milhões em bens e valores.
Além disso, a ação também cumpriu 25 mandados de busca e apreensão na Bahia e em São Paulo.
Na Bahia, as equipes realizaram nove prisões, sendo nove em Salvador e uma em Cruz das Almas. Em São Paulo, outros três mandados de prisão preventiva foram cumpridos nos municípios de Taboão da Serra e Praia Grande, além da capital paulista, no Bairro de Paraisópolis. Entre os presos na Bahia, sete estavam em liberdade e outros dois já se encontravam no sistema prisional, onde tiveram as ordens judiciais cumpridas.
Na capital baiana, as equipes cumpriram as prisões e os mandados de busca e apreensão nos bairros do Arenoso, Fazenda Grande do Retiro e Cabula VI. Os policiais também aplicaram uma medida cautelar diversa da prisão em Milagres, que obriga o investigado a comparecer periodicamente ao Poder Judiciário para prestar esclarecimentos.
Lavagem de dinheiro
Segundo as investigações, os presos mantinham ligação com uma liderança criminosa e exerciam diferentes funções na estrutura financeira do grupo. Além disso, as apurações apontam que os envolvidos participavam da movimentação e ocultação de recursos.
O Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO) conduz a investigação. Assim, as equipes identificaram movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada, transferências entre diferentes contas e rápida circulação de valores.
Agora, as equipes analisarão os elementos reunidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos, além de identificar a eventual utilização de pessoas e empresas para ocultar ou dissimular patrimônio.
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Fotografia: Divulgação / PCBA

