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DCCP deflagra operação de combate a roubos de veículos

quinta-feira, setembro 5th, 2019

Equipes do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP) deflagraram a Operação Tentáculos, na terça-feira, dia 3/9, com o objetivo de identificar e prender criminosos envolvidos em furtos e roubos de veículos. Durante as ações, os policiais cumpriram mandados e prenderam um homem em flagrante, na Cidade de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).


Taylor Werley Carmo Silva, de 25 anos, e Jandeilton Bispo Pereira, 20, foram apresentados durante coletiva de imprensa, conduzida pela diretora do DCCP, delegada Maria Selma Lima e as delegadas Glória Isabel Ramos e Auricélia Santarém, na sede da Polícia Civil, na Piedade, nesta quarta-feira, dia 4/9.


Taylor Werley tinha dois mandados de prisão preventiva, por homicídio e tentativa, ocorridos em 2016, no município de Feira de Santana. Jandeilton Bispo foi preso em flagrante com um revólver calibre 38, com numeração suprimida, 20 munições, 10 pinos contendo cocaína e dois aparelhos celulares. A dupla foi localizada em um campo de futebol, em Candeias.


Segundo a diretora do DCCP, Taylor e Jandeilton são suspeitos de envolvimento em roubos de veículos. “As apurações apontaram para esses dois suspeitos, ligados também a crimes de homicídio e tráfico de drogas”, explica Maria Selma Lima.


A dupla está à disposição da Justiça e a Operação Tentáculos segue em outros locais. As ações também contam com equipes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (DRFRV) e com as tecnologias da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), a exemplo do reconhecimento de placas de veículos.

Fotos/fonte: SSP-BA

Quadrilha desarticulada pelo DCCP aplicou golpe de R$ 5 milhões

sexta-feira, junho 23rd, 2017

Com as prisões de dois empresários e seis corretores de empréstimos, ocorridas em cumprimento a mandados de prisão temporária, o Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP) desmantelou um esquema fraudulento de empréstimos consignados, que gerou um prejuízo de aproximadamente R$ 5 milhões a diversos bancos privados.

O diretor do DCCP, delegado Élvio Brandão recebeu a imprensa na sede da Polícia Civil, na Piedade, acompanhado dos delegados Delmar Araújo e Adailton Adan, para contar os detalhes da ação, batizada de Operação Kickback, que cumpriu oito mandados de prisão e 14 de busca e apreensão.

Os empresários Adailton, de 40 anos, e Genivaldo, de 44, e os corretores de empréstimos Ademilson, 37, Agnaldo, de 64 anos, André Luiz, 42, Fábio, 37, Felipe, 26, José Jorge, 55, e Rosilene, de 51 anos, vão responder por organização criminosa e estelionato.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos bairros da Boa Vista de São Caetano, Praia Grande, Plataforma, Matatu, Trobogy e Jauá. Nesses locais, os policiais encontraram celulares, computadores, pendrives e diversos documentos e extratos bancários, que serão encaminhados para a perícia.

A investigação revelou que o grupo utilizava dados de servidores públicos estaduais e federais, temporários ou estatutários para solicitar empréstimos consignados, falsificando valores de margem, prazos de contrato de trabalho ou a idade dos clientes, para conseguir valores maiores de crédito.
No caso dos servidores temporários, o contrato terminava antes que o empréstimo fosse quitado e o banco não tinha mais como realizar o desconto em folha. Os servidores, já identificados, que aceitaram participar do golpe, mesmo sabendo que não poderiam quitar o débito, também vão responder por estelionato. Os criminosos lucravam entre dez e 35 por cento do valor de cada contrato fraudulento.

Foto/fonte: Polícia Civil/SSP-BA

Homem que se passava por policial civil acaba preso

sábado, março 12th, 2016

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Uma carteira funcional falsa da Polícia Civil da Bahia e um distintivo da Polícia Civil do Distrito Federal foram apreendidos com Leonardo Gomes Canellas, de 37 anos, na quinta-feira (10), por policiais do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), no bairro do Doron.
Com ele, os policiais encontraram ainda uma pistola ponto 40 e outra 380, um revólver de calibre 38, dez carregadores para pistolas, munições de diversos calibres, um colete antibalístico, um giroflex, um rádio comunicador e R$ 11,8 mil reais em espécie, além de muitos cheques em nome de várias pessoas. Um Hyundai Veloster, em nome dele, também foi apreendido.
Acusado de se passar por policial civil para conseguir trabalho como segurança, Leonardo foi apresentado à imprensa, nesta sexta-feira (11), no auditório do edifício-sede da Polícia Civil, na Piedade. A delegada Glória Isabel Santos Ramos, do DCCP, contou aos jornalistas como foi o trabalho para se chegar até o falso policial.
De acordo com a delegada, as investigações tiveram início há seis meses, quando o departamento recebeu as primeiras denúncias sobre um homem que estava oferecendo serviços de segurança a vários comerciantes de Tancredo Neves, dizendo-se policial.
Leonardo foi preso portando as duas pistolas e uma mochila com o dinheiro, quando deixava a casa de uma das três mulheres com quem se relaciona. A outra parte do material estava no interior do Veloster. O revólver e parte das munições foram encontradas na residência de outra de suas mulheres, no Caji, em Lauro de Freitas. As três foram ouvidas pela delegada e disseram que acreditavam que Leonardo fosse policial.
Para convencer os comerciantes, ele costumava se apresentar como investigador da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente (Dercca) ou da 7ª Delegacia Territorial (DT) do Rio Vermelho. A delegada informou que ele fazia segurança em estabelecimentos na Pituba e Mussurunga.
Em seu depoimento, Leonardo disse que adquiriu as armas e as munições no Paraguai, mas não falou onde obteve a carteira funcional e o distintivo. A polícia vai continuar investigando para descobrir a procedência do documento e também dos armamentos, já encaminhados para a perícia.
Leonardo foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma e falsidade ideológica. Ele já foi encaminhado ao Núcleo de Prisão em Flagrante (NPF), na Avenida Antônio Carlos Magalhães. Conforme nota da Ascom

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Delegada Glória Isabel Santos Ramos, do DCCP

 

Fotos/fonte: Polícia Civil