Posts Tagged ‘professores municipais’

Professores municipais paralisam atividades em Salvador

quarta-feira, maio 16th, 2018

Êta. Os professores da rede municipal de ensino paralisaram as atividades em Salvador, nesta quarta-feira 16/05. Eles protestam o reajuste salarial. De acordo com informações do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), a categoria está sem aumento há três anos e reivindica reajuste de 12,44%, entre outros pontos.

Ainda segundo a APLB, as aulas que seriam realizadas nesta quarta serão repostas posteriormente.

Foto: Reprodução

Professores municipais e estaduais fazem paralisação na Bahia

quarta-feira, abril 13th, 2016

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Vixe. Os professores das redes municipais e estaduais da Bahia resolveram fazer uma paralisação de 48 horas a partir desta quarta, dia 13. Segundo o sindicato da categoria (APLB), o ato faz parte de uma campanha nacional contra o Projeto de Lei Complementar (PLC) 257, que, segundo eles, “retira direitos dos trabalhadores públicos”.

A entidade diz que o PLC 257/2016 acaba com concursos públicos, congela salários, regras da Previdência Social e amplia a terceirização. O projeto está em tramitação na Câmara dos Deputados.

A assessoria da Secretaria Municipal de Educação (Smed) não foi localizada por meios dos telefones fixos e celulares dos assessores para falar sobre a paralisação.

Já a Secretaria Educação de Educação (SEC) ressaltou que o movimento é “desencadeado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE)” e que “respeita o direito de organização e de manifestação dos trabalhadores da educação”.

Foto: Reprodução

Prefeitura diz que dias não trabalhados pelos servidores não serão pagos

quarta-feira, junho 10th, 2015

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Eta. A prefeitura de Salvador divulgou uma nota na noite desta terça-feira, dia 9, informando que os dias não trabalhados pelos servidores municipais não serão pagos e que os descontos ocorrerão já na folha de junho. Na semana passada, os sindicados dos Servidores da Prefeitura (Sindseps), dos Agentes Comunitários de Saúde (Sindacs) e dos Trabalhadores em Educação (APLB), que estão em campanha salarial, decretaram ‘ estado de greve’.

Na terça-feira, dia 9, os professores, que estão com as atividades suspensas desde segunda-feira, dia 8, rejeitaram em assembleia a proposta de reajuste salarial feita pelo executivo e ainda aprovaram nova paralisação de 48 horas, nos dias 16 e 17 de junho. A administração ofereceu aumento de 6,41% dividido em duas parcelas – 3,7% retroativo a 1º de maio e 2,71% a partir de dezembro -, mas os docentes reivindicam aumento de 13%, mais a inflação do período, que dá cerca de 6%.

Foto: Reprodução

 

Professores municipais rejeitam proposta de reajuste da prefeitura

terça-feira, junho 9th, 2015

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E agora? Os professores da rede municipal de Salvador rejeitaram, a proposta de reajuste salarial feita pela prefeitura, em assembleia realizada na tarde desta terça-feira, dia 9. A administração ofereceu aumento de 6,41% dividido em duas parcelas, mas os professores reivindicam aumento de 13%, mais a inflação do período, que dá cerca de 6%.

De acordo com Marilene Betros, vice-coordenadora da Associação dos Professores Licenciados da Bahia (APLB), além da rejeição à proposta, os docentes aprovaram uma paralisação de 48h em 16 e 17 de junho. “Faremos uma nova assembleia na terça, dia 16, às 10h, e às 15h iremos para a Câmara Municipal entregar um documento sobre a nossa situação à Comissão de Educação”, afirma.

Ainda segundo Marilene, como o recesso de meio de ano começa em 19 de junho, os próximos encaminhamentos da campanha salarial da categoria só serão definidos em julho.

Foto: Reprodução

Professores municipais realizam assembleia nesta terça

terça-feira, junho 9th, 2015

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Olha aí. Os professores da rede municipal de ensino de Salvador, que paralisaram as atividades por 48h nesta segunda-feira, dia 8, realizam nesta terça, dia 9, uma assembleia para discutir a proposta de reajuste salarial apresentada pela prefeitura e definir os rumos do movimento. O encontro vai acontecer às 14h, no bairro do Itaigara.

Na tarde de segunda, dia 8, a Mesa Permanente de Negociação (MPN), que envolve os profissionais da Educação recebeu a proposta da administração referente ao reajuste salarial da categoria. O executivo municipal propôs um reajuste de 6,41%, dividido em duas parcelas, mas os professores reivindicam aumento de 13%, mais a inflação do período, que dá cerca de 6%.

Os secretários de Gestão (Semge) e Educação (Smed), Alexandre Pauperio e Guilherme Belintani, respectivamente, apresentaram a proposta de reajuste de forma escalonada ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação (APLB).

“A proposta inclui duas parcelas, sendo a primeira retroativa ao dia 1º de maio em 3,7%, mesmo percentual de crescimento da receita tributária de Salvador, e 2,71% no dia 1º de dezembro deste ano, completando o índice de inflação do período em 6,41%”, disse, em nota, o secretário Pauperio, presidente da mesa. A prefeitura também informou que o auxílio alimentação terá aumento equivalente à porcentagem do reajuste salarial.

“A proposta inclui duas parcelas, sendo a primeira retroativa ao dia 1º de maio em 3,7%, mesmo percentual de crescimento da receita tributária de Salvador, e 2,71% no dia 1º de dezembro deste ano, completando o índice de inflação do período em 6,41%”, disse, em nota, o secretário Pauperio, presidente da mesa. A prefeitura também informou que o auxílio alimentação terá aumento equivalente à porcentagem do reajuste salarial.

Para Marilene Betros, vice-coordenadora da Associação dos Professores Licenciados da Bahia (APLB), a prosta não é suficiente. “A proposta apresentada é apenas a inflaçao dividida em duas parcelas – em maio e em dezembro. E o reajuste dividido não é o que queremos. O sindicato não concorda com o percentual proposto, que é bem abaixo do que pedimos. Mesmo assim, vamos amanhã à assembleia para apreciação da categoria e para que possamos discutir os rumos do movimento”, disse em entrevista ao G1.

Já a prefeitura informou que o município já cumpre o pagamento do piso nacional e que, por isso, não há motivo para aplicar um reajuste de 13% sobre todos os salários. Segundo o executivo, o concurso da Educação permitiu que dois mil profissionais passassem a fazer parte do quadro do município e cerca de 40% dos professores já receberam 2,5% de avanço em janeiro deste ano.

 

 

 

Foto: Reprodução

Com informações do G1